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Risperidona-Anova - Bula

Esta bula é meramente informatica destinada ao público em geral.

Princípio ativo : Risperidona

Apresentação : 1 mg/ml Solução Oral

Indicação :

A risperidona faz parte de um grupo de medicamentos chamados antipsicóticos.
A risperidona utilizada para tratar a esquizofrenia, uma situao que afecta o modo compensa, sente e/ou age. A situao pode causar sintomas como confuso, alucinações (porex. ouvir, ver ou sentir coisas que não estáo l presentes), delírio, desconfiana fora dohabitual (parania), isolamento social e emocional. A risperidona pode também serutilizada para manter a esquizofrenia sob controlo, após a remisso dos primeirossintomas para preveno do aparecimento de novas crises com a sua intensidade máxima.
Adicionalmente a risperidona pode também ser utilizada:para controlar os sintomas de mania em doentes com perturbao bipolar.

Antes de TomarRISPERIDONA ANOVA

Não tome Risperidona Anova
-Se tem alergia (hipersensibilidade) risperidona ou a qualquer outro componente de
Risperidona Anova. As reações de hipersensibilidade podem ser reconhecidas, por ex.,por uma eruPóo da pele, comicháo cara ou lbios inchados ou deficincia na respiração.
Tome especial cuidado com Risperidona Anova
- se sofre de demncia e tem história do seguinte: hemorragia cerebral (trombose/AVC),ou um problema que afecta o transporte de sangue ao crebro (AIT), presso arterialanormalmente baixa ou diabetes. Nestes casos não se recomenda a utilização derisperidona. Vocé ou o seu assistente/familiar devem consultar de imediato o seu médico

se algum dos seguintes sintomas se manifestar durante o tratamento com risperidona:relaxamento ou dormncia das faces, sensao de fraqueza nas pernas ou nos braos,dificuldade em falar ou ver. Nestes casos o tratamento com risperidona pode ter que serinterrompido.
- se sofre de demncia como resultado da doença dos corpos de Lewy (uma doença queafecta as células nervosas do crebro).
- se sofre de doença de Parkinson, dado que pode ocorrer um agravamento dasintomatologia da doença de Parkinson.
- se tem um problema cardiovascular (por exemplo incapacidade do coração bombear osangue adequadamente, ataque cardíaco, perturbações do ritmo cardíaco, falta de fluidosnos seus tecidos corporais (desidratao), volume anormalmente baixo de sanguecirculante (hipovolmia), ou uma doença que afecte as veias do crebro). A risperidonadeve ser utilizada com precauo dado que, especialmente no incio do tratamento, estapode causar uma descida brusca da presso arterial acompanhada por sensao detonturas (por exemplo quando se levanta de uma posio de sentada ou deitada). Deveter-se cuidado e ajustar a dose inicial.
- se tem presso arterial reduzida (hipotenso). A sua dosagem pode ter de ser reduzida.
- se tem uma função renal ou hepática diminuída. Recomenda-se que se reduza parametade quer a dose inicial quer os aumentos de dose. Esta medida também é aplicvel aosesquemas de dose para os idosos.
- se sofre de disfunção cerebral (perturbações mentais orgânicas). O risco de efeitossecundários maior.
- se tem epilepsia (convulsões). A risperidona deve ser utilizada com precauo dado quea mesma pode desencadear uma crise.
- se tem diabetes. níveis anormalmente elevados de açúcar no sangue (hiperglicmia) oudeterioração de uma diabetes já existente podem ocorrer durante o tratamento comrisperidona.
- se está a tomar medicamentos que podem prolongar o intervalo QT ( pergunte ao seumédico ou farmacêutico sobre esta situao), se sofre de algum problema cardíaco,perturbao do ritmo cardíaco ou níveis anormalmente baixos de potássio no sangue. Arisperidona deve ser utilizada com precauo.
- A risperidona deve ser utilizada com especial precauo se tem um tipo especial detumor hormona-dependente também chamado tumor prolactina-dependente como porexemplo alguns tumores de cancro da mama.
- se algum da sua famlia sofre de um problema cardíaco (por exemplo alteração doritmo cardíaco).
Doentes idosos
A experiência de utilização da risperidona em idosos reduzida. Os doentes idosos queestejam a tomar risperidona podem apresentar maior predisposio para ter tonturas,presso arterial anormalmente baixa ou uma baixa frequência cardíaca.
Como resultado podem ter mais probabilidades de ferimentos por apresentarem umamaior tendência para quedas.
Crianças e adolescentes
Dado não existir experiência com a utilização de risperidona em crianças de idadeinferior a 15 anos, o tratamento com risperidona não é recomendado.

