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Vincizina*cs - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Sulfato de Vincristina

Indicação : A principal indicação de Vincizina* CS (sulfato de vincristina) é o tratamento de leucemia aguda. O produto tem-se revelado til, tambm, em combinao com outros agentes quimioterpicos, na doença de Hodgkin, linfomas malignos não-Hodgkin (tipos linfocticos, de células mistas, histiocticos, não diferenciados, nodulares e difusos), rabdomiossarcoma, neuroblastoma, tumor de Wilms, carcinoma do crvix uterino, cncer de mama, sarcoma osteogúnico, micoses, sarcoma de Ewing, melanoma maligno, carcinoma "oat cell" do pulmo e tumores ginecológicos da infância.

Efeito Colateral :

Gerais: antes do uso deste medicamento, os pacientes e seus familiares deverão ser
alertados quanto possibilidade de Ocorrência de sintomas indesejáveis. Em geral, as
reações adversas so reversíveis e relacionadas com a dose.
A mais comum é a perda de cabelos; as reações mais desagradveis so os distúrbios
neuromusculares.
Quando so administradas as doses únicas semanais recomendadas, reações adversas
como leucopenia, dor neurtica e constipao so geralmente de curta duração (menos de 7
dias). Com a diminuição da dose, essas reações podem diminuir ou desaparecer. A
gravidade de tais reações parece aumentar quando a quantidade de fármaco calculado
administrada em doses divididas.
Outras reações adversas, tais como a perda de cabelo, perda de sensibilidade, parestesia,
dificuldade na marcha, perda dos reflexos tendinosos profundos e de massa muscular,
podem permanecer pelo menos enquanto durar o tratamento. A disfunção generalizada
sensorial e motora pode agravar-se progressivamente com a continuao do tratamento. Na
maioria dos casos, as reações adversas desapareceram por volta da sexta semana após a
suspenso do tratamento; porêm, em alguns pacientes, as dificuldades neuromusculares
podem persistir por perãodos mais prolongados. O cabelo pode voltar a crescer durante a
terapia de manuteno.
Foram relatadas as seguintes reações adversas:
Neurológicas: a neurotoxicidade é o efeito adverso dose-limitante mais comum.
frequentemente, há uma seqncia no aparecimento das reações adversas
neuromusculares. Inicialmente, nota-se apenas diminuição sensorial e parestesia. Se o
tratamento for mantido podem surgir dor neurtica e, posteriormente, motora. Não foi, ainda,
relatada a existância de algum fármaco que possa reverter as manifestações
neuromusculares que acompanham a terapia com sulfato de vincristina. Em casos onde
mesmo com aparecimento da dor a medicação não foi suspensa, houve perda dos reflexos
tendinosos profundos, queda do Pó, ataxia e paralisia. distúrbios relacionados aos nervos
cranianos, incluindo paresia isolada e/ou paralisia dos mêsculos controlados pelos nervos
cranianos motores podem ocorrer na ausência de insuficincia motora; os mêsculos extraoculares
e larngeos so os mais comumente envolvidos. Dor no maxilar, na faringe, nas
glndulas partidas, nos ossos, nas costas, nos membros inferiores e superiores e mialgias
foram relatadas, sendo que as dores nessas reas podem ser graves.
Foram relatadas convulsões, frequentemente com hipertenso, em poucos pacientes que
estavam recebendo sulfato de vincristina. Em crianças, diversos casos de convulsões foram
seguidos por coma.
há relatos de cegueira cortical transitéria e atrofia ptica com cegueira.
Hipersensibilidade: raros casos de reações alérgicas, tais como anafilaxia, eruPóo e
edema, temporariamente relacionados terapia com vincristina, foram relatados em
pacientes recebendo vincristina como parte de poliquimioterapia.
Gastrintestinais: ocorreram constipao, célicas abdominais, perda de peso, náuseas,
vômitos, ulcerações orais, diarreia, óleo paralítico, necrose e/ou perfuração intestinal e
anorexia. A constipao pode levar a obstruo do colo ascendente e, no exame físico , o
reto pode encontrar-se vazio. A dor abdominal ou célica, na presena de um reto vazio,
pode confundir o médico. Uma radiografia simples do abdome til para demonstrar essa
condio. Todos os casos responderam ao tratamento com laxativos e enemas.
Recomenda-se um regime profiltico rotineiro contra a constipao para todos os pacientes
recebendo sulfato de vincristina. Pode ocorrer óleo paralítico, mimetizando "abdome
cirúrgico", particularmente em crianças pequenas. Esse quadro resolve-se com a
interruPóo temporria do tratamento com sulfato de vincristina e com tratamento
sintomático.
Renais: foram relatadas poliria, disria e reteno urinária devido é atonia da bexiga.
Outros fármacos conhecidos por causarem reteno urinária (particularmente em idosos)
devem, se possível, ser temporariamente suspensos durante os primeiros dias após a administração de sulfato de vincristina.
Hematológicas: o sulfato de vincristina parece não exercer qualquer efeito constante ou
significativo sobre as plaquetas ou hemcias. A depresso grave da medula óssea não ,
geralmente, o maior fator dose-limitante. Contudo, foram relatadas anemia, leucopenia e
trombocitopenia. A trombocitopenia, se presente quando a terapia com o sulfato de
vincristina iniciada, pode melhorar efetivamente antes do aparecimento da remisso da
medula.
Outras: ocorreram hipertenso e hipotenso. As combinações de quimioterpicos que
incluem o sulfato de vincristina, quando administradas a pacientes que foram previamente
tratados com radioterapia do mediastino, estáo associadas com doenças coronárias e infarto
do miocárdio. Não se estabeleceu a causalidade. Foram observadas raras Ocorrências de
uma síndrome atribuda secreo inapropriada do hormnio antidiurético em pacientes
tratados com sulfato de vincristina. Essa síndrome caracteriza-se por uma elevada excreo
urinária de sódio na presena de hiponatremia e na ausência de doença renal ou suprarenal,
hipotenso, desidratao, azotemia e edema clínico. Com a privao hádrica ocorre
melhora na hiponatremia e na perda renal de sódio. Foram relatadas, tambm, alopecia,
erupções cutâneas, febre e cefaleia.
reações adversas pulmonares: vide "Advertências e Precauções".

