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Lacipil - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Lacidipina

Classe terapêutica : Bloqueadores de Cálcio e Vasodilatadores

Apresentação : 2 e 4 mg: comprimidos revestidos, brancos, redondos e biconvexos, apresentando a concentração da substância ativa em uma face e Glaxo na outra, em cartucho contendo 14 comprimidos.

Indicações:

Tratamento da hipertensão, isolado ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos, como, por exemplo, betabloqueadores e diuréticos.

Efeito Colateral :

Lacipil geralmente bem tolerado. Alguns indivíduos podem experimentar efeitos adversos menores relacionados com a sua conhecida ação farmacológica de vasodilatação perifrica. Os mais comuns são: cefaleia, enrubescimento, edemas, tonturas e palpitações. Estes efeitos são geralmente transitórios e geralmente desaparecem com a continuação da administração de Lacipil na mesma dose. Astenia, erupções da pele (incluindo eritema e coceira), perturbações gástricas, náuseas e poliria tém sido relatadas com pouca frequência. Como ocorre com outros antagonistas do cálcio, dores torácicas e gengival tém sido relatadas em um nmero pequeno de indivíduos. A lacidipina não está associado com qualquer alteração significativa dos testes laboratoriais ou hematológicos. - Interações Medicamentosas:: a administração concomitante de Lacipil com outros agentes anti-hipertensivos, como, por exemplo, diuréticos e betabloqueadores, pode resultar em um efeito hipotensivo aditivo. O nível plasmático de Lacipil pode ser aumentado pela administração simultânea de cimetidina. A lacidipina possui uma alta ligação protica (> 95%) é albumina e é alfaglicoproteína. Não foram identificados problemas específicos de interação envolvendo outros agentes anti-hipertensivos, como os betabloqueadores e diuréticos, ou com a digoxina. - Superdosagem: não tém sido relatados casos de superdosagem com Lacipil. O problema mais previsível seria uma vasodilatação prolongada, associada com hipotensão e taquicardia. Teoricamente poderia ocorrer bradicardia ou condução auriculoventricular prolongada. Não existe antídoto específico. Em caso de superdosagem deve ser feito o procedimento habitual para controlar a função cardíaca e tomadas medidas de suporte.

Modo de Usar :

A dose inicial recomendada é de 4 mg uma vez ao dia e deve ser tomada a mesma hora todos os dias, de pReferência pela manhã. O Lacipil pode ser tomado a qualquer hora em relação s refeições. Se necessário a dose pode ser aumentada para 6 mg, após ter decorrido tempo suficiente para conseguir o efeito farmacológico máximo. Na prtica este tempo não deve ser menos do que 3-4 semanas, a não ser quando a condição clínica do paciente requeira um aumento de dosagem mais rapidamente. Em pacientes com doença hepática, a biodisponibilidade da lacidipina pode estar aumentada e o efeito hipotensivo incrementado. Nestes casos a dose inicial deve ser reduzida a 2 mg uma vez ao dia. Como a lacidipina não excretada pelos rins, não são necessárias alterações nas dosagens em pacientes com insuficiência renal. A dose inicial em pacientes idosos deve ser de 2 mg uma vez ao dia. Se necessário após 4 semanas a dose pode ser aumentada para 4 mg uma vez ao dia. O tratamento pode ser continuado indefinidamente, conforme orientação médica.

Contra indicação :

Hipersensibilidade a qualquer substância da preparação.

Precauções :

Foi demonstrado em estudos específicos que a lacidipina não afeta a função espontnea do ndulo sinusal nem causa condução prolongada no ndulo auriculoventricular. No entanto, a possibilidade teórica de que o antagonismo do cálcio possa afetar a atividade dos ndulos sinusal e auriculoventricular deve ser considerada, especialmente em pacientes com problemas anteriores. A lacidipina não inibe a contração do miocárdio em voluntários sadios e em animais de experiência. Entretanto, como ocorre com outros antagonistas do cálcio, o Lacipil deve ser usado com cautela em pacientes com função cardíaca deficiente. Gravidez/lactação: não existem dados sobre a segurança do uso da lacidipina na gravidez humana. Estudos de transferncia do leite em animais mostraram que a lacidipina (ou seus metabólicos) tem probabilidade de ser excretada no leite. Lacipil somente Deverá ser usado na gravidez ou lactação apenas se os benefícios potenciais para a me sejam maiores do que qualquer possibilidade de risco ao feto ou recêm-nascido. Deve ser considerado que a lacidipina pode causar relaxamento da musculatura uterina no final da gravidez.

Fórmula :

Cada comprimido contém: lacidipina 2 e 4 mg;excipiente: povidona, lactose e estearato de magnésio q.s.p. 1 comprimido.

Fabricante :

GlaxoSmithKline

Fabricante :

Fabricado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.Estrada dos Bandeirantes, 8.464
Rio de Janeiro - RJ
CNPJ: 33.247.743/0001-10
SAC: 0800 701 2233
Indústria Brasileira

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.