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Sivastin - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Sinvastatina.

Apresentação :

Comprimidos revestidos de 10mg - Caixa com 10 comprimidos.
Comprimidos revestidos de 5mg - Caixa com 10 comprimidos.

Indicação : Reduo dos níveis elevados de colesterol total e LDL-colesterol em pacientes com hipercolesterolemia primria, quando a resposta a dieta e a outras medicações não-farmacológicas isoladamente tenha sido inadequada.
Reduo dos níveis elevados de colesterol em pacientes com hipercolesterolemia combinada ou hipertrigliceridemia, quando a hipercolesterolemia for a anormalidade mais importante.
Reduo da progresso da aterosclerose coronariana, incluindo a reduo do desenvolvimento de novas lesões e de novas ocluses, em pacientes com doenças coronarianas.

Modo de Usar :

O paciente deve ser colocado em uma dieta redutora de colesterol antes de receber SIVASTIN e deve continuar nesta dieta durante o tratamento.
Hipercolesterolemia: a dose inicial usual é de 10mg/dia em dose única à noite.
Pacientes com hipercolesterolemia leve a moderada podem ser tratados com posologia inicial de 5mg. Ajustes posológicos, se necessários, devem ser feitos a intervalos não inferiores a 4 semanas, até o máximo de 40mg/dia em dose única, à noite. Se o nível de LDL-colesterol for reduzido para menos de 75mg/dl (1,94 mmol), ou se o colesterol total plasmático para menos de 140mg/dl (3,6 mmol), deve-se considerar a reduo da dose de SINVASTATINA.
Aterosclerose coronariana: 20mg em dose única a noite.
A posologia deve ser reduzida se os níveis de colesterol plasmático total atingir valores inferiores a 110mg/dl (2,85mmol).
Terapia concomitante: SIVASTIN eficaz isoladamente ou em combinao com os seqestrantes de ácidos biliares. Em pacientes recebendo terapia imunossupressora concomitantemente com SIVASTIN, a dose máxima recomendada é de 10mg/dia.
Posologia na insuficincia renal: em pacientes com insuficincia renal grave (depuração de creatinina < 30ml/min), deve-se considerar cuidadosamente a utilização de doses acima de 10mg/ml e, quando necessárias, devem ser implementadas com cautela.

Contra indicação :

Uso de SIVASTIN É contra indicado em pacientes com doenças hepáticas ativas ou elevações persistentes e inexplicadas das transaminases séricas. Durante a gravidez. Nos pacientes com antecedentes de hipersensibilidade droga.

Precauções :