Modo de Usar :

O sulfato de vincristina destinado a uso exclusivamente intravenoso (vide "Advertências e Precauções") e deve ser administrado a intervalos semanais. A neurotoxicidade parece
estar relacionada com a dose. Deve-se tomar um cuidado extremo no célculo e
Administração da dose de sulfato de vincristina, visto que a superdosagem poderá ocasionar
acidentes muito graves ou fatais.
Ateno: extremamente importante certificar-se de que a agulha ou cateter estejam
corretamente colocados na veia antes que qualquer quantidade de vincristina seja
injetada (vide "Advertências e Precauções").
O sulfato de vincristina deve ser administrado através de venclise ou cateter intacto
e deve-se tomar cuidado para que não haja furos ou vazamentos durante a administração. O sulfato de vincristina não deve ser administrado a pacientes que
estejam recebendo radioterapia hepática.
Quando é usado em combinao com L-asparaginase, o sulfato de vincristina deve ser
administrado 12 a 24 horas antes dessa enzima para diminuir a toxicidade. a administração
de L-asparaginase antes do sulfato de vincristina pode reduzir o clearance hepático do
sulfato de vincristina.
Uso em Crianças
A dose usual de sulfato de vincristina de 2 mg/m2. Para crianças pesando 10 kg ou menos,
a dose inicial deve ser de 0,05 mg/kg, administrada uma vez por semana.
Uso em Adultos
A dose usual de sulfato de vincristina é de 1,4 mg/m2. Uma reduo de 50% na dose de
sulfato de vincristina recomendada para pacientes com bilirrubina sérica direta acima de 3
mg/100 ml. Pacientes idosos e aqueles que apresentam doença neurológica essencial
podem ser mais sucetíveis aos efeitos neurotxicos da vincristina. Pode ser necessário o
ajuste da dose em pacientes com doença hepática ou icterícia.
Conservao
Os frascos-ampola de Vincizina* CS (sulfato de vincristina) devem ser armazenados sob
refrigeração (entre 2 e 8C), protegidos da luz. Não congelar. O medicamento de uso
único e qualquer soluo não utilizada deve ser devidamente descartada.

Contra-Indicaçõesde Vincizina*cs

Vincizina* CS (sulfato de vincristina) É contra-indicada a pacientes com
hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou a qualquer componente da fórmula.
Pacientes que apresentam a forma desmielinizante da síndrome de Charcot-Marie-
Tooth não devem receber o sulfato de vincristina. Ateno especial deve ser dada s
condições relacionadas no item "Advertências e Precauções".