Não há experiência no tratamento de episódios manacos em crianças e adolescentes deidade inferior a 18 anos.
Demncia
O risco de (mini) tromboses (ataque cardíaco, fraqueza sbita ou paralisia da face, braosou pernas, particularmente de um dos lados, ou dificuldade em falar) pode ser maior emdoentes com demncia que estejam a utilizar risperidona. Fale com o seu médico se temdemncia ou se já sofreu mesmo uma (mini) trombose, presso arterial elevada oudiabetes. Estudos realizados em idosos com demncia evidenciaram que o tratamentocom antipsicóticos como a risperidona (tambm chamados antipsicóticos atépicos) podeagravar o estado de Saúde destes doentes. Contacte o seu médico se quiser discutir esteassunto.
A risperidona pode agravar o estado de Saúde dos doentes idosos com demncia, queestejam também a tomar medicamentos que contêm furosemida. A furosemida é ummedicamento utilizado para tratar a presso arterial elevada e o inchao (edema) comoresultado de uma acumulao excessiva de líquidos no organismo. Deve informar o seumédico se estiver a tomar medicamentos que contêm furosemida.
Informe o seu médico se alguma das situações acima mencionadas se aplica a si, ou se jáse verificaram no passado.
Ao tomar Risperidona Anova com outros medicamentos
Evite tomar neurolpticos (medicamentos para tratar as psicoses e a esquizofrenia) aomesmo tempo.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentementeoutros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica, ou osseguintes:
- outros medicamentos que Atuam sobre o sistema nervoso central, como o álcool,
pioides (Analgésicos fortes), Anti-histamínicos (medicamentos para tratar as reaçõesalérgicas) e benzodiazepinas (medicamentos com propriedades tranquilizantes, sedativase relaxantes musculares). Os efeitos destes medicamentos podem ser aumentados.
- Outros medicamentos antipsicóticos, lítio (medicamento para tratar a depressomanaca), medicamentos para tratar a depresso grave (antidepressivos), eantiparkinsúnicos. há um risco aumentado de ocorrerem efeitos secundários comoalterações do movimento.
- levodopa ou outros medicamentos para aumentar os níveis de dopamina (umasubstância do crebro), como os utilizados no tratamento da doença de Parkinson. Arisperidona pode reduzir o efeito destes medicamentos.
- medicamentos que estimulam a função hepática, como a carbamazepina (usada naepilepsia), barbituratos (usados na epilepsia e na insônia), fenitona (utilizada naepilepsia). Estes medicamentos reduzem o efeito da risperidona. Se deixar de tomar umdestes medicamentos, a dose de risperidona poderá necessitar de ser ajustada.
- certos medicamentos para tratar a hipertenso arterial, como a fenoxibenzamina,labetolol, metildopa e reserpina. A risperidona pode aumentar o efeito hipotensivo
(redutor da presso arterial) destes medicamentos.
- guanetidina (usada para tratar a presso arterial elevada). A risperidona pode reduzir oefeito hipotensor (redutor da presso arterial) da guanetidina.
- alguns diuréticos (comprimidos de água), como a furosemida e a clorotiazida. Aexcreo de água, minerais (como o sódio) e Às vezes o cloro pode ser aumentada.

- antiácidos (medicamentos para neutralizar o ácido do estômago). Os antiácidos reduzemo efeito dos antipsicóticos como a risperidona.
- medicamentos que prolongam também o intervalo QT, como certos antiarrtmicos
(utilizados para corrigir o ritmo cardíaco), antibióticos macrílidos (usados nas infecções),antimalricos, antihistamúnicos (medicamentos para tratar as reações alérgicas),antidepressivos (usados em casos de depresses graves), e medicamentos que causamníveis anormalmente baixos de potássio no sangue (por exemplo certos diuréticos). Autilização da risperidona em simultâneo com estes fármacos deve ser evitada, pois podecausar hipocalimia (reduo dos níveis de potássio sanguíneos).
Ao tomar Risperidona Anova com alimentos e bebidas
Tome precauo se beber bebidas alcolicas pois pode sentir-se tonto.
Pode tomar Risperidona Anova juntamente com as refeições, ou no intervalo destas. Senecessário, a soluo de Risperidona Anova pode ser misturada com água. Não misturarcom chá.
Gravidez e Aleitamento
A risperidona não deve ser utilizada durante a gravidez a menos que seja estritamentenecessário. Consulte o seu médico se está grávida ou tenciona engravidar. A substânciaativa risperidona passa para o leite materno em pequenas quantidades. até data nãoso conhecidos efeitos nefastos para os bebs que so amamentados. A risperidona podeaumentar a quantidade de leite produzido. A risperidona não deve ser utilizada durante oaleitamento a menos que seja estritamente necessário. Deve falar com o seu médico sepretender amamentar. O seu médico Deverá avaliar se os benefícios de amamentar o seufilho so superiores aos riscos para o seu filho.
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.
Conduo de veículos e utilização de máquinas
Não conduza ou utilize máquinas porque a risperidona pode afectar a sua capacidade dereação.
Contacte o seu médico, o qual avaliaré o efeito que a risperidona tem em si e se teré aindaou não capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.

