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Lariamar - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Mefloquina

Classe terapêutica : Antimaláricos

Apresentação : Frasco com 100 comprimidos.

Indicações: Tratamento radical das infecções malricas produzidas por P. falciparum multirresistente. No seguimento do tratamento com Lariamar da malria causada por ambos P. falciparum/P. vivax, Deverá ser considerada profilaxia com um derivado 8-aminoquinoleúnico, por exemplo, a primaquina, no sentido de se eliminar as formas hepáticas do P. vivax. O uso inapropriado do Lariamar pode levar ao aparecimento de plasmdios resistentes mefloquina.

Efeito Colateral :

Com as doses usadas para o tratamento da malria aguda, os efeitos que podem ser atribudos é Administração da droga são similares aos sintomas da doença em si. Foram observados os seguintes efeitos colaterais, em ordem decrescente de frequência: sensação de tontura ou distúrbio do equilíbrio, náusea, vômito, fezes amolecidas ou diarreia, dor abdominal, perda do apetite. Outras reações raras: cefaleia, mialgia, sensação de fraqueza, distúrbios visuais, palpitação, bradicardia, pulso irregular e extra-sstoles, bloqueio AV, queda de cabelos, rash ou prurido, urticária, convulsões, alterações psicológicas (p. ex. depressão, confusão mental, ansiedade, alucinações, reações paranides, obnubilação); elevação transitéria das transaminases, leucopenia ou leucocitose e diminuição das plaquetas. Alterações transitérias da condução cardíaca bem como parestesia também foram observadas durante o tratamento com a mefloquina. Estudos in vivo e in vitro não demonstraram hemlise associada a deficiência G6PD. reações cutâneas severas associadas com o uso de Lariamar são raras, embora alguns casos de eritema multiforme e síndrome de Stevens-Johnson tenham sido reportados raramente. Em casos raros, as reações adversas acima descritas foram observadas em até uma semana após a última dose. - Interações Medicamentosas:: os dados disponíveis até o momento sobre a utilização da halofantrina após a mefloquina sugerem um efeito importante sobre o intervalo QT no ECG. Com a mefloquina isoladamente, tais alterações não apresentaram relevncia clínica. Lariamar não deve ser administrado concomitantemente com quinina ou congneres (p. ex. quinidina, cloroquina, quinolona) uma vez que estes agentes podem aumentar o risco de convulsões. Em casos graves, entretanto, os pacientes podem ser tratados inicialmente durante um ou mais dias com quinina por via intravenosa e posteriormente com Lariamar. O agravamento dos efeitos colaterais pode ser em grande parte evitado se Lariamar for administrado após, no mínimo, 12 horas da última dose de quinina. Interações com agentes cardioativos, betabloqueadores, por exemplo, ainda não podem ser descartadas. Os dados disponíveis até o momento permitem que se suspeite de interação entre a mefloquina e o ácido valpróico o que levaria a uma aceleração do metabolismo do valproato. Quando Lariamar é administrado simultânea ou imediatamente antes de vacinas orais tifideas vivas, não se pode excluir a possibilidade de atenuação da imunização induzida por tais vacinas. Portanto, a vacinação deste tipo deve ser terminada no mínimo três dias antes da primeira ingestão de Lariamar. - Superdosagem: em casos de superdosagem com Lariamar observa-se intensificação dos efeitos colaterais. O tratamento deve consistir na indução de vômito ou lavagem gástrica. Monitoração da atividade cardíaca (ECG, se possível) e do estado neuropsiquitrico por, pelo menos, 24 horas. O tratamento de suporte sintomático e intensivo, particularmente no que diz respeito a distúrbios cardiovasculares.

Modo de Usar :

Os comprimidos devem ser engolidos inteiros com líquido e se possível não estando com o estômago vazio. A dose total de Lariamar para pacientes com peso superior a 45 kg e de 1250 a 1500 mg de mefloquina, ou seja, 5-6 comprimidos. Dose total de 750 a 1000 mg de mefloquina (3-4 comprimidos) suficiente para adultos que vivem em reas endmicas, pois são parcialmente imunes. Pacientes com menos de 45 kg (independente de seu estado de imunidade): 25 mg/kg. Recomenda-se o seguinte esquema posológico: pacientes não imunes com peso entre 45 a 60 kg, dose inicial: 3 comprimidos; após 6-8 horas: 2 comprimidos; após 6-8 horas seguintes: 1 comprimido. Pacientes parcialmente imunes com peso entre 45 a 60 kg, dose inicial: 3 comprimidos; após 6-8 horas: 1 comprimido. Pacientes independente do estado de imunidade, com peso inferior a 45 Kg: dose única 25 mg/kg, ou seja: 1 comprimido para cada 10 kg de peso, ou seja: 1/4 de comprimido para cada 2,5 kg. Se um ciclo completo de tratamento for administrado sem que se obtenha cura clínica, deve-se adotar tratamentos alternativos.

Contra indicação :

O uso de Lariamar está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade mefloquina ou quinina. Lariamar está contra-indicado em crianças abaixo de 2 anos (menos que 15 kg) devido à falta de experiência clínica nessa faixa etária até o momento.

Precauções :

Devido ao risco de Ocorrência de um prolongamento, potencialmente letal, no intervalo QT, não se deve utilizar a halofantrina, simultânea ou subseqentemente ao tratamento com Lariamar. No caso da situação inversa, isto , Lariamar depois da halofantrina, ainda não existem dados disponíveis. Em pacientes epilticos, a mefloquina pode aumentar o risco de convulsões, principalmente quando usada em altas doses. Nesses casos Deverá ser usada apenas se houver razes médicas prementes. Lariamar deve ser usado com cautela em pacientes com distúrbio da condução cardíaca. Enquanto estiver usando Lariamar e até três semanas após, o paciente Deverá tomar cuidado ao dirigir automáveis, pilotar avies e operar máquinas, uma vez que foram observadas reações de tontura, distúrbios do equilíbrio e reações neuropsiquitricas. Gravidez e lactação: Lariamar só deverá ser usado na fase precoce da gestação se houver razo médica premente que justifique o risco potencial para o feto. Como a mefloquina excretada no leite materno, as mães não devem amamentar durante o tratamento com Lariamar.

Fórmula :

Cada comprimido contém 274,09 mg de cloridratode mefloquina, equivalente a 250 mg de mefloquina base.

Fabricante :

Roche Químicos Farmacêuticos S/A

Estrada dos Bandeirantes, 2020 – cep 22775-109
Rio de Janeiro – RJ - Brasil

Canal do Médico: 0800 77 20 292
Canal do Paciente: 0800 77 20 289

Ancotil, Bactrim, Cellcept, Coreg, Efurix, Fansidar, Fortovase, Globocef, Granulokine, Herceptin, Hivid, Lanexat, Lariamar, Limbitrol, Liquemine, Mabthera, Marcoumar, Pegasys, Posicor, Prolopa, Prostigmine, Protamina, Protovit, Pulmozyme, Rennie, Roacutan, Rocaltrol, Rocefin im, Rocefin iv, Rochagan, Roferon a, Uro bactrim, Verutex, Vesanoid


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A auto-medicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.

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