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Lasix Long - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Furosemida

Classe terapêutica : Antihipertensivos e Diuréticos

Indicações:

hipertensão Arterial leve a moderada;
Edema devido a distúrbios cardíacos, hepáticos e renais;
Edema devido a queimaduras.

Efeito Colateral :

A furosemida pode levar a um aumento da excreção de sódio e cloro e consequentemente água. Adicionalmente, fica aumentada a excreção de outros eletrôlitos, em particular potássio, cálcio e magnésio. distúrbios eletrolíticos sintomáticos e alcalose metabólica podem se desenvolver e se manifestar na forma de deficit eletrolítico gradualmente aumentado, ou onde por exemplo, doses mais altas de furosemida são administradas a pacientes com função renal normal, como perda aguda grave de eletrôlitos.
Os sinais de distúrbios eletrolíticos incluem polidipsia, cefaleia, confusão, dores musculares, tetania, fraqueza dos mêsculos, distúrbios do ritmo cardíaco e sintomas gastrintestinais.
O desenvolvimento de distúrbios eletrolíticos são influenciados por fatores como doenças conjuntas (por exemplo: cirrose hepática, insuficiência cardíaca), medicação concomitante (ver item Interações) e nutrição. Em particular, como resultado dos vômitos e diarreia, a deficiência de potássio pode ocorrer.
A ação diurética da furosemida pode ser to forte e pode levar ou contribuir para hipovolemia e desidratação, especialmente em pacientes idosos. A depleção grave de fludos pode levar a hemoconcentração com tendência ao desenvolvimento de tromboses.
A furosemida pode causar redução na pressão sanguínea, a qual especialmente se pronunciada, pode causar sinais e sintomas como dificuldade na habilidade de concentração e reação, cabeça leve, sensação de pressão na cabeça, cefaleia, tonturas, sonolência, fraqueza, distúrbios visuais, boca seca, intolerância ortostática.
Aumento na produção urinária pode provocar ou agravar as queixas de pacientes com obstrução do fluxo urinário.
Portanto, retenção urinária aguda com possveis complicações secundárias pode ocorrer, por exemplo, em pacientes com distúrbios do esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou estreitamento da uretra.
O tratamento com furosemida pode levar a aumentos nos níveis séricos de colesterol e triglicrides. Pode haver aumentos transitórios dos níveis de creatinina e de uria. A concentração sanguínea de ácido rico frequentemente aumentada, podendo levar a ataques de gota em pacientes predispostos.
A tolerância glicose pode diminuir durante o tratamento com a furosemida. Em pacientes com diabete melito, este efeito pode levar a deterioração do controle metabólico; o diabete melito latente pode se manifestar.
reações gastrintestinais como náuseas, vômitos e diarreia podem ocorrer em casos raros. Em casos isolados, colestase intrahepática, aumento nas transaminases hepáticas ou pancreatite aguda podem se desenvolver.
Pode ocorrer também em casos raros, distúrbios na audição e/ou tinitus, embora geralmente de caréter transitório, particularmente em pacientes com insuficiência renal, hipoproteinemia (por exemplo: síndrome nefrtica) e/ou quando a furosemida por via intravenosa foi administrada muito rapidamente.
reações cutâneas e nas membranas mucosas podem ocorrer ocasionalmente, sob a forma, por exemplo, de coceira, urticária, outras reações como rash ou erupções bolhoras, eritema multiforme, dermatite esfoliativa ou púrpura.
reações anafiláticas ou anafilactides graves com, por exemplo, choque ,podem ocorrer raramente.
Nefrite intersticial, vasculite ou eosinofilia são reações raras. Podem ocorrer raramente febre ou parestesia, e ocasionalmente, fotosensibilidade.
Pode ocorrer ocasionalmente trombocitopenia. Em casos raros pode ocorrer leucopenia e, em casos isolados, agranulocitose, anemia aplástica ou anemia hemoltica.
Em crianças prematuras, a furosemida pode precipitar nefrocalcinose e nefrolitase. Caso a furosemida seja administrada crianças prematuras durante as primeiras semanas de vida, pode aumentar o risco de persistância de ducto de Botallo.
após a administração intramuscular, reações locais como dor no local da injeção podem ocorrer.
Tendo em vista que alguns efeitos adversos (por exemplo, alterações nas figuras sanguíneas, reações anafilticas ou anafilactides graves, reações cutâneas bolhosas graves) podem se tornar, sob certas circustâncias, risco vida, É essencial que o médico seja informado imediatamente caso reações repentinas ou graves ocorram. Alguns efeitos adversos, tais como hipotensão pronunciada, podem prejudicar a habilidade de concentração e reação e, portanto, constituem risco em situações onde essas habilidades sejam de particular importncia (dirigir ou operar máquinas).

