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Lasix - Solução injetável - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Furosemida

Apresentação : 20 mg/2 ml - Solução injetável.

Indicação :

  • Edemas devidos a cardiopatias e hepatopatias (ascite);
  • Edemas de origem renal (no caso do síndrome nefrítico É essencial o tratamento da enfermidade de base);
  • Edemas ocasionados por queimaduras;
  • Insuficiência cardíaca aguda, em particular no edema pulmonar;
  • Crises hipertensivas, conjuntamente com outras medidas terapêuticas;
  • Apoio diurese forçada no caso de intoxicações.
  •  

    ANTES DE UTILIZAR LASIX

    Não utilize Lasix:

    Durante a gravidez, Lasix só deve ser utilizado quando absolutamente indicado no tratamento dos edemas de origem cardíaca, hepática e renal, e unicamente durante um curto perãodo de tempo; não deve ser usado na terapêutica da hipertensão arterial gravódica devido ao risco de isqumia fetoplacentar e consequente hipotrofia fetal. Durante o aleitamento, deve ter-se em conta que a furosemida passa ao leite materno, podendo inibir o aleitamento. Em tais casos, a doente deve suspender o aleitamento.

    Tome especial cuidado com Lasix:

    necessária monitorização cuidadosa dos doentes em caso de:

  • Obstrução parcial do dbito urinário em que o dbito urinário Deverá ser assegurado. No caso de doentes com obstrucção parcial do dbito urinário (por exemplo doentes com alterações do esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou estenose da uretra), o aumento da produção de urina poderá provocar ou agravar as queixas. Consequentemente, estes doentes necessitam de uma monitorização cuidadosa -especialmente durante os estadios iniciais do tratamento.
  • propriedades-do-cardo-de-santa-maria/" title="Propriedades do Cardo-de-Santa-Maria" rel="nofollow" target="_blank">Hipotensão ou de risco particular de pressão arterial baixa pronunciada da tensão arterial (ex: doentes com estenose significativa das artrias coronárias ou das veias superiores do crebro)
  • Diabetes mellitus manifesta ou latente
  • Gota
  • síndrome hepatorenal (insuficiência renal funcional associada com doença hepática grave)
  • Hipoproteinmia (ex.: associada com síndrome nefrítico o efeito da furosemida pode ser diminuidp e a sua ototoxicidade potenciada).
  • Alteração na glicmia e testes de tolerância;
  • Diabetes mellitus;
  • Alterações electrolticas (ex: hipocalimia, hiponatrmia);
  • Alterações de fludos, desidratação, redução do volume sanguíneo com colapso circulatério e possibilidade de Ocorrência de tromboses e embolias particularmente em idosos com excesso de utilização;
  • Gota e hiperuricmia;
  • Doença hepática (cirrose e ascite);
  • Ototoxicidade;
  • utilização de altas doses;
  • utilização na doença renal grave e progressiva;
  • utilização com sorbitol;
  • utilização no lpus eritematoso
  • Medicamentos que prolongam o intervalo QT
  • Monitorização regular do sódio, potássio e creatinina séricos geralmente recomendada durante a terapêutica com furosemida, particularmente em doentes com alto risco de desenvolverem desequilíbrios electrolticos ou em caso de perdas de fludo significativas (p.ex., devido a vômitos ou diarreia). Hipovolmia ou deshidratação assim como qualquer perturbação do equilíbrio electroltico ou ácido básico devem ser corrigidos.

    Ao utilizar Lasix com outros medicamentos:

    Hidrato de cloral

    Em casos isolados a administração intravenosa da furosemida num espao de 24 horas após a administração de hidrato de cloral pode levar à Ocorrência de rubor, hipersudorese, ansiedade, náusea, aumento da pressão arterial e taquicardia. Consequentemente, a utilização concomitante de furosemida e hidrato de cloral não recomendada.

    Medicamentos antihipertensivos

    O efeito hipotensor de certos medicamentos antihipertensores (diuréticos ou outros fármacos com efeito de baixar a pressão arterial) pode ser incrementados com a utilização concomitante da furosemida.

    Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECA’s) e Antagonistas da Angiotensina 2

    Os efeitos hipotensores e/ou renais são potenciados pela hipovolemia, pelo que, segundo os casos, se torna necessário diminuir a dose ou interromper a administração de furosemida, durante os três dias que antecedem o incio do tratamento ou em alternativa iniciar a administração concomitante de um IECA em doses reduzidas.

    Os doentes a quem sejam administrados diuréticos podem sofrer hipotensão acentuada e deterioração da função renal, incluindo casos de insuficiência renal, especialmente aquando da administração concomitante pela primeira vez, ou pela primeira vez em doses elevadas de um IECA ou de um antagonista do receptor da angiotensina II.

    Tiazidas

    Como resultado da interação entre a furosemida e as tiazidas ocorre um efeito sinrgico da diurese.

    Medicamentos antidiabéticos

    Pode ocorrer um decrscimo na tolerância glucose, uma vez que a furosemida pode diminuir a ação deste tipo de medicamentos.

    Metformina

    Os níveis sanguíneos de metformina podem ser aumentados pela furosemida. Inversamente a metformina pode causar uma diminuição nas concentrações da furosemida.

    Colestiramina e colestipol

    Este tipo de fármacos pode reduzir a biodisponibilidade da furosemida. Glicosdeos cardíacos (ex: digoxina)

    No tratamento simultâneo com glicosidos cardíacos deve ter-se em atenção que o dfice de potássio induzido pela administração da furosemida pode aumentar a sensibilidade do miocárdio ao digitlico, pelo que os níveis de potássio devem ser monitorizados.

    Fibratos

    Os níveis séricos de furosemida e de derivados do ácido fbrico (como por exemplo o clofibrato e o fenofibrato) podem estar aumentados durante a administração concomitante (particularmente em caso de hipoalbuminemia). Deve monitorizar-se o aumento do seu efeito/toxicidade.

    Anti-inflamatórios não esteróides

    Os anti-inflamatórios não esteróides (por exemplo a indometacina e o ácido acetilsalicílico) podem diminuir a ação da furosemida, com a consequente redução do seu efeito diurético, natriurético e anti-hipertensor, e provocar insuficiência renal na presença da hipovolmia.

    fármacos ototxicos (ex: aminoglicosidos, cis-platina)

    A furosemida pode intensificar o efeito ototxico de certos fármacos como por exemplo da cisplatina ou de antibióticos aminoglicosdeos como por exemplo a kanamicina, gentamicina e tobramicina, em particular no caso de doentes com disfunção renal. Uma vez que poderão ocorrer danos irreversíveis, este tipo de medicamentos devem apenas ser utilizados concomitantemente com a furosemida se existirem razes clínicas de peso que o justifiquem.

    fármacos nefrotxicos (ex: polimixinas, aminoglicosidos, cisplatina)

    A furosemida pode intensificar o efeito nefrotxico de certos medicamentos, como por exemplo de certos antibióticos como a cefaloridina, cefaloxina, as polimixinas e os aminoglicosidos.

    Antibióticos como cefalosporinas pode ocorrer dano renal em doentes a receberem tratamento com a firosemida e doses elevadas de certas cefalosporinas.

    A hipocalemia provocada em associação com quinolonas pode potenciar o prolongamento do intervalo QT.

    Existe um risco de efeito citotxico no caso de Administração concomitante de cisplatina e furosemida. Para Além disso, a nefrotoxicidade da cisplatina pode ser aumentada se a furosemida não for administrada em doses baixas (por exemplo 40 mg em doentes com função renal normal) e com um equilíbrio hídrico positivo, quando utilizada para alcançar a diurese forçada durante o tratamento com cisplatina.

    fármacos que sofrem secreção tubular significativa

    A probenecida, o metotrexato e outros medicamentos que, tal como a furosemida sofrem secreção tubular renal significativa podem reduzir o efeito da furosemida.

    Bloqueadores ganglionares e bloqueadores adrenérgicos perifricos

    Os efeitos destes agentes podem ser incrementados pela administração concomitante com a furosemida.

    Fenobarbital e fenitona

    Estes fármacos podem reduzir a resposta diurética furosemida Salicilatos

    Doses elevadas de salicilatos administradas concomitantemente com a furosemida podem aumentar a predisposição para a toxicidade salicílica devido a uma excreção renal diminuída ou a uma função renal alterada.