Modo de usar :

O sulfato de vincristina destinado a uso exclusivamente intravenoso (vide "Advertências e Precauções") e deve ser administrado a intervalos semanais. A neurotoxicidade parece
estar relacionada com a dose. Deve-se tomar um cuidado extremo no célculo e
Administração da dose de sulfato de vincristina, visto que a superdosagem poderá ocasionar
acidentes muito graves ou fatais.
Ateno: extremamente importante certificar-se de que a agulha ou cateter estejam
corretamente colocados na veia antes que qualquer quantidade de vincristina seja
injetada (vide "Advertências e Precauções").
O sulfato de vincristina deve ser administrado através de venclise ou cateter intacto
e deve-se tomar cuidado para que não haja furos ou vazamentos durante a administração. O sulfato de vincristina não deve ser administrado a pacientes que
estejam recebendo radioterapia hepática.
Quando é usado em combinao com L-asparaginase, o sulfato de vincristina deve ser
administrado 12 a 24 horas antes dessa enzima para diminuir a toxicidade. a administração
de L-asparaginase antes do sulfato de vincristina pode reduzir o clearance hepático do
sulfato de vincristina.
Uso em Crianças
A dose usual de sulfato de vincristina de 2 mg/m2. Para crianças pesando 10 kg ou menos,
a dose inicial deve ser de 0,05 mg/kg, administrada uma vez por semana.
Uso em Adultos
A dose usual de sulfato de vincristina é de 1,4 mg/m2. Uma reduo de 50% na dose de
sulfato de vincristina recomendada para pacientes com bilirrubina sérica direta acima de 3
mg/100 ml. Pacientes idosos e aqueles que apresentam doença neurológica essencial
podem ser mais sucetíveis aos efeitos neurotxicos da vincristina. Pode ser necessário o
ajuste da dose em pacientes com doença hepática ou icterícia.
Conservao
Os frascos-ampola de Vincizina* CS (sulfato de vincristina) devem ser armazenados sob
refrigeração (entre 2 e 8C), protegidos da luz. Não congelar. O medicamento de uso
único e qualquer soluo não utilizada deve ser devidamente descartada.

