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Ilosone - bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Eritromicina.

Classe terapêutica : Antibióticos Sistêmicos.

Apresentação : Caixas com 20 cápsulas de 250 mg; caixas com 10 e 48 drágeas de 500 mg; frascos contendo 15 ml de suspensão oral gotas já preparada; frascos com 100 ml de suspensão oral (líquido 125 mg/5 ml) já preparada, frascos com 50 e 100 ml de suspensão oral (líquido 250 mg/5 ml) já preparada.

Indicações: Crianças e adultos para o tratamento das seguintes infecções. Culturas e testes de sensibilidade devem ser feitos. Infecções do trato respiratério superior de leve a moderada gravidade causadas por Streptococcus pyogenes, estreptococos do grupo viridans, Streptococcus pneumoniae, ou Haemophilus influenzae (quando Ilosone é usado concomitantemente com doses adequadas de sulfonamidas, uma vez que nem todas as cepas de H. influenzae são sensíveis eritromicina em concentrações normalmente alcançadas). Infecções do trato respiratério inferior de leve a moderada gravidade causadas por S. pyogenes, S. pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae ou Legionella pneumophila. sífilis primria causada por Treponema pallidum. A eritromicina é uma alternativa para o tratamento da sífilis primria em pacientes alérgicos penicilina. No tratamento da sífilis primria devem ser efetuados exames do líquido cefalorraquiano antes do tratamento e como parte do seguimento Pós-terapia. Difteria: como adjuvante é antitoxina, na prevenção de portadores e na erradicação do microorganismo em portadores. Eritrasma: no tratamento de infecções devidas ao Corynebacterium minutissimum. Amebase intestinal causada por Entamoeba histolytica. Amebase extra-entárica requer tratamento com outras drogas. Infecções devidas a Listeria monocytogenes. Infecções da pele e tecidos moles de leve a moderada gravidade causadas por S. pyogenes ou Staphylococcus aureus. Pode desenvolver resistância em estafilococos durante o tratamento. Coqueluche causada por Bordetella pertussis. A eritromicina eficaz na eliminação do microorganismo da nasofaringe. Alguns estudos clínicos sugerem que a eritromicina pode ajudar na profilaxia da coqueluche em indivíduos sensíveis expostos doença. Conjuntivite do recêm-nascido, pneumonia da infância e infecções urogenitais durante a gravidez causadas por Chlamydia trachomatis. Quando as tetraciclinas são contra-indicadas ou não toleradas, a eritromicina é indicada no tratamento de pacientes adultos com infecções uretrais não complicadas, endocervicais ou retais causadas por C. trachomatis.

Efeito Colateral : As reações adversas mais frequentes dos preparados de eritromicina são as gastrintestinais (por ex.: célica abdominal e mal-estar) e estáo relacionadas com a dose. Nuseas, vômitos e diarreia ocorrem infrequentemente com as doses orais usuais. O incio de sintomas de colite pseudomembranosa pode ocorrer durante ou após o tratamento antibiótico. Durante a terapêutica prolongada ou repetida, há possibilidade de superinfecção por bactrias não sensíveis ou fungos. Em tal caso, a droga Deverá ser suspensa e instituída terapêutica adequada.têm ocorrido reações alérgicas leves, tais como, urticária e outras erupções cutâneas.têm sido relatadas reações alérgicas graves, incluindo anafilaxia. há relatos isolados da Ocorrência de perda de audição e/ou zumbido em pacientes recebendo eritromicina. O efeito ototxico da droga usualmente reversível com a interrupção; contudo, em raras ocasies, envolvendo a administração intravenosa, o efeito ototxico foi irreversível. O efeito ototxico ocorre principalmente em pacientes com insuficiência renal ou hepática e em pacientes recebendo altas doses de eritromicina. Raramente, a eritromicina foi associada com a Ocorrência de arritmia ventricular, incluindo taquicardia ventricular torsade des pointes, em indivíduos com intervalos qt prolongados.