    Succinilcolina

    A succinilcolina pode ver a sua ação potenciada pela furosemida. Sucralfato

    Este fármaco pode limitar a absorção da furosemida, verificando-se uma diminuição significativa dos seus efeitos. a administração oral deve ser efectuada com um espao de duas horas entre os fármacos em questáo.

    Tubocurarina

    O efeito de relaxante muscular esqueltico destes agentes pode ser atenuado pela furosemida

    lítio

    A excreção do lítio reduzida pela furosemida, levando a um aumento do efeito cardiotxico e neurotxico do lítio. Consequentemente recomendável que os níveis de lítio sejam monitorizados cuidadosamente em doentes a receber tratamento com esta associação.

    Glucocorticóides

    Na associação com glucocorticóides deve considerar-se a hipopotassmia por estas substâncias e o seu agravamento quando do abuso de laxantes. Dado as alterações da audição poderem ser irreversíveis a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.

    Teofilina

    Os efeitos da teofilina ou de relaxantes musculares do tipo curare podem ficar aumentados.

    Gravidez e aleitamento

    A furosemida substância ativa de Lasix atravessa a barreira placentária. Durante a gravidez, Lasix só deve ser utilizado quando absolutamente indicado no tratamento dos edemas de origem cardíaca, hepática e renal, e unicamente durante um curto perãodo de tempo; não deve ser usado na terapêutica da hipertensão arterial gravódica devido ao risco de isqumia fetoplacentar e consequente hipotrofia fetal. O tratamento com Lasix durante a gravidez requer a monitorização do crescimento fetal.

    Durante o aleitamento, deve ter-se em conta que a furosemida passa ao leite materno, podendo inibir o aleitamento. Em tais casos, a doente deve suspender o aleitamento.

    Condução de veículos e utilização de máquinas

    Os doentes reagem individualmente ao tratamento com furosemida, podendo ser afectada a capacidade de condução automável e da utilização de máquinas. Este risco é maior no incio do tratamento, nas mudanças de medicamento e com a ingestão de álcool.

    Informaçães importantes sobre alguns componentes de Lasix

    Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por dose, ou seja, praticamente “isento de sódio”

    Modo de Usar :

    LASIX Geral

    A dose a utilizar deve ser a mais baixa suficiente para alcançar o efeito desejado.

    A furosemida é administrada por via intravenosa apenas quando a administração oral não exequvel ou ineficaz (por exemplo no caso de absorção intestinal diminuída) ou se fr necessário um efeito rpido. No caso de ser utilizada a terapêutica intravenosa, aconselha-se a passagem via oral assim que for possível.

    Para obter uma maior eficácia e evitar contra-regulação, geralmente de preferir uma perfusão de furosemida em vez de injecções por blus repetidas.

    Lasix injetável está particularmente indicado nos casos de transtornos de absorção intestinal, ou quando se necessita uma eliminação rápida de edemas.

    Se não houver indicação médica em contrrio recomenda-se, como posologia inicial, para adultos e adolescentes com mais de 15 anos, 20 a 40 mg (1 ou 2 ampolas) por via i.m. ou i.v.; a dose máxima varia segundo a resposta individual.

    Nas crianças: As dosagens devem ser reduzidas em relação ao peso corporal, sendo a dose recomendada de 0,5 a 1 mg/Kg de peso por dia até um máximo de 20 mg/dia.

    A administração i.v. deve ser lenta, não ultrapassar a velocidade de 4 mg por minuto e nunca em conjunto com outros medicamentos na mesma seringa.

    Em doentes com perturbação grave da função renal, recomenda-se uma taxa de perfusão não superior a 2.5 mg/minuto.

    A administração i.m. deve-se limitar a casos excepcionais em que nem a via oral nem a i.v. É possível. De notar que a injecção i.m. não é adequada para o tratamento de situações agudas tais como o edema pulmonar.

    Nos idosos: Via oral ou i.v.: dose inicial de 20 mg/dia, aumentando de forma gradual até resposta desejada.

    Recomendações de dosagem particulares

    A dosagem para adultos, geralmente, baseada nas seguintes orientações: Edemas associados insuficiência cardíaca congestiva crônica

    A dose oral inicial recomendada é de 20 mg a 80 mg diariamente. Esta dose poderá ser ajustada conforme necessário de acordo com a resposta. recomendável que a dose diária seja administrada em duas ou três doses individualizadas.