Modo de Usar :

A menos que seja prescrito de modo diferente, recomenda-se o seguinte esquema:
Na hipertensão leve a moderada, uma dose inicial de uma cápsula por dia muitas vezes produzirá um efeito anti-hipertensivo satisfatério. A posologia pode ser aumentada ou reduzida em função da resposta do paciente.
Em edemas, geralmente é adequado uma cápsula de LASIX LONG 60 mg, uma vez por dia, preferencialmente pela manhã. Em casos mais graves, a dose pode ser aumentada. A dose de manutenção depender da resposta do paciente.
As cápsulas devem ser ingeridas inteiras sem mastigar com algum líquido e com o estômago vazio.
A duração do tratamento determinada pelo médico.

Contra indicação :

LASIX não deve ser usado em pacientes com:
Insuficiência renal com anúria, pré-coma e coma hepático associado com encefalopatia hepática, hipopotassemia severa, hiponatremia grave, hipovolemia (com ou sem hipotensão) ou desidratação, hipersensibilidade furosemida ou sulfonamidas e aos componentes da fórmula.
Gravidez e lactação
A furosemida atravessa a barreira placentária. Portanto, não deve ser administrada durante a gravidez a menos que estritamente indicada e por curtos perãodos de tempo. O tratamento durante a gravidez requer monitoração do crescimento fetal.
No perãodo da amamentação, quando o uso de furosemida for considerado necessário, deve ser lembrado que a furosemida passa para o leite e inibe a lactação. é aconselhável interromper a amamentação nesses casos.

Precauções :

O fluxo urinário deve ser assegurado. Pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário necessitam de monitoração regular, especialmente na fase inicial do tratamento.
Uma cuidadosa vigilância em particular se faz necessária nos casos de:
. pacientes com hipotensão ou com risco particular de pronunciada queda na pressão arterial (por exemplo pacientes com estenoses significativas das artrias coronárias ou das veias sanguíneas que suprem o crebro);
. diabete melito latente ou manifesto (controle regular da glicemia);
. gota (controle regular do ácido rico);
. pacientes com insuficiência renal (síndrome hepatorrenal), associada doença hepática grave;
. hipoproteinemia, por exemplo, associada síndrome nefrtica (a furosemida pode ter seu efeito diminuído e potencializar a ototoxicidade); a avaliação da dose necessária nesses casos;
. crianças prematuras (possível desenvolvimento de célculos renais contendo cálcio [nefrolitase] e deposição de sais de cálcio no tecido renal [nefrocalcinose]; a função renal Deverá ser monitorizada e Deverá ser realizada uma ultrassonografia renal)
Durante tratamento com furosemida geralmente recomendada a monitorização regular do sódio, potássio e creatinina sérica; necessária monitorização particular em casos de pacientes com alto risco de desenvolvimento de alterações eletrolíticas ou em caso de perda adicional significativa de fludos (por exemplo, devido à vômitos, diarreia ou suor intenso). Hipovolemia ou desidratação, bem como qualquer alteração eletrolítica ou ácido base significativas devem ser corrigidas. Isto pode requerer a descontinuação temporria da furosemida.
Apesar de a administração da furosemida s raramente conduzir a uma hipopotassemia, sempre aconselhável uma dieta rica em potássio (carne magra, batatas, bananas, tomates, couve-flor, espinafre, frutas secas etc.). Ocasionalmente, pode ser indicado o tratamento com produtos que contenham potássio ou poupadores de potássio.