Modo de Usar: RISPERIDONA ANOVA

Tomar Risperidona Anova sempre de acordo com as Indicaçõesdo médico. Fale com oseu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.
Adultos:
esquizofrenia
mudança de outro antipsicótico para a risperidona
O tratamento com outros antipsicóticos deve ser interrompido de forma gradual. No casode tratamentos envolvendo injecções, o tratamento com risperidona deve ser iniciado mesma hora que deveria ser administrada a injeco seguinte.
Adultos e adolescentes com idade superior a 15 anos
A dose no dia 1 de 2 mg (2 ml) de risperidona (tomada em dose única ou dividida emduas doses). O seu médico pode aumentar esta dose no segundo dia até 4 mg (4 ml)tomada em dose única ou dividida em duas doses (uma de manhã e outra ao final do dia).

Se necessário, a dose pode ser aumentada lentamente, usualmente até 4 mg e 6 mg derisperidona por dia, embora sejam aceitveis doses até 8 mg.
Para os doentes idosos, a dose inicial recomendada é de 0,5 mg (0,5 ml) duas vezes pordia. O seu médico pode aumentar esta dose até 1 a 2 mg duas vezes por dia.
Crianças e adolescentes com idade inferior a 15 anos
até data não existe experiência sobre a utilização da risperidona em crianças com idadeigual ou inferior a 15 anos, pelo que não se recomenda a utilização de risperidona nestegrupo.
Doentes com função hepática ou renal reduzida
Recomenda-se iniciar o tratamento com doses de 0,5 ml duas vezes por dia. Esta dosepode ser ajustada individualmente com aumentos de 0,5 ml duas vezes por dia, até 1 a 2ml duas vezes por dia. Deve ser tida precauo devido à limitada experiência notratamento de pessoas com insuficincia hepática ou renal.
Doentes em fase Manaca
Adultos e adolescentes com idade superior a 18 anos
A dose inicial de 2 mg (2 ml) uma vez ao dia. O seu médico pode aumentar a dose comaumentos de 1 mg (1 ml) por dia, se necessário até doses de 6 mg (6 ml) por dia. O seumédico avaliar regularmente o seu tratamento.
Crianças e adolescentes
Não há experiência clínica no tratamento de episódios manacos em crianças eadolescentes com idade inferior a 18 anos.
Doentes idosos
Recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose de 0,5 ml duas vezes ao dia. Esta dosepor ser ajustada com aumentos de 0,5 ml duas vezes por dia até doses de 1-2 ml duasvezes ao dia. Deve ser tida precauo no tratamento de doentes idosos devido à limitadaexperiência clínica.
Importante: Nunca tomar mais de 16 ml de risperidona por dia.
Se achar que o efeito da risperidona muito fraco ou muito forte, fale com o seu médicoou farmacêutico.
Tomar com ou sem alimentos.
Se necessário a risperidona pode ser tomada com um copo de água. Se misturada destaforma, deve ser tomada de imediato. Não misture com chá.
Instruções para utilização da pipeta com risperidona:
Remova a tampa prova de abertura por crianças, pressionando a tampa para baixoenquanto a roda no sentido contrrio ao dos ponteiros do relgio. Colocar o frasco numasuperfcie plana (figura 1).
Remover a pipeta do local onde está colocada.
Introduzir a pipeta dentro do frasco.
Enquanto se pega pela parte de baixo, levantar a parte de cima até que a marca que indicao nmero de mg ou ml a serem tomados fique visível (figura 2).
5. Segurar a parte de baixo e retirar a pipeta de dentro do frasco (figura 3).
6. Esvaziar o conteúdo da pipeta dentro de um copo de água empurrando a parte superiorda pipeta até ao fundo. Não misturar com chá.
7. Fechar o frasco e lavar a pipeta com água. Colocar de novo a tampa no frasco e fechálo rodando a tampa no sentido dos ponteiros do relgio até ficar bem fechado.