Efeitos musculares: a SINVASTATINA e outros inibidores da HMG-CoA redutase ocasionalmente causam miopatia, que se manifesta como dor muscular ou fraqueza associada a grandes elevações de creatinina quinase (CK) (> 10 vezes o limite superior da normalidade). Rabdomilise, com ou sem insuficincia renal aguda secundária mioglobinária, foi raramente relatada. No Estudo Escandinavo de Sobrevida com SINVASTATINA, houve um caso de miopatia entre 1399 pacientes recebendo 20mg de SINVASTATINA e nenhum caso entre os 822 pacientes recebendo 40mg ao dia durante 5.4 anos. Em dois estudos clínicos controlados de 6 meses de duração, houve um caso de miopatia entre 436 pacientes tomando 40 mg e 5 casos entre 669 pacientes tomando 80mg. O risco de miopatia aumenta com a terapia concomitante com certas drogas, algumas das quais foram excluídas pelo protocolo desses estudos.
Miopatia causada por Interações Medicamentosas:.
A Incidência e a gravidade de miopatia aumentam com a administração concomitante de inibidores da HMG-CoA redutase e drogas que podem causar miopatia quando administradas isoladamente, tais como genfibrozil e outros fibratos e com doses hipolipemiantes ( 1 g/dia) de niacina (ácido nicotúnico).
Além disso, o risco de miopatia parece aumentar com níveis elevados de atividade inibitéria da HMG-CoA redutase no plasma. A SINVASTATINA e outros inibidores da HMG-CoA redutase so metabolizadas pelo isoforma 3A4 do citocromo P450. Algumas drogas que possuem efeito inibitério significativo desta via metabólica em doses terapêuticas, podem elevar substancialmente os níveis plasmáticos dos inibidores da HMG-CoA redutase e desse modo aumentar o risco de miopatia. Essas drogas incluem ciclosporina, o bloqueador do canal de cálcio da classe dos tetralol, mibefradil; itraconazol; cetoconazol e outros antifúngicos azlicos, os antibióticos macrolídeos eritromicina e claritromicina, e o antidepressivo nefazodona.
Reduzindo risco de miopatia:
Medidas gerais: Pacientes que iniciam a terapia com SIVASTIN devem ser avisados sobre o risco de miopatia e orientados a relatar imediatamente dores musculares inexplicadas, dolorimento ou fraqueza. níveis de CK 10 vezes acima do limite superior da normalidade em pacientes com sintomas musculares inexplicados indicam miopatia. A terapia com SIVASTIN deve ser descontinuada se miopatia for diagnosticada ou suspeita. Na maioria dos casos, quando os pacientes interrompem imediatamente o tratamento, os sintomas musculares e aumentos de CK desaparecem.
Dentre os pacientes com rabdomilise, muitos apresentavam histrico médico complicado. Alguns apresentavam insuficincia renal pré-existente, geralmente como conseqncia de diabetes de longa data. Em tais pacientes, aumentos de dose requerem cuidado. Igualmente, uma vez que não há consequências adversas conhecidas da interruPóo da terapia por curtos perãodos, o tratamento com SIVASTIN deve ser interrompido alguns dias antes de cirurgia eletiva de grande porte e diante do aparecimento de qualquer condio aguda médica ou cirúrgica importante.
Medidas: para reduo do risco de miopatia causadas por Interações Medicamentosas::
Diante da consideração de combinar SINVASTATINA com qualquer droga que possa interagir com ela, os médicos devem pesar os riscos e benefícios potenciais e devem monitorizar cuidadosamente seus pacientes para qualquer sinal e sintoma de dor muscular, dolorimento ou fraqueza, particularmente durante os primeiros meses de terapia e durante qualquer perãodo de titulao de aumento de dose de cada droga. Determinações periódicas de CK devem ser consideradas em tais situações, mas não há garantia de que tal monitorizao irá prevenir miopatia.
Uso combinado de SINVASTATINA com fibratos ou niacina deve ser evitado a menos que os benefícios ou alterações adicionais nos níveis liPódicos possam superar os riscos aumentados desta combinao de drogas. Combinações de fibratos ou niacina com doses baixas de SINVASTATINA tem sido usadas, sem Ocorrência de miopatia, em estudos clínicos pequenos de curta duração adequadamente monitorizados. A adio destas drogas a inibidores da HMG-CoA redutase, tipicamente proporciona reduo adicional muito discreta do LDL-colesterol, mas reduções adicionais de triglicrides e aumentos adicionais de HDL-colesterol podem ser obtidos. Se uma destas drogas tiver que ser usada com a SINVASTATINA, a experiência clínica sugere que o risco de miopatia menor com a niacina do que com os fibratos.
Em pacientes recebendo concomitantemente ciclosporina, fibratos ou niacina, a dose de SIVASTIN geralmente não deve exceder 10 mg já que o risco de miopatia aumenta substancialmente com doses mais altas. A interruPóo da terapia com SINVASTATINA durante tratamento com antifúngico azlico sistêmico ou antibiótico macrolídeo deve ser considerada. O uso de mibefradil juntamente com a SINVASTATINA deve ser evitado. O uso concomitante com outros medicamentos que em doses terapêuticas sabidamente possuem efeito significativo no citocromo P450 3A4, deve ser evitado a menos que os benefícios da terapia combinada superem o risco aumentado.
Efeitos hepáticos: Em estudos clínicos, aumentos persistentes e acentuados (acima de 3 vezes o limite superior da normalidade) das transaminases séricas ocorreram em poucos pacientes adultos que receberam SIVASTIN. Quando a droga foi suspensa ou descontinuada nestes pacientes, usualmente os níveis de transaminases geralmente caram lentamente para os níveis pré-tratamento. Os aumentos não foram acompanhados de icterícia ou de outros sinais clínicos ou sintomas. Não houve evidência de hipersensibilidade. Alguns desses pacientes apresentavam testes de função hepática anormais antes da terapia com SINVASTATINA e/ou consumiam quantidades substanciais de álcool.
No Estudo Escandinavo de Sobrevida da SINVASTATINA, o nmero de pacientes com aumento de transaminase maior do que 3 vezes o limite superior da normalidade, durante o curso do estudo, não foi significativamente diferente entre o grupo da SINVASTATINA e do placebo (14 [0,7%] vs. 12 [0,6%]). A frequência de aumentos isolados de TGP (ALT) em 3 vezes o limite superior da normalidade foi significativamente maior no grupo da SINVASTATINA no primeiro ano do estudo (20 vs. 8, p=0,023), mas não posteriormente. Transaminases elevadas resultaram na descontinuao da terapia em 8 pacientes do grupo da SINVASTATINA (n=2.221) e em 5 pacientes do grupo placebo (2,223). Dos 1986 pacientes 4S tratados com SINVASTATINA com testes de função hepática normais, somente 8 (0,4%) desenvolveram aumentos consecutivos nos testes de função hepática > 3 vezes o limite superior da normalidade e/ou descontinuaram devido é aumento de transaminases durante os 5.4 anos (acompanhamento mediano) do estudo. Todos os pacientes neste estudo receberam dose inicial de 20mg de SINVASTATINA; 37% foram titulados a 40mg.