    Edemas associados insuficiência cardíaca congestiva aguda

    A dose inicial recomendada é de 20 a 40 mg administrados por blus intravenoso. A dose pode ser ajustada se necessário de acordo com a resposta obtida.

    Edema associado a insuficiência renal crônica

    A resposta natriurética furosemida depende de inmeros factores, incluindo da gravidade da insuficiência renal e do equilíbrio de sódio, e, consequentemente o efeito de uma dose não pode ser previsto de uma forma precisa. Em doentes com insuficiência renal crônica, a dose deve ser titulada cuidadosamente de forma a que a drenagem do edema seja gradual. No caso de adultos, isto significa que a dose pode conduzir a uma perda de aproximadamente 2 kg de peso corporal (aproximadamente 280 mmol Na+) por dia.

    A dose oral inicial recomendada é de 40 mg a 80 mg por dia. Em caso de necessidade a dosagem pode ser adequada de acordo com a resposta. A dose diária total pode ser administrada em dose única ou em duas doses individualizadas.

    Em doentes dialisados, a dose oral usual de manutenção de 250 mg a 1500 mg diários.

    No caso de tratamento intravenoso, a dose de furosemida pode ser determinada comeando com uma perfusão intravenosa contínua de 0,1 mg por minuto, aumentando depois gradualmente a taxa a cada meia hora de acordo com a resposta.

    Manutenção da excreção de fludo no caso de insuficiência renal aguda

    A hipovolmia, hipotensão e desequilíbrios electrolticos e ácido-base terão de ser corrigidos antes de iniciar o tratamento com furosemida. recomendável que a transferncia da via de Administração intravenosa para a via oral seja efectuada o mais rapidamente que possível.

    A dose inicial recomendada é de 40 mg administrada na forma de injecção intravenosa. Se tal dosagem não conduzir ao aumento desejado na excreção de fludo, a furosemida pode ser administrada em perfusão intravenosa contínua, comeando com uma taxa de perfusão de 50 mg a 100 mg por hora.

    Edema associado ao síndrome nefrítico

    A dose inicial recomendada é de 40 mg a 80 mg administrados diariamente. Esta dose pode ser ajustada conforme necessário, de acordo com a resposta. A dose diária total pode ser administrada em dose única ou em vrias doses fraccionadas.

    hipertensão

    A furosemida pode ser utilizada em monoterapia ou em conjunto com outros agentes antihipertensores..

    A dose de manutenção habitual de 20 mg a 40 mg diários. Em caso de hipertensão associada a insuficiência renal crônica, poderá ser necessária uma dose superior.

    Crises hipertensivas

    A dose inicial recomendada é de 20 mg a 40 mg administrada em injecção por blus intravenoso. Esta dose pode ser ajustada conforme necessário de acordo com a resposta obtida.

    Edema associado a doença hepática

    A furosemida utilizada para complementar o tratamento com antagonistas de aldosterona nos casos em que o tratamento com estes agentes em monoterapia não suficiente. De forma a evitar complicações, tais como a intolerância ortostática ou desiquilbrios electrolticos ou ácido-base, a dose deve ser titulada cuidadosamente para que a perda inicial de líquido seja gradual. No caso de adultos, tal significa a dose que conduz a uma perda aproximada de 0,5 kg de peso corporal por dia.

    A dose oral inicial recomendada é de 20 mg a 80 mg diários. Esta dose pode ser ajustada conforme necessário de acordo com a resposta obtida. Esta dose diária pode ser administrada em dose única ou em vrias doses fraccionadas. No caso de o tratamento intravenoso ser absolutamente necessário, a dose unitéria inicial de 20 mg a 40 mg.

    Apoio diurese forçada no caso de intoxicações

    Para Além de soluções polielectrolticas também administrada furosemida por via intravenosa . A dose dependente da resposta furosemida. As perdas de fluidos e de electrólitos podem ser corrigidas antes e durante o tratamento. Em caso de intoxicação por substâncias cidas ou alcalinas, a eliminação pode ser incrementada respectivamente através da alcalinização ou da acidificação da urina.

    A dose inicial recomendada é de 20 mg a 40 mg administrados por via intravenosa.