Advertências e Precauções

Gerais
Este produto não deve ser administrado por via intramuscular, subcutânea ou intratecal.
a administração intratecal de vincristina fatal.
O tratamento de pacientes em que acidentalmente ocorreu a administração intratecal de
sulfato de vincristina, incluindo remoo imediata do líquido cefalorraquidiano e lavagem
com Ringer lactato , bem como com outras soluções, não evitou paralisia e morte. Em um
adulto, a paralisia progressiva foi estabilizada pelo seguinte tratamento, iniciado
imediatamente após a injeo intratecal:
1) remoo do máximo possível de líquido cefalorraquidiano, através de puno lombar.
2) o espao sub-aracnide foi lavado com soluo de Ringer lactato, infundida
continuamente através de um cateter em um ventrculo cerebral lateral, na velocidade de 1,5
ml/hora. O líquido cefalorraquidiano foi removido através de puno lombar.
3) assim que possível, foram infundidos 25 ml de plasma fresco congelado, diludo em um
litro de soluo de Ringer lactato, numa velocidade de 75 ml/hora com remoo através da
puno lombar. A velocidade de infuso foi ajustada para manter um nível de proteína de
150 mg/dL no líquido.
4) foram administrados 10 g de ácido glutêmico, por via intravenosa, por 24 horas, seguido
por 500 mg, por via oral, 3 vezes ao dia durante um mês ou até a estabilizao da disfunção
neurológica. O papel do ácido glutêmico nesse tratamento não É conhecido e pode não ser
essencial.
O sulfato de vincristina deve ser administrado por profissional experiente. extremamente
importante certificar-se de que a agulha ou cateter esteja corretamente colocado na
veia antes que qualquer quantidade de vincristina seja injetada.
O extravasamento nos tecidos adjacentes durante a administração intravenosa de sulfato de
vincristina poderá causar grande irritao. Se ocorrer extravasamento, a injeo Deverá ser
interrompida imediatamente e qualquer poro restante da dose Deverá ser então injetada
em outra veia. A injeo local de hialuronidase e a aplicação de calor moderado na rea de
extravasamento ajudam a dispersar o fármaco, diminuindo o desconforto e a possibilidade
de celulite.
O sulfato de vincristina pode causar dano fetal quando administrado durante a gravidez (vide
"Advertências e Precauções").
Ateno: este medicamento contêm açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em
diabéticos.
A toxicidade clínica dose-limitante é a neurotoxicidade. Sendo assim, recomenda-se
avaliao clínico-neurológica para detectar a necessidade de modificação de dose. Especial
ateno Deverá ser dada posologia e s reações adversas neurológicas se o sulfato de
vincristina for administrado a pacientes com doença neuromuscular preexistente e quando
estiverem sendo usados outros fármacos com potencial neurotxico.
após a administração do sulfato de vincristina, alguns pacientes podem apresentar queda
na contagem de leuccitos e plaquetas, particularmente quando a terapia prvia ou a própria
doença reduziu a função da medula óssea. Recomenda-se fazer um hemograma completo
antes da administração de cada dose.
Embora a Ocorrência de leucopenia seja menos comum após a terapia com vincristina do
que com outros agentes antineoplásicos, médico e paciente devem permanecer alertas para
qualquer sinal de infeco complicada, avaliando-se a administração de doses adicionais de
vincristina.
Pode ocorrer uma elevao aguda do ácido rico srico durante a induo de remisso da
leucemia aguda. Assim sendo, tais níveis devem ser determinados frequentemente durante
as primeiras 3 a 4 semanas de tratamento ou medidas apropriadas devem ser tomadas para
prevenir a nefropatia rica. O Laboratório que estiver fazendo os testes deve ser consultado
quanto aos valores normais para esses metabólitos.
A nefropatia rica aguda, que pode ocorrer após a administração de fármacos oncolticos,
tambm foi relatada com o uso de sulfato de vincristina. Se for diagnosticada uma leucemia
do sistema nervoso central, outros fármacos poderão ser necessários, uma vez que o
sulfato de vincristina parece não atravessar a barreira hematoencefólica em quantidades
adequadas.
Em caso de insuficincia hepática e icterícia, necessário ajuste de dose, pois a vincristina
metabolizada no fgado e excretada na bile.
Foi relatado o aparecimento de dispnéia aguda e broncoespasmo grave após Administração
dos alcalóides da vinca. Essas reações apareceram com mais frequência quando os
alcalóides da vinca foram associados com a mitomicina-C e podem requerer tratamento
agressivo, particularmente quando houver insuficincia pulmonar preexistente. O incio pode
ocorrer dentro de minutos ou vrias horas após a injeo dos alcalóides da vinca e até duas
semanas após a dose de mitomicina-C. Pode ocorrer dispnéia progressiva requerendo
terapia crônica. O sulfato de vincristina não deve ser readministrado.
Deve-se ter cuidado para evitar a contaminao dos olhos com a soluo de sulfato de
vincristina usada clinicamente. Se houver uma contaminao acidental, poderá ocorrer
irritao grave (ou se o fármaco for liberado sob presso, até mesmo ulceração da crnea).
O olho atingido Deverá ser imediatamente lavado com água.
Mutagnese e Carcinognese
Os testes de Laboratório, tanto in vivo quanto in vitro, não demonstraram conclusivamente se
este fármaco mutagúnico. A fertilidade após o tratamento com sulfato de vincristina não foi
estudada em humanos. Relatérios clínicos em pacientes de ambos os sexos que receberam
poliquimioterapia, incluindo o sulfato de vincristina, indicam que pode ocorrer azoospermia e
amenorria em pacientes Pós-Póberes. A recuperação ocorre em muitos meses após o
trmino da quimioterapia em alguns pacientes, mas não em todos. Quando o mesmo
tratamento é administrado a pacientes pré-Póberes, há menos possibilidade de causar
azoospermia e amenorria permanentes.
Pacientes que receberam quimioterapia com sulfato de vincristina combinado com fármacos
anti-cncer, conhecidamente carcinogúnicos, desenvolveram doenças malignas
secundárias. A contribuio do sulfato de vincristina nessa Ocorrência não foi determinada.
Não foi encontrada evidência de carcinogenicidade após Administração intraperitoneal de
sulfato de vincristina em ratos e camundongos, apesar desse estudo ser bastante limitado.
Uso durante a Gravidez
O sulfato de vincristina pode causar dano fetal quando administrado a pacientes grávidas.
após a administração de sulfato de vincristina, 23 a 85% dos fetos de camundongos e
hamsters grávidas foram reabsorvidos, sendo produzida malformao fetal em todos os
sobreviventes. Foram administradas a 5 macacas, doses únicas de sulfato de vincristina
entre os dias 27 a 34 de gravidez. três dos fetos foram normais e a termo e dois fetos
viveis e a termo apresentaram malformao evidente. Em diversas esPócies animais o
sulfato de vincristina pode induzir efeitos teratogúnicos, bem como embrioletalidade com
doses não tóxicas ao animal grvido.
Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Se este fármaco for
usado durante a gravidez ou se a paciente ficar grávida enquanto estiver recebendo este
fármaco, ela Deverá ser alertada do risco potencial ao feto.
Mulheres com capacidade reprodutiva devem ser aconselhadas a evitar a gravidez e
orientadas sobre anticoncePóo.
Uso durante a Lactao
Não se sabe se a vincristina excretada no leite humano. Devido a muitos fármacos serem
excretados no leite humano e ao potencial de sulfato de vincristina em causar reações
adversas graves em lactentes, deve-se decidir entre descontinuar - ou não - a amamentao
ou o tratamento, levando-se em consideração a importncia do fármaco para a me.