Em 2 estudos clínicos controlados (1105 pacientes), a Incidência no sexto mês de aumentos persistentes de transaminases hepáticas, considerados relacionados droga, foi 0,7% e 1,8% nas doses de 40 e 800mg, respectivamente.
Recomenda-se a realizao de testes de função hepática antes do incio da terapia e periodicamente depois disso (por exemplo, de 6 em 6 meses), no primeiro ano de tratamento ou até 1 ano após o ltimo aumento da dose, em todos os pacientes. Pacientes que estiverem recebendo doses de 80 mg devem realizar teste adicional aos 3 meses. Deve-se dar especial ateno queles pacientes que apresentarem aumento de transaminases séricas; nesses pacientes, as medidas devem ser repetidas prontamente e realizadas mais frequentemente. Se os níveis de transaminase continuarem a aumentar e, particularmente se aumentarem acima de três vezes o limite superior da normalidade e de forma persistente, a droga deve ser descontinuada.
A droga deve ser utilizada com cautela em pacientes que consomem quantidades substanciais de álcool e/ou tenham história de doença hepática. Hepatopatias ativas ou aumentos inexplicados de transaminases so contra-Indicaçõespara o uso de SINVASTATINA.
Assim como os outros hipolipemiantes, aumentos moderados (inferiores a três vezes o limite superior da normalidade) de transaminases séricas foram relatados após a terapia com SINVASTATINA. Essas alterações que apareceram logo após o incio da terapia com SINVASTATINA, foram geralmente transitérias e não acompanhadas por quaisquer sintomas, e a interrupção do tratamento não foi necessária.
Avaliações Oftalmológicas: Mesmo na ausência de qualquer terapia medicamentosa, previsível que com o tempo ocorra um aumento da prevalncia de opacidade do cristalino, como resultado do envelhecimento. Dados atuais de estudos clínicos de longo prazo não indicam efeito adverso da SINVASTATINA no cristalino de seres humanos.
Gravidez: SIVASTIN É contra indicado durante a gravidez.
A aterosclerose é um processo crônico e a descontinuao dos agentes hipolipemiantes durante a gravidez deve ter pequeno impacto sobre o resultado do tratamento da hipercolesterolemia primria, a longo prazo. Ademais, o colesterol e outros produtos da biossíntese do colesterol so componentes essenciais para o desenvolvimento fetal, incluindo a síntese de esteris e de membranas celulares. Em virtude da capacidade dos inibidores da HMG-CoA redutase tais como SINVASTATINA, diminurem a síntese do colesterol e, possivelmente, de outros produtos da biossíntese do colesterol, É contra indicado durante a gravidez. SINVASTATINA deve ser administrado a mulheres em idade frtil, apenas quando essas pacientes tiverem muito pouca probabilidade de engravidar. Se a paciente engravidar durante o uso do medicamento, SINVASTATINA deve ser interrompido imediatamente e a paciente deve ser informada acerca dos possveis riscos para o feto.
há poucos relatos de anomalias congnitas em bebs cujas mães foram tratadas durante a gravidez com inibidores da HMG-CoA redutase a outro inibidor da HMG-CoA redutase. Em uma reviso do acompanhamento prospectivo de aproximadamente 100 gestações, em mulheres expostas a outro inibidor da HMG-CoA redutase estruturalmente relacionado, a Incidência de anomalias congnitas, abortos espontneos e mortes fetais/natimortos, não excedeu o previsto para a populao em geral. Como a segurança em gestantes não foi estabelecida e não há benefício aparente na terapia com SINVASTATINA durante a gravidez, o tratamento deve ser imediatamente descontinuado ao se confirmar a gravidez.
Nutrizes: Não se sabe se a SINVASTATINA ou os seus metabólitos so excretadas no leite humano. Como muitas drogas so excretadas desta forma e devido ao potencial para reações adversas graves em lactentes, as mulheres que tomam SINVASTATINA não devem amamentar seus filhos. SIVASTIN não é recomendado para uso pediátrico.
Uso pediátrico: Ainda não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças.
Uso em idosos: Para pacientes com idade acima de 65 anos, que receberam SINVASTATINA em estudos clínicos controlados, a eficácia avaliada por meio da reduo dos níveis de colesterol total e de colesterol-LDL, mostrou ser semelhante quela observada na populao como um todo e não houve aumento aparente na frequência de achados adversos clínicos ou laboratoriais.
Risco de rabdomilise aumenta com o uso concomitante de SIVASTIN e drogas que apresentam efeito inibitério significativo do citocromo P450 3A4 em doses terapêuticas (tais como ciclosporina, mibefradil, itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina e nefazodona) ou com derivados do ácido fbrico ou niacina.
Derivados Cumarúnicos: Em dois estudos clínicos, um realizado com voluntários normais e outro com pacientes hipercolesterolmicos, 20-40mg/dia a SINVASTATINA potencializou discretamente o efeito de anticoagulantes cumarúnicos: o tempo de protrombina, expresso como Relao Internacional Normal ("INR"), aumentou dos valores basais de 1,7 a 1,8 e de 2,6 a 3,4 nos estudos realizados com voluntários e com pacientes, respectivamente. Em pacientes tomando anticoagulantes cumarúnicos, o tempo de protrombina deve ser determinado antes do incio do tratamento com SIVASTIN e frequentemente no perãodo inicial do tratamento para assegurar que não ocorreu nenhuma alteração significativa no tempo de protrombina. Uma vez que o tempo de protrombina tenha se estabilizado, os intervalos de tempo para monitoramento poderão ser aqueles geralmente recomendados para os pacientes em tratamento com anticoagulantes cumarúnicos. Se a dose de SIVASTIN for modificada ou se esta droga for descontinuada, deve ser repetido o mesmo procedimento. A terapia com SIVASTIN não foi associada com sangramento ou alterações no tempo de protrombina em pacientes que não estejam tomando anticoagulantes.