Se tomar mais Risperidona Anova do que deveria
Contacte o seu médico, ou dirija-se ao hospital mais próximo. Leve a embalagem consigoe a quantidade remanescente na embalagem.
Os sinais e sintomas de sobredosagem so: sonolência, insônias, aceleração dosbatimentos cardíacos, reduo da presso arterial, tremor excessivo ou excessiva rigidezmuscular.
Caso se tenha esquecido de tomar Risperidona Anova
Não tome uma dose dobrada para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.
Se parar de tomar Risperidona Anova
após a descontinuao abrupta do tratamento com doses elevadas de antipsicóticos comoa risperidona, foram referidos os seguintes (raros) sintomas: náuseas, vômitos, sudorese einsônia. Os sintomas psicóticos podem reaparecer (como delírios e alucinações) ealterações dos movimentos (movimentos descontrolados). Por este motivo recomenda-seque a descontinuao do tratamento seja feita de forma gradual.
Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médicoou farmacêutico.

4. Efeitos secundários POSSVEIS

Como todos os medicamentos, Risperidona Anova pode causar efeitos secundários, no entanto, estes não se manifestam em todas as pessoas.
Podem ocorrer os seguintes efeitos secundários:
Muito frequentes (em mais do que 1 em 10 doentes)
Frequentes (em mais do que 1 em 100, mas em menos do 1 em 10 doentes)
Pouco Frequentes (em mais do que 1 em 1.000, mas em menos do 1 em 100 doentes)

Raros (em mais do que 1 em 10.000, mas em menos do 1 em 1.000 doentes)
Muito raros (em menos do 1 em 10.000 doentes)
Infecções
Pouco frequentes:
Inflamao das membranas mucosas do nariz, caracterizada por nariz entupido, espirros edescarga (rinite).
Sangue
Muito raros
Anomalias sanguíneas (deficincia dos glbulos brancos do sangue) associadas a umaumento da susceptibilidade s infecções (neutropenia), anomalias do sangue (deficinciade plaquetas sanguíneas) associada com contuses e tendência para hemorragia
(trombocitopenia).
Sistema endócrino
Pouco frequentes:
Aumento da quantidade de prolactina (uma hormona) no sangue.
Metabolismo
Muito raros:
Teor excessivo de açúcar no sangue (hiperglicmia), agravamento da diabetes existente.
Perturbações mentais
Frequentes:
insônia, agitao, ansiedade.
Pouco frequentes:
Dificuldade de concentração
Sistema nervoso
Frequentes:
Cefaleias, tonturas ou sonolência (sedao)
Pouco frequentes:
Tremores, pensamento e movimentos físico s anormalmente lentos, inquietao (porexemplo dificuldade em sentar-se), tonturas.
Olhos
Pouco frequentes:
Viso turva
rgos do equilíbrio e ouvidos
Pouco frequentes:
Tonturas
Coração
Pouco frequentes:
Aceleração dos batimentos cardíacos. Este efeito secundário ocorre particularmente comdoses iniciais elevadas.
Muito raros:
Presso sanguínea excessiva, prolongamento do intervalo QT que pode resultar numadoença cardíaca grave (torsades de pointes).
Vasos sanguíneos
Pouco frequentes:

