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Lindisc Duo - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : estradiol

Apresentação : Cartucho com 8 adesivos transdrmicos (4 adesivos Fase 1; 4 adesivos Fase 2).

Indicação : Terapia de reposição estrogênica para tratamento de distúrbios do climatério. Lindisc Duo proporciona reposição hormonal durante e após o climatério. A adição de um progestognio na segunda metade de cada ciclo auxilia na obtenção de um bom controle de ciclos menstruais irregulares, caractersticos do climatério, e reduz risco de desenvolvimento de hiperplasia endometrial. Lindisc Duo suprime ou melhora os sintomas caractersticos do climatério, tais como, fogachos, sudorese e distúrbios do sono e praticamente não afeta a produção endgena de hormônios ovarianos. Produtos contendo associação de estrognio e progestognio são necessários apenas para pacientes com étero ntegro.

Efeito Colateral :

Durante os primeiros meses de tratamento podem ocorrer sangramentos de escape e gotejamento (spotting) e aumento da sensibilidade e do tamanho das mamas. Estes geralmente são temporrios e desaparecem com a continuação do tratamento. Outros sintomas que também podem ocorrer são: irritação da pele no local da aplicação ; aumento de apetite; distensão abdominal; palpitações; ansiedade/sintomas depressivos; cefaleia; enxaqueca; vertigem; dispepsia; dores nas pernas; edema; hipertensão; alteração da libido; náusea; erupções cutâneas; vômito; alteração de peso e cloasma. Algumas mulheres podem apresentar predisposição natural ao aparecimento de colestase durante o tratamento com esteroides. Alterações em testes laboratoriais: existem alguns testes laboratoriais que podem ser influenciados por estrognios, tais como, testes para tolerância glicose ou função tiroidiana.

Modo de Usar :

Se a paciente ainda estiver menstruando, deve-se comear o tratamento em qualquer dia entre o 1 e o 5 dia de menstruação. Pacientes cujos ciclos menstruais são pouco frequentes ou que sejam Pós-menopausadas podem iniciar o tratamento a qualquer momento, desde que se tenha excluído a possibilidade de gestação. Um ciclo de tratamento com Lindisc Duo consiste de 4 adesivos transdrmicos Fase 1, contendo estradiol, seguidos por 4 adesivos transdrmicos Fase 2, contendo estradiol e levonorgestrel. Deve-se aplicar um adesivo Fase 1, duas vezes por semana, nas duas semanas inicias, seguido por um adesivo Fase 2, duas vezes por semana, nas duas semanas seguintes. Cada adesivo transdrmico removido após 3 ou 4 dias de uso e um novo é aplicado em um local diferente. Desta maneira, utilizam-se dois adesivos em cada semana, devendo ser trocados sempre nos mesmos dias de cada semana. Para auxiliar a paciente no controle dos dias de troca, o dia da semana (segunda-feira ou quinta-feira) encontra-se impresso na embalagem individual do adesivo. Os locais de aplicação recomendados são reas da pele limpas, secas e sem lesão, na regio inferior do tronco (preferencialmente na regio das nádegas). Lindisc Duo não deve ser aplicado sobre ou próximo s mamas. Cada embalagem contém adesivos transdrmicos suficientes para 28 dias de tratamento. O tratamento é continuo, ou seja, a embalagem subseqente iniciada imediatamente, sem pausa. O sangramento geralmente ocorre durante a última semana do ciclo ou dentro dos primeiros dias do ciclo seguinte. - Superdosagem: improvável que ocorra superdosagem com a utilização desta via de Administração. Não existe qualquer antídoto específico, e o tratamento deve ser sintomático. O(s) adesivo(s) transdrmico(s) deve(m) ser removido(s).

Contra indicação :

Gravidez; lactação; distúrbios graves da função hepática (incluindo porfiria); tumores hepáticos atuais ou antecedentes dos mesmos; icterícia ou prurido persistente durante gestação anterior; síndrome de Dubin-Johnson ou de Rotor; distúrbio cardíaco ou distúrbio renal graves; processos tromboemblicos atuais ou antecedentes dos mesmos; anemia falciforme; suspeita ou diagnóstico de distúrbios ou tumores hormnio-dependentes, tumores de étero ou de mama; sangramento vaginal irregular não diagnosticado; distúrbios congnitos do metabolismo liPódico; história de herpes gestacional; otosclerose com agravamento durante gestação anterior; endometriose; diabetes grave com alterações vasculares; hipersensibilidade a qualquer um dos componentes do produto.

Precauções :