    Se utilizar mais Lasix do que deveria

    O quadro clínico na sobredosagem aguda ou crônica depende primeiramente da extensão e consequncias da perde de electrólitos e de fluidos (ex: hipovolemia, desidratação, hemo-concentração, arritmia cardíaca incluindo bloqueio A-V e fibrilhação ventricular).

    A) Sintomas

    b) Tratamento

    Tratamento medicamentoso:

    Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.

    Efeitos secundários POSSIVEIS

    Como todos os medicamentos, Lasix pode causar efeitos secundários, no entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.

    Tal como acontece com outros diuréticos, poderão ocorrer certos efeitos indesejáveis, tais como:

    Doenças do metabolismo e da nutrição

  • Aumento da excreção do sódio e do cloro e consequentemente de água.
  • Aumento da excreção de outros electrólitos (em particular do potássio, cálcio e magnésio).
  • Alterações electrolticas sintomáticas e alcalose metabólica.
  • Desidratação e hipovolmia, especialmente nos doentes idosos.
  • Aumentos transitórios dos níveis séricos de creatinina e ureia.
  • Aumento dos níveis séricos de colesterol e triglicridos.
  • Aumento dos níveis séricos de ácido rico e crises de gota.
  • diminuição da tolerância glucose; uma diabetes mellitus latente poderá vir a manifestar-se. Ver por favor a secção 4.4 Advertências e Preucações especiais de utilização.
  • Vasculopatias

  • Hipotensão, incluindo hipotensão ortostática.
  • Tendncia para a Ocorrência de tromboses.
  • Vasculite.
  • Doenças renais e urinárias

  • Retenção aguda da urina em doentes com obstrução parcial do dbito urinário.
  • Nefrite intersticial.
  • Nefrocalcinose/nefrolitase em prematuros. Doenças gastrointestinais
  • Nuseas, vômitos, diarreia.
  • Pancreatite aguda.
  • Afecções hepato-biliares

    Colestase intra-hepática, aumento das transaminases hepáticas. Afecções do ouvido e do labirinto

    Afecções da audição e tinnitus, apesar de normalmente se tratar de uma situação transitéria, particularmente no caso de doentes com insuficiência renal, hipoproteinemia (por exemplo em caso de síndrome nefrítico) e/ou quando a furosemida intravenosa foi administrada de forma demasiado rápida.

    Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas.

    Prurido, urticária, outras erupções cutâneas ou lesões bulhosas, eritema multiforme, penfigide bulhoso, dermatite exfoliativa, púrpura, fotossensibilidade.

    Doenças do Sistema Imunológico

    reações anafiláticas ou anafilactides graves (por exemplo, com Ocorrência de choque).

    Doenças dp sistema nervoso

  • Parestesia.
  • Encefalopatia hepática em doentes com insuficiência hepatocelular. Doenças do sangue e do sistema linfático
  • Trombocitopenia.
  • Leucopenia, agranulocitose, anemia aplástica, anemia hemoltica.
  • Eosinofilia.
  • Hemoconcentração.
  • Afecções congnitas, familiares e genéticas

    Aumento do risco de persistância do canal arterial identificvel quando a furosemida é administrada a prematuros no decorrer das primeiras semanas de vida.

    Perturbações gerais e alterações no local de Administração

  • após a administração de furosemida por injecção intramuscular, poderão ocorrer reações locais, como por exemplo, dor.
  • Febre.
  • COMO CONSERVAR LASIX

    Não conservar acima de 25ºC.

    Manter o medicamento ao abrigo da luz.

    Manter fora do alcance e da vista das crianças.

    Não utilize Lasix após o prazo de validade impresso na embalagem exterior, após “VAL.”. O prazo de validade corresponde ao últim dia do mês indicado.

    Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

    Qual a composição de Lasix

    A substância ativa é a furosemida.

    Os outros componentes são hidróxido de sódio e cloreto de sódio .

    Qual o aspecto de Lasix e conteúdo da embalagem

    Embalagens de 5 ampolas de 2 ml.

    Fabricante :

    Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda.

    Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP

    Serviço de Atendimento ao Consumidor:
    sac.brasil@sanofi.com

    Produtos Sanofi
    Fone: 0800 703 00 14
    (2ª à 6ª feira, das 9 às 17h)

    CNPJ 02.685.377/0008 23
    Indústria Brasileira

    Medicamentos do mesmo fabricante :

    Aas protect, Actiprofen, Actonel, Aderogil, Agreal, Allegra 60 mg, Allegra d, Allegra d, Allegra pediatrico, Allegra, Amaryl, Amitrex, Amplictil gotas, Amplictil, Anandron nilutamida, Anandron, Antigripine, Apidra solostar, Apidra, Aprovel, Aprozide, Arava, Arelix, Asafen, Asilone, Atlansil, Auditol, Avaxim, Benoflex, Besaprin, Beserol, Bgstar, Buclina, Buclivit, Cefamezin, Cefrom, Celsior, Cepacaina, Cepacol fluor, Cepacol menta, Cepacol plus advanced, Cepacol, Cepacolplus advanced, Cewin efervescente, Cewin gotas, Cewin, Ciprofibrato, Citrovit 1 g, Citrovit 2 g, Claforan, Claripex al, Clikstar, Clorana, Colestase, Colirio moura brasil, Coltrax injetavel, Coltrax, Confiare prevent, Conmel, Corastorva, Corediol, Dactil, Danatrol, Daonil, Depakine chrono 300, Depakine chrono 500, Depakine chronosphere, Depakine solucao, Depakine xarope, Depura kids, Depura, Dermacyd breeze, Dermacyd delicata, Dermacyd femina, Dermacyd infantil, Dermacyd neutralize, Dermacyd pocket delicata, Dermacyd teen fresh, Dermacyd teen sweet flower, Dermacyd, Dermatop creme, Dermatop pomada, Dermatop, Dicinone, Dienpax, Dientrin, Digesan, Dimercaprol, Diurana, Dogmatil 50 mg, Dogmatil 200 mg, Dogmatil capsulas, Dogmatil forte, Dogmatil Solução oral, Dogmatil, Dolantina, Dorico, Eloxatin, Enterogermina, Equilid 50 mg, Equilid, Eradacil, Esperson n, Esperson, Euvax, Expolid, Falmonox, Fasturtec, Franol, Fraxiparina, Frisium, Gama venina, Gino loprox, GinoLoprox, Glimepirida andissa, Glimepirida, Glucantime, Haemaccel, Halotano, Hidrastar, Hidroclorotiazida, Hidromed, Hypaque 50, Hypaque m 75, Hypaque m 76, Ibgstar, Id Flu, Immucyst, Inocor, Istivac, Jevtana, Ladogal, Lantus, Lasilactona, Lasix long, Lasix retard, Lasix solucao, Lasix, Ledopsan, Lesterol, Loprox nl, Loprox creme, Loprox, Lovenox, Lyxumia, Maalox, Matergam, Maxilase, Meloxicam winthrop 15, Meloxicam winthrop 75, Metronidazol, Miocacin, Mioflex, Mobility, Mozobil, Mucolisil, Nasacort, Novalfem, Novalgina, Oenobiol, Omeprasec, Omnipaque, Omniscan, Orastina, Oroxadin, Os cal, Pan fungex, Par, Pastilhas cepacol, Pediacel, Pentavac, Pergalen, Pertacel, Plastenan, Plavix, Plavom, Pneumo, Pneumovax 23, Prednisolon, Primacor iv, Primacor, Primeral, Primperan comprimidos, Primperan, Profenid, Protectina, Psicoglut, Puran t4, Puran, Redrate, Renagel, Rifaldin, Rifocina, Rulid 300 mg, Rulid d, Rulid, Sanofi ventis, Sculptra, Semi, Seprafilm, Seprefact depot, Skelid, Socian, Sulpan, Suprefact e, Suprefact, Sureptil, Sylador, Tamcore, Targifor c, Targifor, Targocid, Taxotere, Tetavax, Tetraxim, Thymoglobuline, Ticlid, Toplexil pediatrico, Toplexil, Trental injetavel, Trental, Triatec, Trimovax, Typhim, Ulcedine, Utrim, Valpakine, Varicela, Verorab, Vincagil, Vitawin 2, Vitawin kids, Vitawin, wintomylon, Xatral, Youtube, Zolben, Zolbenl,

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