Reduo da presso sanguínea, por exemplo quando se levanta bruscamente de umposio de sentado ou deitado, muitas vezes associada com tonturas (hipotensoortostática).
Raros:
Efeitos nos vasos sanguíneos cerebrais, incluindo trombose/enfarte cerebral, tambmconhecido como acidente vascular cerebral (AVC), alteração temporria do transporte desangue ao crebro deixando algumas sequelas ligeiras ou residuais (AIT).
Respiração e trax
Pouco frequentes:
Salivao profusa.
estámago e intestinos
Pouco frequentes:
Obstipao, alterações digestivas com sensao de enfartamento no abdômen superior,dor de estômago, arrotos, náuseas, vômitos e sensao de ardor (dispepsia), dorabdominal.
Muito raros:
vômitos.
Pele e tecidos subcutâneos
Pouco frequentes:
EruPóo cutânea e outras reações de hipersensibilidade.
Muito raros:
Episódios recorrentes de prurido devido a acumulao temporria de fluidos (edema) dapele e/ou membranas mucosas (angioedema).
mêsculos
Pouco frequentes:
Rigidez, alterações do movimento, como fazer movimentos involuntários.
Rins e trato urinário
Muito raros:
Passagem involuntária da urina (enurese).
rgos sexuais e mama
Pouco frequentes:
Disfunção erctil, problemas com ejaculao a com o atingir o orgasmo, impotncia
(incapacidade sexual no homem) em homens que nunca tiveram antes problemas sexuais.
Raros:
Secreo de leite, desenvolvimento das mamas nos homens. Alterações do ciclomenstrual e ausência de menstruao.
Muito raros:
Ereco persistente do Pónis muitas vezes dolorosa (priapismo).
Gerais:
Pouco frequentes:
Tonturas e cansaço.
Raros:
Aumento de peso.
Muito raros:
Acumulao de líquidos (edema).
Exames:

Muito raros
Alterações dos movimentos com sintomas como movimentos anormais dos mêsculos dalngua, face, boca, maxilar, ou braos e pernas, algumas vezes acompanhados portremores (discinsia tardia), podem ocorrer se utilizar antipsicóticos por largos perãodosde tempo (particularmente em doses elevadas). Estes sintomas podem também agravar-seou voltar mesmo a aparecer após a descontinuao do tratamento.
O seu médico monitorizar regularmente o eventual aparecimento estes sintomas duranteum perãodo de 6 meses após ter iniciado o tratamento.
Se verificar o aparecimento deste tipo de sintomas durante o tratamento com risperidona,o seu médico poderá considerar a possibilidade de interromper o tratamento com estemedicamento.
Nos idosos e em doentes com perturbações cerebrais, há um maior risco de que estessintomas se tornem permanentes.
Podem ocorrer sintomas como dor de cabeça, náuseas, confuso, caimbras musculares,sncopes/ convulsões e por vezes coma. Esta situao pode surgir devido a uma ingestãoexcessiva de água (ou de outros líquidos), por se sentir um aumento da sede, ou devido auma alteração da secreo de uma determinada hormona (SIADH).
Se apresentar sintomas como febre elevada, sudorese intensa, rigidez muscular grave,produo excessiva de saliva, respiração acelerada, alteração do estado de conscincia oupalidez, caimbras musculares e descoloração vermelha-acastanhada da urina,(sintomas desíndrome maligno dos neurolpticos), Deverá contactar de imediato o seu médico.
Os antipsicóticos podem por vezes provocar um agravamento dos sintomas comoagitao, inquietao e agressividade. Se esta situao ocorrer poderá ser necessáriobaixar a dose ou interromper o tratamento. Pergunte ao seu médico.
Podem ocorrer desmaios/convulsões, exacerbao da depresso (dependência grave) eum humor triste, ou perda de controlo da temperatura corporal.

5. COMO CONSERVAR RISPERIDONA ANOVA

Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Não utilizar Risperidona Anova após o prazo de validade impresso no frasco e na embalagem exterior. O prazo de validade corresponde ao ltimo dia do mês indicado.
Não conservar acima de 30 C. Não refrigerar ou congelar. Conservar na embalagem deorigem.
O prazo de validade após a primeira abertura do frasco de 4 meses.
Os medicamentos não devem ser eliminados na canalizao ou no lixo doméstico.
Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita.
Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

6. Outras Informações

Qual a composição de Risperidona Anova

- A substância ativa é a risperidona. 1 ml de Solução Oral contêm 1 mg de risperidona.
- Os outros componentes so: ácido tartrico (E334), ácido benzico (E210), ácidoclordrico e água purificada.
Qual o aspecto de Risperidona Anova e conteúdo da embalagem
A Solução Oral lmpida e incolor. está disponível em frascos de 30 ml, 60 ml, 100 ml e
120 ml.
Uma pipeta é adicionada ao frasco, o que permite que seja medida a quantidade correctade medicamento a administrar.
É possível que não sejam comercializadas todas as Apresentações.

Fabricante :

Fabricante : s Anova Produtos farmacêuticos, Lda.
Rua Dr. Antônio Loureiro Borges, Edifício Arquiparque 1, R/C Esq
1495-131 Algés

Este medicamento encontra-se autorizado nos Estados Membros do Espao Econmico
Europeu (EEE) sob as seguintes denominações:


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.