Modo de usar : de Sivastin

O paciente deve ser colocado em uma dieta redutora de colesterol antes de receber SIVASTIN e deve continuar nesta dieta durante o tratamento.
Hipercolesterolemia: a dose inicial usual é de 10mg/dia em dose única à noite.
Pacientes com hipercolesterolemia leve a moderada podem ser tratados com posologia inicial de 5mg. Ajustes posológicos, se necessários, devem ser feitos a intervalos não inferiores a 4 semanas, até o máximo de 40mg/dia em dose única, à noite. Se o nível de LDL-colesterol for reduzido para menos de 75mg/dl (1,94 mmol), ou se o colesterol total plasmático para menos de 140mg/dl (3,6 mmol), deve-se considerar a reduo da dose de SINVASTATINA.
Aterosclerose coronariana: 20mg em dose única a noite.
A posologia deve ser reduzida se os níveis de colesterol plasmático total atingir valores inferiores a 110mg/dl (2,85mmol).
Terapia concomitante: SIVASTIN eficaz isoladamente ou em combinao com os seqestrantes de ácidos biliares. Em pacientes recebendo terapia imunossupressora concomitantemente com SIVASTIN, a dose máxima recomendada é de 10mg/dia.
Posologia na insuficincia renal: em pacientes com insuficincia renal grave (depuração de creatinina < 30ml/min), deve-se considerar cuidadosamente a utilização de doses acima de 10mg/ml e, quando necessárias, devem ser implementadas com cautela.

 

Composições

Cada comprimido revestido contêm:
Sinvastatina .................... 5mg
Excipientes: amido de milho, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose, hidroxipropilmetilcelulose, corante alumínio laca tartrazina.
Sinvastatina .................... 10mg
Excipientes: amido de milho, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, lactose, hidroxipropilmetilcelulose, corante alumínio laca amarelo crePósculo e corante alumínio laca vermelho.

Informaçães Técnicas

Modo de ao: A SINVASTATINA é um derivado semi-sintético obtido a partir de um produto da fermentao do Aspergillus terreus com ao redutora do colesterol. Essa ao se faz através do seu metabólito principal que inibe uma enzima catalisadora de reação precoce no processo de síntese do colesterol. Com isso reduzida a colesterolemia, principalmente a fração LDL-colesterol.
Observou-se também que a SINVASTATINA aumenta moderadamente o HDL-colesterol conhecido fator de proteo no processo aterosclertico, e reduz os triglicrides plasmáticos.
Em estudos animais, a SINVASTATINA, após Administração oral, teve alta seletividade pelo fgado, onde atingiu elevadas concentrações.
A SINVASTATINA é altamente extrada na primeira passagem pelo fgado, com posterior excreo biliar. A exposio sistêmica a forma ativa de menos de 5% da dose oral; destes, 95% estáo ligados s proteínas plasmáticas.