Modo de usar :

A menos que seja prescrito de modo diferente, recomenda-se o seguinte esquema:
Na hipertensão leve a moderada, uma dose inicial de uma cápsula por dia muitas vezes produzirá um efeito anti-hipertensivo satisfatério. A posologia pode ser aumentada ou reduzida em função da resposta do paciente.
Em edemas, geralmente é adequado uma cápsula de LASIX LONG 60 mg, uma vez por dia, preferencialmente pela manhã. Em casos mais graves, a dose pode ser aumentada. A dose de manutenção depender da resposta do paciente.
As cápsulas devem ser ingeridas inteiras sem mastigar com algum líquido e com o estômago vazio.
A duração do tratamento determinada pelo médico.

Fórmula :

Cada cápsula contém:
Furosemida .................... 60 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 cápsula
(sacarose amido de milho, polividona, talco, shellac, ácido esteárico, xido de alumínio hidratado, xido de ferro amarelo, indigo carmin, dióxido de titânio e gelatina)

Informação Técnica

A furosemida, Princípio ativo de LASIX, é um diurético do grupo dos salurticos e tem ação em todas as regiões do nfron, com exceção do tbulo distal, com predomnio de ação no segmento ascendente da ala de Henle.
A furosemida é um diurético de ala que produz um efeito diurético potente de ação rápida e de curta duração. A furosemida bloqueia o sistema co-transportador de Na+K+2Cl- localizado na membrana celular luminal do ramo ascendente da ala de Henle; portanto a eficácia da ação salurtica da furosemida depende da droga alcançar o lmen tubular via um mecanismo de transporte aniúnico. A ação diurética resulta da inibição da reabsorção de cloreto de sódio neste segmento da ala de Henle. Como resultado, a excreção fracionada de sódio pode alcançar 35% da filtração glomerular de sódio. Os efeitos secundários do aumento da excreção de sódio são excreção urinária aumentada (devido a gradiente osmático) e aumento da secreção tubular distal de potássio. A excreção de ons cálcio e magnésio também é aumentada.
A furosemida interrompe o mecanismo de retorno (Feedback) do tbulo glomerular da mcula densa, com o resultado de não atenuação da atividade salurtica. A furosemida causa estimulação dose-dependente do sistema renina -angiotensina- aldosterona.
Na insuficiência cardíaca, a furosemida produz uma redução aguda da pré-carga cardíaca (pela dilatação da capacidade venosa).
Este efeito vascular precoce parece ser mediado pela prostaglandina e pressuPóe uma função renal adequada com ativação do sistema renina-angiotensina e síntese intacta de prostaglandina. Além disso, devido ao seu efeito natriurético, a furosemida reduz a reatividade vascular das catecolaminas que é aumentado em pacientes hipertensivos.
A eficácia antihipertensiva da furosemida é atribuda ao aumento da excreção de sódio, redução do volume sanguíneo e redução da resposta vascular do mêsculo liso ao estémulo vasoconstritor.
O efeito diurético da furosemida ocorre dentro de 15 minutos da administração de uma dose intravenosa e dentro de 1 hora da administração de uma dose oral.
O aumento dose-dependente da diurese e natriurese foi demonstrado em indivíduos sadios recebendo doses de furosemida de 10mg até 100mg. A duração da ação de aproximadamente 3 horas após uma dose intravenosa de 20mg e de 3 a 6 horas após uma dose oral de 40mg em indivíduos sadios.
A furosemida rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal. O tmx é de 1 a 1,5 horas para os comprimidos de 40mg. A absorção da droga demonstra grande variabilidade intra e inter individual.
A biodisponibilidade da furosemida em voluntários sadios de aproximadamente 50% a 70% para os comprimidos. Nos pacientes, a biodisponibilidade da droga influenciada por Vários fatores incluindo outras doenças, podendo ser reduzida em até 30% (por exemplo, síndrome nefrtica).
A influência da administração concomitante de alimentos na absorção da furosemida depende da forma farmacêutica.
O volume de distribuição de furosemida de 0,1 a 0,2 litros por kg de peso corPóreo. O volume de distribuição pode ser mais elevado dependendo da doença conjunta.
A furosemida fortemente ligada s proteínas plasmáticas (mais de 98%), principalmente é albumina.
A furosemida eliminada principalmente como droga inalterada, primariamente pela secreção no tbulo proximal. após a administração intravenosa, 60 a 70% da dose de furosemida excretada desta forma. O metabólito glucurondico da furosemida equivale a 10 a 20 % das substâncias recuperadas na urina. O restante da dose excretado nas fezes, provavelmente após a secreção biliar.
A meia-vida terminal da furosemida após a administração intravenosa de aproximadamente 1 a 1,5 horas.
A biodisponibilidade da furosemida não é alterada em pacientes com insuficiência renal terminal. Em insuficiência renal, a eliminação de furosemida diminuída e a meia-vida prolongada; a meia-vida terminal pode ser de até 24 horas em pacientes com insuficiência renal grave.
Na síndrome nefrtica, a redução na concentração das proteínas plasmáticas leva a concentrações mais altas de furosemida livre.
Por outro lado, a eficácia de furosemida reduzida nestes pacientes devido à ligação intratubular da albumina e diminuição da secreção tubular.
A furosemida pouco dialisvel em pacientes sob hemodilise, dilise peritoneal e CAPD.
Em insuficiência hepática, a meia-vida de furosemida é aumentada em 30% a 90%, principalmente devido ao maior volume de distribuição. Adicionalmente, neste grupo de pacientes existe uma ampla variação em todos os parâmetros farmacocinéticos.
A eliminação de furosemida diminuída devido a redução na função renal em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão grave ou em pacientes idosos.
Em crianças prematuras ou de termo, dependendo da maturidade dos rins, a eliminação de furosemida pode estar diminuída. O metabolismo da droga também reduzido caso a capacidade de glucuronização esteja prejudicada. A meia-vida terminal é abaixo de 12 horas em crianças em idade Pós-concepção de mais de 33 semanas. Em crianças com 2 meses ou mais, o "clearance" terminal é o mesmo dos adultos.
Devido as suas caractersticas, LASIX é usado no tratamento de edemas associados a distúrbios cardíacos, hepáticos ou renais (na presença de síndrome nefrtica, o tratamento da causa primordial) e de edemas devido a queimaduras.
LASIX também é indicado para o tratamento de hipertensão leve a moderada.