Fórmula :

Cada ml de Vincizina* CS Solução injetável contêm 1 mg de sulfato de vincristina
Excipientes: manitol, ácido sulfúrico, hidróxido de sódio e água para injetíveis.
PARTE II
USO RESTRITO A HOSPITAIS
Este produto de uso restrito a hospitais ou ambulatérios especializados, com
emprego específico em neoplasias malignas e deve ser manipulado apenas por
pessoal treinado. As Informações ao paciênte serão fornecidas pelo médico
assistente, conforme necessário.
Conservar o medicamento sob refrigeração (entre 2 e 8C), protegido da luz. Não
congelar. O medicamento de uso único e qualquer soluo não utilizada deve ser
devidamente descartada.
O prazo de validade é indicado na embalagem externa do produto. Não use
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para a Saúde.
Produtos parenterais devem ser inspecionados visualmente antes da administração,
com a finalidade de se verificar a existância de partculas ou descoloração, quando a
soluo e o recipiente permitirem.
Ateno: este medicamento contêm açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em
diabéticos.
PARTE III

Identificação do Produto

Nome: vincizina*cs
Nome genrico: sulfato de vincristina

Apresentação :

Vincizina* cs Solução injetável 1 mg/ml em embalagem contendo 5 frascos-ampola de 1
ml (1mg).

Informaçães Técnicas

Farmacologia
O mecanismo de ao do sulfato de vincristina permanece sob investigao e está
relacionado com a inibio da formao de microtbulos no fuso mitático, resultando em
uma parada da diviso celular na metfase.
Foi relatado o aparecimento de leucemia no sistema nervoso central em pacientes que
estavam sendo tratados, com sucesso, com sulfato de vincristina. Isso sugere que o sulfato
de vincristina não penetra bem no líquido cefalorraquidiano. Estudos farmacocinéticos
efetuados em pacientes com cncer mostraram uma queda trifsica no nível sanguíneo,
após injeo intravenosa rápida de sulfato de vincristina. As meias-vidas inicial,
intermediária e final foram 5 minutos, 2h18 min e 85 horas, respectivamente. A variao da
meia-vida final nos seres humanos é de 19-155 horas.
A excreo do sulfato de vincristina feita principalmente por via hepática tanto em
humanos como em animais; cerca de 80% da dose injetada aparecem nas fezes e 10-20%
podem ser encontrados na urina.
após 15 a 30 minutos de uma injeo, mais de 90% se distribui para os tecidos, onde se
localiza, mas sem ligao irreversível.
A quimioterapia contra o cncer envolve o uso simultâneo de diversos fármacos que
possuem toxicidade e mecanismos de ao caractersticos. Raramente É possível alcançar
resultados igualmente bons com tratamento com um único fármaco. A Associação deve ser
feita de maneira que o aumento do efeito teraPóutico ocorra sem adio de toxicidade. O
sulfato de vincristina frequentemente escolhido como parte de uma poliquimioterapia pela
ausência de supresso significante de medula óssea (nas doses recomendadas) e pela sua
toxicidade clínica caracterstica (neuropatia). Vide "Posologia" para possveis aumentos de
toxicidade quando for usada a terapia combinada.