Informações ao paciênte

SIVASTIN É um medicamento altamente eficaz na reduo do colesterol, quando a dieta apenas insuficiente.
Cuidados de conservao: Conservar o produto em temperatura ambiente (15-30oC). Proteger da luz e umidade.
Prazo de validade
24 meses a partir da data da fabricação (VIDE CARTUCHO). Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
"Informe seu médico a Ocorrência de gravidez na vigncia do tratamento ou após o seu trmino, e se está amamentando".
"Siga a orientao do seu médico, respeitando sempre os horrios, as doses e a duração do tratamento".
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
"SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NO DESAPARECENDO OS SINTOMAS CONSULTE SEU médico".
"Informe seu médico o aparecimento de reações desagradveis".
SIVASTIN geralmente é bem tolerada. Raramente podem ocorrer flatulência, diarreia, constipao e náuseas durante o uso. Se ocorrerem sensações ou sintomas desagradveis, especialmente dor ou dolorimento muscular, acompanhados ou não de febre ou mal estar, o médico deve ser avisado prontamente.
"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS crianças".
SIVASTIN não deve ser administrado concomitantemente com derivados cumarúnicos, mibefradil e derivados do ácido fbrico ou niacina.
Contra-indicações: SIVASTIN É contra indicado nos casos de hipersensibilidade a qualquer componente do produto; em pacientes com hepatopatias ativas e nos perãodos de gravidez e amamentao.
Não deve ser utilizado durante a gravidez e lactao.
Precauções: (VIDE item precauções).
"Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do incio, ou durante o tratamento".
"NO TOME Remédio SEM O CONHECIMENTO DO SEU médico, PODE SER PERIGOSO PARA SUA Saúde".
"ESTE PRODUTO CONtêm O CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA QUE PODE CAUSAR reações DE NATUREZA ALRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA brônquicA, ESPECIALMENTE EM PESSOAS ALRGICAS AO Ácido acetilsalicílico".

Superdosagem :

Tem sido relatados poucos casos de superdosagem; nenhum paciente apresentou sintomas específicos e todos se recuperaram sem seqelas. A dose máxima ingerida foi de 450mg. Devem ser adotadas medidas comuns.

Uso Em Idosos

Para pacientes com idade acima de 65 anos, que receberam sinvastatina em estudos clínicos controlados, a eficácia avaliada por meio da reduo dos níveis de colesterol total e de colesterol-ldl, mostrou ser semelhante quela observada na populao como um todo e não houve aumento aparente na frequência de achados adversos clínicos ou laboratoriais.

Fabricante :

Vitapan Indústria farmacêutica Ltda.

Endereço: Rua VPR 01, Quadra 02-A, Modulo 01, Daia
Anápolis - GO, 75132-020
Telefone: (62) 3902-6100
CNPJ: 30.222.814/0001-31
Industria Brasileira.

Medicamentos do mesmo fabricante :

Aceclofenaco, Alendrin, Algy Flanderil, Amlodil, Ancloric, Assedatil, Atenoclor, Baczin, Beritin BC, Binafin, Bronquil, Butacid, Cecoflan, Celoxin, Cifloxan, Cinazin, Clarivit, Clordilon, Cloridrato de Amilorida Hidroclorotiazida, Clotigen, Dermitrat, Dermonil, Descoflan, Dexamex, Dibetam, Digoxan, Dimedril, Dimenidrin, Diureclor, Doralex, Dorfenol, Doxilina, Dnergrip-C, Feldran, Ferrison, Flamalgen, Flamatrat, Fluconid, Fungitrin, Gellat, Ginecol,
  • Glicomet, Hemodase, Ivermectina, Katrizan, Lisinoprid, Lorasc, Lorasliv, Losacoron, Mebendathil, Meloflan, Micotrin, Miocardil, Mucovit, Nimelid, Nimelit, Nistagen, Panvermin, Peptovit, Permitrat, Predcort, Pressomet, Pulmotrat, Quadrineo, Renapril, Resfriol, Reumotec, Ritroxim, Secdazol, Sivastin, Soripan, Suavebaby, Sulfato de Salbutamol, Tenolon, Ulcevit, Vertizan, Vitaglos, Vital Colírio, Vitromicin,

    Advertências :

    Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

    Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

    Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

    Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

    Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

    O ministério da saúde adverte:

    A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

    Como descartar os medicamentos :

    Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

    Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

    Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

    Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

    Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

    As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

    Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

    Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

    No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

    Mantenha-o longe do alcance de crianças.

    Manuseie-o com as mãos limpas.

    Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

    O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

    Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

    Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

    Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

    Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.