Informação ao Paciente

Ação esperada do medicamento: LASIX LONG 60 mg apresenta efeito diurético e antihipertensivo com incio de ação paulatino, atingindo o pice aproximadamente após 2 a 3 horas e mantendo-se por um perãodo de 12 hs.
Cuidados de armazenamento: na sua embalagem original, LASIX LONG 60 mg deve ser conservado em local fresco e seco e ao abrigo da luz.
Prazo de validade: vide cartucho. Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. Nenhum medicamento deve ser utilizado após o trmino do seu prazo de validade, pois pode ser ineficaz e prejudicial para sua Saúde.
Gravidez e lactação: Informar ao médico Ocorrência de gravidez na vigncia do tratamento ou após o seu trmino. LASIX não deve ser administrado durante a gravidez, somente sob rigoroso controle médico e por tempo reduzido.
Cuidados de Administração: As cápsulas devem ser ingeridas inteiras sem mastigar com algum líquido e com o estômago vazio. O produto deve ser tomado preferencialmente pela manhã.
Cuidados na interrupção do tratamento: não interromper ou modificar o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
reações Adversas: Informar ao médico Ocorrência de reações desagradveis, tais como: aumento de sede, dor de cabeça, confusão, dores musculares, fraqueza dos mêsculos ou sintomas gastrintestinais.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. ingestão concomitante com outras substâncias: o médico deve ter conhecimento da medicação que o paciente estiver tomando.
Contra-Indicaçõese Precauções: Informe ao seu médico sobre outros medicamentos que estejam sendo utilizados. Para os casos em que o produto é contra indicado e para as precauções que devem ser seguidas, vide Informaçães Técnicas.
NO TOME Remédio SEM O CONHECIMENTO DO SEU médico. PODE SER PERIGOSO PARA SUA Saúde.