Interação Medicamentosa :

O sulfato de vincristina deve ser diludo apenas com soro fisiológico ou glicosado. Não
utilizar soluções que alterem a faixa de pH (3,5 a 5,5) para mais ou para menos.
Foi relatado que durante as administrações simultâneas, oral ou intravenosa, de fenitona e
combinações quimioterpicas de antineoplásicos, incluindo o sulfato de vincristina, houve
reduo dos níveis sanguíneos do anticonvulsivante e conseqente aumento de convulso.
O ajuste de dose deve ser baseado na monitoração dos níveis sanguíneos. A contribuio
do sulfato de vincristina nessa interação não certa. A interação pode resultar da reduo
de absoro da fenitona e aumento do seu metabolismo e eliminao.
Quando os alcalóides da vinca foram usados em combinao com a mitomicina-C, as
reações de dispnéia aguda e broncoespasmo grave foram frequentes.
O alopurinol pode aumentar a Incidência de depresso da medula óssea induzida por
citotxico.
A neurotoxicidade da vincristina pode ser aditiva ao efeito de outros fármacos que atuam no
sistema nervoso perifrico.

Superdosagem :

As reações adversas com a superdosagem de sulfato de vincristina so relacionadas com a
Dose. houve morte em crianças menores de 13 anos após receberem 10 vezes a dose
Recomendada de sulfato de vincristina. podem ocorrer sintomas graves nesse grupo de
Pacientes após doses de 3 a 4 mg/m2.
Podem ocorrer sintomas graves em adultos após doses únicas de 3 mg/m2 ou mais (vide
"reações adversas").
a administração de doses superiores pode intensificar as reações adversas.
0 tratamento de apoio da superdosagem deve incluir:
1) preveno das reações adversas resultantes da síndrome de secreo inapropriada de
Hormnio antidiurético (tratamento preventivo, incluindo restrio da ingestão de líquidos e
Talvez o uso de um diurético agindo sobre a função da ala de henle e do tbulo distal);
2) Administração de anticonvulsivantes;
3) uso de enemas ou catérticos para prevenir óleo paralítico (em alguns casos, a
Descompresso do trato gastrintestinal poderá ser necessária);
4) monitoração do sistema cardiovascular;
5) hemogramas diários para orientao da necessidade de transfuso.
Foi observado que o ácido folúnico tem um efeito protetor em camundongos normais, aos
Quais foram administradas doses letais de sulfato de vincristina.
Relatos isolados sugerem que o ácido folúnico pode ser til no tratamento de pacientes que
Tenham recebido uma superdosagem de sulfato de vincristina.
Um esquema sugerido é administrar 100 mg de ácido folúnico, por via intravenosa, a cada 3
Horas por 24 horas e depois a cada 6 horas por, no mínimo, 48 horas.
previsto, teoricamente, que os níveis teciduais de sulfato de vincristina permaneam
Significativamente elevados por, no mínimo, 72 horas. o tratamento com ácido folúnico não
Elimina a necessidade das medidas de apoio acima mencionadas.
A maior parte de uma dose intravenosa de sulfato de vincristina excretada na bile após
Uma rápida ligao com os tecidos (vide "farmacologia"). a hemodilise parece não auxiliar
O tratamento da superdosagem já que uma quantidade muito pequena do fármaco aparece
No líquido de dilise. pacientes com doença hepática, que diminui a excreo biliar do
Medicamento, podem apresentar um aumento na gravidade das reações adversas.
O aumento da excreo fecal de vincristina, administrada parenteralmente, foi demonstrado
Em ces pré-tratados com colestiramina. não há dados clínicos publicados sobre o uso da
Colestiramina como um antídoto em humanos. não há dados clínicos publicados sobre as
consequências de ingestão oral de vincristina.
Se ocorrer ingestão oral, o estômago deve ser esvaziado, seguido de Administração oral de
Carvo ativado e catértico.
Parte iv
Ms - 1.0216.0185
farmacêutico responsável: jos francisco bomfim - crf-sp no 7009

Fabricante :

LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.

Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555 CEP 07112-070 – Guarulhos – SP CNPJ no 46.070.868/0001-69

Fale Pfizer 0800-7701575

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA USO RESTRITO A HOSPITAIS

CUIDADO: AGENTE CITOTÓXICO

Medicamentos do mesm fabricante :

Adriblastina, Aracytin, Aromasin, Bextra, Caverject, Dalacin V, Dalacin, Detrusitol, Diabinese, Dostinex, Dostinex, Drenol, Ecalta, Epelin, Eunades, Farlutal, Farmorubicina, Feldene, Fibrase, Fragmin, Frontal, Gelfoam, Genotropin, Geodon, Gino-fibrase, Gino-pletil, Gino-tralen, Kitnos, Legifol, Lomotil, Loniten, Lopid, Lyrica, Macugem, Mansil, Miantrex, Miantrex, Minipres, Minipress, Neuronti, Norvas, Ponsta, Propi, Vncizinacs


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.