Antes de iniciar o tratamento, deve-se excluir a possibilidade de gestação. Se não ocorrer sangramento em intervalos de aproximadamente 28 dias, o tratamento deve ser interrompido até que se tenha excluído a possibilidade da existância de gravidez. Antes de iniciar o tratamento devem ser realizados exames clínico detalhado e ginecológico minucioso, com atenção especial em peso corporal, pressão arterial, coração, rgos Pólvicos com avaliação endometrial, se for indicada, pernas e pele. Durante o tratamento recomendam-se exames de controle em intervalos de aproximadamente 6 meses. As pacientes devem submeter-se a exames das mamas regularmente e ser instruídas a realizar auto-exame. Se for considerado apropriado, deve-se realizar mamografias regularmente. A medicação deve ser suspensa imediatamente se durante o tratamento ocorrerem, pela primeira vez, cefaleias do tipo enxaqueca, ou cefaleias com frequência e intensidade não habituais ou se existirem quaisquer outros sintomas que sejam possveis indicadores de oclusão vascular, por exemplo, perturbações repentinas da visão. Deve-se considerar a interrupção do tratamento antes de cirurgias programadas (6 semanas antes), ou após imobilização forçada. são também razes para suspender a medicação : icterícia, colestase, hepatite, gestação, acentuada elevação da pressão arterial, Ocorrência de doença tromboemblica ou aumento de ataques epilticos. Leiomiomas preexistentes podem aumentar em tamanho sob influência de estrognios. Se isto for observado, deve-se interromper o tratamento. Em pacientes com doença hepática crônica moderada, deve-se avaliar a função hepática a cada 8-12 semanas. Os resultados dos testes de função hepática podem ser afetados por terapia de reposição hormonal. Ocasionalmente podem ocorrer sangramento de escape como resultado de aderncia inadequada ao tratamento ou uso concomitante de antibiótico. Entretanto, o aparecimento desse fenmeno pode indicar presença de patologia endometrial e, portanto, deve-se realizar investigação diagnstica apropriada, incluindo bipsia. Existe um risco aumentado de hiperplasia e carcinoma endometriais associado é Administração prolongada (por mais de um ano) de estrognio isoladamente. Porêm, a adição apropriada de progestognio ao tratamento diminui estatisticamente o risco. Existem, no momento, algumas evidências que sugerem que o emprego de TRH em mulheres Pós-menopausadas em longo prazo (mais de 5 anos) pode implicar em leve aumento no risco relativo de Ocorrência de cncer de mama. Não está estabelecido se o emprego simultâneo de progestognio influencia este risco. Desta maneira, mulheres em terapia prolongada devem ser submetidas regularmente a exames de mamas e ser instruídas para realizarem auto-exame. Se for considerado apropriado, deve-se realizar mamografia regularmente. A Ocorrência de tromboembolismo tem sido associada terapia de reposição estrogênica e esta não deve ser utilizada em mulheres com história anterior ou atual de tromboembolismo venoso. Doenças que podem se agravar durante gestação (por exemplo, esclerose múltipla, epilepsia, diabetes, doença mamria benigna, hipertensão, disfunção renal ou cardíaca, asma, tetania, otosclerose, lpus eritematoso sistémico) e mulheres com histrico familiar (parentes diretos) de cncer de mama devem ser cuidadosamente observadas durante o tratamento. Estrognios podem causar retenção de fluidos e, portanto, pacientes com disfunção renal ou cardíaca devem ser cuidadosamente observadas. A maioria dos estudos indica que terapia de reposição estrogênica tem pequeno efeito em pressão arterial, e em alguns foi demonstrada diminuição da pressão arterial. Além disso, estudos sobre terapia combinada mostram que a adição de um progestognio também tem pequeno efeito em pressão arterial. hipertensão idiossincrsica pode ocorrer raramente. Quando se administram estrognios a mulheres hipertensivas necessário mant-las sob supervisão e deve-se realizar controle de pressão arterial em intervalos regulares. após o uso de substâncias hormonais, tais como as contidas em Lindisc Duo, foram observados, em casos raros, tumores hepáticos benignos, e mais raramente malignos, que em casos isolados podem ocasionar hemorragias intra-abdominais com risco de vida para a paciente. Se ocorrerem transtornos epigástricos graves, aumento do tamanho do fgado ou sinais de hemorragia intra-abdominal, deve-se incluir tumor hepático nas considerações diagnóstico-diferenciais. Lindisc Duo não é indicado para contracepção. Quando necessário, deve-se utilizar métodos contraceptivos não hormonais, com exceção dos métodos de ritmo e de temperatura. - Interações Medicamentosas:: deve-se interromper a contracepção hormonal quando se inicia tratamento com Lindisc Duo e a paciente deve ser orientada a adotar medidas contraceptivas não hormonais, se necessário. Medicamentos indutores de enzimas microssomais hepáticas, por exemplo, barbitúricos, carbamazepina, fenitona, rifampicina, aceleram o metabolismo de associações estrgenio/progestognio, tais como, a contida em Lindisc Duo e podem reduzir sua eficácia. Como não ocorre metabolismo de primeira passagem hepática, com a administração transdrmica, o grau de tais Interações pode ser reduzido. A necessidade de antidiabéticos orais ou insulina pode ser alterada como resultado do efeito sobre a tolerância glicose.

Fórmula :

Lindisc Duo fase 1: cada adesivo transdrmicocontém 3 mg de estradiol e libera 80 mcg de estradiol por dia. Lindisc Duo fase 2: cada adesivo transdrmico contém 2,5 mg de estradiol e 1 mg de levonorgestrel, liberando 50 mcg de estradiol e 20 mcg de levonogestrel por dia. Excipientes: adesivo acrílico, dietiltoluamida.

Fabricante :

Schering do Brasil

Av Alfredo Egídio de Souza Aranha, 384 An 4
São Paulo - SP

Medicamentos do mesmo fabriante :

Azelan, Betaferon, Cliane, Dopergin, Ecovis 200, Esmeron, Estrofem 2 mg, Femiane, Fludara, Gestadinona, Ginedisc, Gyno icaden, Icaden, Levovist, Lindisc 50, Lindisc duo, Loratadina, Mesigyna, Microvlar, Nebido, Neovlar, Procin, Proviron, Puregon, Quadriderm, Rebetol, Rotram, Sporostatin, Ultraproct, Vasomax


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.