Modo de Usar : Adultos: a dose usual é 250 mg a cada 6 horas. Esta dose poderá ser aumentada até 4 g ou mais ao dia, de acordo com a gravidade da infecção. Crianças: idade, peso e gravidade da infecção são fatores importantes na determinação da dose adequada. O esquema usual 30 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas. Para infecções mais graves, esta dose poderá ser dobrada. Se for indicada a administração de duas doses ao dia, seja em adultos ou crianças, a metade da dose total diária Deverá ser dada a cada 12 horas. a administração 2 vezes ao dia não recomendada quando doses maiores que 1 grama diário são usadas. Infecções estreptoccicas: para o tratamento de faringite e amigdalite estreptoccicas, a variação comum de dose de 20 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas. Peso corporal x dose total diária: 10 kg ou menos: 250 mg; 11 - 18 kg: 375 mg; 19 - 25 kg: 500 mg; 26 - 36 kg: 750 mg; mais que 36 kg: 1.000 mg (dose para adulto). No tratamento de infecções por estreptococos beta-hemolticos do grupo A, deve ser administrada uma dose terapêutica de eritromicina no mínimo por 10 dias. Na profilaxia contínua de infecções por estreptococos, em pessoas com história de doença reumática cardíaca, a dose de 250 mg, 2 vezes ao dia. Na profilaxia da endocardite bacteriana em pacientes alérgicos penicilina, que sofrem de doença cardíaca congnita ou reumática ou doença valvular adquirida, que forem submetidos a tratamento dentário ou intervenções cirúrgicas do trato respiratério superior, o esquema teraPóutico para adultos é de 1 g (20 mg/kg para crianças) por via oral uma hora antes da cirurgia e 500 mg (10 mg/kg para crianças) por via oral 6 horas após. sífilis primria: um esquema de 20 g de estolato de eritromicina, administrado em doses divididas por um perãodo de 10 dias, mostrou ser eficaz no tratamento da sífilis primria. Disenteria amebiana: a dose para adultos 250 mg, 4 vezes ao dia, durante 10 a 14 dias; para crianças à de 30 a 50 mg/kg/dia, em doses divididas, por um perãodo de 10 a 14 dias. Coqueluche: apesar de não terem sido ainda estabelecidas a dose tima e a duração do tratamento, a dose de eritromicina utilizada nos estudos clínicos foi de 40 a 50 mg/kg/dia, administrada em doses divididas durante 5 a 14 dias. Doença dos Legionrios: embora a dose tima não tenha sido ainda estabelecida, as doses recomendadas, de acordo com o trabalhos clínicos, são de 1 a 4 g ao dia, em doses divididas. Conjuntivite do recêm-nascido causada por C. trachomatis: a dose recomendada de eritromicina de 50 mg/kg/dia, dividida em 4 doses durante 2 semanas no mínimo. Pneumonia da infância causada por C. trachomatis: embora a duração do tratamento não tenha sido ainda estabelecida, a dose recomendada de eritromicina de 50 mg/kg/dia, dividida em 4 doses durante 3 semanas no mínimo. Infecções urogenitais durante a gravidez causadas por C. trachomatis: embora a dose tima e a duração do tratamento não tenham sido ainda estabelecidas, a dose recomendada de eritromicina de 500 mg, 4 vezes ao dia, no mínimo por 7 dias. Para mulheres que não toleram este regime, uma dose menor que 250 mg, 4 vezes ao dia, deve ser usada no mínimo por 14 dias. Para adultos com infecções uretrais não complicadas, endocervicais ou retais causadas por C. trachomatis, para os quais as tetraciclinas são contra-indicadas ou não toleradas, recomenda-se eritromicina na dose de 500 mg, 4 vezes ao dia, no mínimo por 7 dias. Superdosagem: sinais e sintomas: os sintomas de superdosagem oral com o estolato de eritromicina podem incluir náusea, vômito, dor epigástrica e diarreia. A gravidade da dor epigástrica e da diarreia está relacionada com a dose. Foi relatada a Ocorrência de pancreatite aguda leve e reversível. Perda de audição, com ou sem zumbido e vertigem podem ocorrer, especialmente em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Tratamento: para tratar uma superdosagem, considerar a possibilidade de superdosagem de múltiplas drogas, interação entre drogas e cinética inusitada da droga no paciente. A não ser que seja ingerida 5 vezes a dose única normal de estolato de eritromicina, a descontaminação gastrintestinal não deve ser necessária. Uma ingestão acidental de eritromicina não deve acarretar um mínimo de toxicidade, a menos que se tenha idia aproximada da quantidade ingerida e se houve apenas uma droga envolvida. Proteger as vias aéreas do paciente e manter a ventilação e perfusão. Monitorar e manter meticulosamente dentro dos limites aceitveis os sinais vitais do paciente, os gases do sangue, eletrôlitos do soro, etc. A absorção de drogas no trato gastrintestinal pode ser diminuída administrando carvo ativado que na maioria dos casos é mais eficaz do que a mese ou lavagem gástrica; considerar o carvo ativado ao invs de ou em adição ao esvaziamento gástrico. Doses repetidas por perãodos longos podem acelerar a eliminação de algumas drogas que foram absorvidas. Proteger as vias aéreas do paciente quando empregar o esvaziamento gástrico ou carvo ativado. Diurese forçada, dilise peritoneal, hemodilise ou hemoperfusão com carvo ativado não foram estabelecidos como métodos benficos para casos de superdosagem com estolato de eritromicina.