Interação Medicamentosa :

Quando um glicosdeo cardíaco for administrado concomitantemente, deve ser lembrado que a deficiência de potássio ou magnésio aumenta a sensibilidade do miocárdio aos digitlicos.
No caso de medicação concomitante com glicocorticóides, carbenoxolona (anti-ulceroso), alcauz em grandes quantidades ou de abuso de laxantes, deve ser lembrado o risco de uma perda aumentada de potássio.
A furosemida pode potencializar os efeitos nefrotxicos de certos antibióticos (por ex. aminoglicosdeos, polimixinas). Devido a isso, a furosemida deve ser usada com cautela em pacientes com comprometimento renal induzido por antibióticos.
Deve ser lembrado que a ototoxicidade dos antibióticos aminoglicosódicos pode ser potencializada quando a furosemida for usada concomitantemente. Os efeitos resultantes sobre a audição podem ser irreversíveis. Devido a isso, esta combinação de fármacos deve ser restrita a Indicaçõesvitais.
Pacientes que estáo recebendo diuréticos podem sofrer grave deterioração na função renal quando um inibidor da ECA é administrado pela primeira vez ou tem sua dose aumentada (hipotensão de primeira dose). Por essa razo, deve-se considerar a interrupção da administração da furosemida temporariamente ou ao menos reduzir a dose de furosemida por 3 dias antes de iniciar o tratamento com inibidor da ECA ou antes de aumentar sua dose.
Agentes anti-inflamatórios não esteroides (por ex. indometacina, ácido acetilsalicílico) podem atenuar a ação da furosemida e sua administração concomitante pode causar insuficiência renal aguda no caso de hipovolemia ou desidratação preexistente. A toxicidade do salicilato pode ser aumentada pela furosemida.
A diminuição do efeito da furosemida tem sido também descrita após Administração concomitante da fenitona.
a administração concomitante de furosemida e sucralfato deve ser evitada, pois o sucralfato reduz a absorção de furosemida e, conseqentemente, seu efeito. Aguardar pelo menos um perãodo de 2 horas entre uma administração e outra.
Medicamentos como o probenecide e o metotrexato, assim como a furosemida, são secretados significativamente por via tubular renal e podem reduzir o efeito da furosemida. Por outro lado, a furosemida pode diminuir a eliminação renal destas drogas. No caso de tratamento concomitante de furosemida e as outras drogas, ambas em altas doses, pode haver aumento dos níveis séricos bem como dos riscos de efeitos adversos resultantes de ambas.
Se agentes antihipertensivos ou outras drogas que potencialmente diminuem a pressão sanguínea são administrados concomitantemente com a furosemida, uma queda pronunciada da pressão sanguínea pode ser esperada.
Os efeitos dos antidiabéticos e medicamentos hipertensores (ex: epinefrina, norepinefrina) podem ficar reduzidos, enquanto que aqueles da teofilina ou relaxantes musculares do tipo curare podem aumentar.
A furosemida diminui a excreção de sais de lítio e pode causar aumento dos níveis séricos de lítio, aumentando sua toxicidade. Desta forma, recomenda-se que os níveis séricos de lítio sejam cuidadosamente monitorados em pacientes que recebem esta combinação.

Superdosagem :

O sintoma da intoxicação pela furosemida depende da extensão e conseqncia da perda de eletrôlitos e fludos como, por exemplo, hipovolemia, desidratação, hemoconcentração, arritmias (incluindo bloqueio a-v e fibrilação ventricular). os sintomas destes distúrbios incluem hipotensão grave (progredindo para o choque), insuficiência renal aguda, trombose, estado de delírio, paralisia flcida, apatia e confusão.
Não se conhece antídoto específico para a furosemida. caso a ingestão tenha acabado de ocorrer, deve-se tentar limitar a absorção sistémica do ingrediente ativo através de medidas como lavagem gástrica ou outras com o objetivo de reduzir a absorção (por exemplo: carvo ativado).
distúrbios clinicamente relevantes do balanão eletrolítico e de fludos devem ser corrigidos conjuntamente com a prevenção e tratamento de complicações srias resultantes de distúrbios e de outros efeitos no organismo, podendo necessitar monitoração médica intensiva geral e especfica e medidas terapêuticas.

Fabricante :

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda.

Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP

Serviço de Atendimento ao Consumidor:
sac.brasil@sanofi.com

Produtos Sanofi
Fone: 0800 703 00 14
(2ª à 6ª feira, das 9 às 17h)

CNPJ 02.685.377/0008 23
Indústria Brasileira

Medicamentos do mesmo fabricante :

Aas protect, Actiprofen, Actonel, Aderogil, Agreal, Allegra 60 mg, Allegra d, Allegra d, Allegra pediatrico, Allegra, Amaryl, Amitrex, Amplictil gotas, Amplictil, Anandron nilutamida, Anandron, Antigripine, Apidra solostar, Apidra, Aprovel, Aprozide, Arava, Arelix, Asafen, Asilone, Atlansil, Auditol, Avaxim, Benoflex, Besaprin, Beserol, Bgstar, Buclina, Buclivit, Cefamezin, Cefrom, Celsior, Cepacaina, Cepacol fluor, Cepacol menta, Cepacol plus advanced, Cepacol, Cepacolplus advanced, Cewin efervescente, Cewin gotas, Cewin, Ciprofibrato, Citrovit 1 g, Citrovit 2 g, Claforan, Claripex al, Clikstar, Clorana, Colestase, Colirio moura brasil, Coltrax injetavel, Coltrax, Confiare prevent, Conmel, Corastorva, Corediol, Dactil, Danatrol, Daonil, Depakine chrono 300, Depakine chrono 500, Depakine chronosphere, Depakine solucao, Depakine xarope, Depura kids, Depura, Dermacyd breeze, Dermacyd delicata, Dermacyd femina, Dermacyd infantil, Dermacyd neutralize, Dermacyd pocket delicata, Dermacyd teen fresh, Dermacyd teen sweet flower, Dermacyd, Dermatop creme, Dermatop pomada, Dermatop, Dicinone, Dienpax, Dientrin, Digesan, Dimercaprol, Diurana, Dogmatil 50 mg, Dogmatil 200 mg, Dogmatil capsulas, Dogmatil forte, Dogmatil Solução oral, Dogmatil, Dolantina, Dorico, Eloxatin, Enterogermina, Equilid 50 mg, Equilid, Eradacil, Esperson n, Esperson, Euvax, Expolid, Falmonox, Fasturtec, Franol, Fraxiparina, Frisium, Gama venina, Gino loprox, GinoLoprox, Glimepirida andissa, Glimepirida, Glucantime, Haemaccel, Halotano, Hidrastar, Hidroclorotiazida, Hidromed, Hypaque 50, Hypaque m 75, Hypaque m 76, Ibgstar, Id Flu, Immucyst, Inocor, Istivac, Jevtana, Ladogal, Lantus, Lasilactona, Lasix long, Lasix retard, Lasix solucao, Lasix, Ledopsan, Lesterol, Loprox nl, Loprox creme, Loprox, Lovenox, Lyxumia, Maalox, Matergam, Maxilase, Meloxicam winthrop 15, Meloxicam winthrop 75, Metronidazol, Miocacin, Mioflex, Mobility, Mozobil, Mucolisil, Nasacort, Novalfem, Novalgina, Oenobiol, Omeprasec, Omnipaque, Omniscan, Orastina, Oroxadin, Os cal, Pan fungex, Par, Pastilhas cepacol, Pediacel, Pentavac, Pergalen, Pertacel, Plastenan, Plavix, Plavom, Pneumo, Pneumovax 23, Prednisolon, Primacor iv, Primacor, Primeral, Primperan comprimidos, Primperan, Profenid, Protectina, Psicoglut, Puran t4, Puran, Redrate, Renagel, Rifaldin, Rifocina, Rulid 300 mg, Rulid d, Rulid, Sanofi ventis, Sculptra, Semi, Seprafilm, Seprefact depot, Skelid, Socian, Sulpan, Suprefact e, Suprefact, Sureptil, Sylador, Tamcore, Targifor c, Targifor, Targocid, Taxotere, Tetavax, Tetraxim, Thymoglobuline, Ticlid, Toplexil pediatrico, Toplexil, Trental injetavel, Trental, Triatec, Trimovax, Typhim, Ulcedine, Utrim, Valpakine, Varicela, Verorab, Vincagil, Vitawin 2, Vitawin kids, Vitawin, wintomylon, Xatral, Youtube, Zolben, Zolbenl,


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A auto-medicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.

Emagrecimento e Aumento de Massa Muscular