Contra indicação : A eritromicina É contra-indicada em pacientes com conhecida hipersensibilidade a este antibiótico. também contra-indicada em pacientes que estejam tomando terfenadina ou astemizol. - Advertências: a administração do estolato de eritromicina tem sido associada com a Ocorrência infrequente de hepatite colestática. Os achados de Laboratório tém sido caracterizados por valores de função hepática anormais, eosinofilia e leucocitose. Os sintomas podem incluir: mal-estar, náuseas, vômitos, célica abdominal e febre. A icterícia pode ou não estar presente. Em alguns casos, a dor abdominal intensa poderá simular a dor de célica biliar, pancreatite, úlcera perfurada ou um problema de abdômen agudo cirúrgico. Em outros casos, sintomas clínicos e resultados de testes de função hepática tém-se assemelhado a um quadro de icterícia obstrutiva extra-hepática. Em alguns casos, os sintomas iniciais podem aparecer após alguns dias de tratamento, mas geralmente estes sintomas sé aparecem após 1 ou 2 semanas de tratamento contínuo. Os sintomas reaparecem rapidamente, geralmente 48 horas após a droga ser readministrada a pacientes sensíveis. A síndrome, que parece resultar de uma forma de sensibilização, ocorre principalmente em adultos e tem sido reversível quando a medicação interrompida. Colite pseudomembranosa tem sido relatada com todo antibiótico de largo espectro, incluindo estolato de eritromicina, podendo variar de leve a gravssima. Portanto, importante considerar este diagnóstico em pacientes que apresentam diarreia após a administração de drogas antibacterianas. Casos leves de colites pseudomembranosas usualmente respondem com a interrupção da droga. Nos casos moderados a graves, medidas apropriadas devem ser tomadas.

Precauções : Gerais: devido à eritromicina ser excretada principalmente pelo fgado, deve-se tomar precauções na administração deste antibiótico a pacientes com insuficiência hepática. Quando indicado, devem ser feitas incises e drenagem ou outros procedimentos cirúrgicos em conjunto com a terapia antibiótica. A atividade antibacteriana da eritromicina maior em meio alcalino do que neutro ou ácido. Vários investigadores tém recomendado a administração concomitante de agentes urinários alcalinizantes, tal como bicarbonato de sódio, quando a eritromicina prescrita para o tratamento de infecções urinárias. - Testes de Fabricante : a eritromicina pode interferir com as determinações das transaminases (tgo), se forem usadas colorações colorimtricas com difenilhidrasina ou violeta b. interfere também com a determinação fluoromtrica de catecolaminas na urina. - Gravidez: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Devido os estudos de reprodução em animais nem sempre predizerem a resposta em humanos, essa droga só deve ser usada durante a gravidez se absolutamente necessária. Trabalho de parto: o efeito do estolato de eritromicina no parto desconhecido. Lactantes: a eritromicina excretada no leite materno; portanto, deve-se ter cuidado ao administrar essa droga a mães que estejam amamentando. - Uso pediátrico: ver Indicaçõese posologia. Interações Medicamentosas:: foi relatado que a eritromicina altera significativamente o metabolismo dos Anti-histamínicos não sedativos, terfenadina ou astamizol, quando administrados concomitantemente. Tem sido observado raros casos de reações adversas cardiovasculares graves, incluindo prolongamento do intervalo eletrocardiogrfico qt/qtc, parada cardíaca, torsade des pointes e outras arritmias ventriculares. Além disso, foram reportados raros casos de morte com a administração concomitante de terfenadina e eritromicina. Uma vez que a probenecida inibe a reabsorção tubular da eritromicina em animais, a manutenção dos níveis plasmáticos prolongada. O tratamento com lincomicina ou clindamicina deve ser evitado em infecções devidas a microrganismos resistentes à eritromicina. O uso de eritromicina em pacientes que estejam recebendo altas doses de teofilina pode estar associado com um aumento dos níveis séricos e do potencial de toxicidade da teofilina. No caso de toxicidade e/ou níveis séricos elevados da teofilina, a dose desta droga deve ser reduzida, enquanto o paciente estiver recebendo o tratamento concomitante com eritromicina. Foi relatado que a administração concomitante de eritromicina e digoxina resultou em elevados níveis séricos de digoxina. Houve relatos de aumento dos efeitos anticoagulantes quando a eritromicina foi usada junto com anticoagulantes orais. Os efeitos anticoagulantes aumentados devido a essa interação de drogas podem ser mais pronunciados nos idosos. O uso concomitante de eritromicina e ergotamina ou diidroergotamina foi associado em alguns pacientes com toxicidade aguda do ergot, caracterizada por vasoespasmo perifrico grave e disestesia. Tem sido reportado que a eritromicina diminui o clearance do triazolam e do midazolam, podendo aumentar os efeitos farmacológicos desses benzodiazepúnicos. O uso de eritromicina em pacientes que estejam tomando concomitantemente drogas metabolizadas pelo sistema citocromo P-450 pode estar associado com elevações dos níveis séricos destas drogas. Relatos de elevações de concentrações séricas das seguintes drogas, quando administradas concomitantemente com eritromicina: carbamazepina, ciclosporina, hexobarbital, fenitona, alfentanil, disopiramida, lovastatina e bromocriptina. As concentrações séricas destas e de outras drogas metabolizadas pelo sistema citocromo P-450 devem ser monitoradas cuidadosamente nos pacientes que estejam recebendo eritromicina.

Fórmula : Cada cápsula de 250 mg contém: estolato deeritromicina, equivalente a 250 mg de eritromicina base; excipiente q.s.p. uma cápsula. Cada drágea de 500 mg contém: estolato de eritromicina, equivalente a 500 mg de eritromicina base; excipiente q.s.p. 1 drgea. Cada ml (20 gotas) contém: estolato de eritromicina, equivalente a 100 mg de eritromicina base; excipiente q.s.p. 1 ml. Atenção: cada ml desta solução contém: sacarose 350 mg; amarelo F D & C n 6 (sunset yellow FCF) 0,07 mg. Cada 5 ml da suspensão contém: estolato de eritromicina, equivalente a 125 mg de eritromicina base; excipiente q.s.p. 5 ml. Atenção: cada ml desta preparação contém: sacarose 370 mg, amarelo F D & C n 6 (sunset yellow FCF) 0,07 mg. Cada 5 ml da suspensão contém: estolato de eritromicina, equivalente a 250 mg de eritromicina base; excipiente q.s.p. 5 ml. Atenção: cada ml desta preparação contém: sacarose 355 mg, amarelo F D & C n 6 (sunset yellow FCF) 0,14 mg.

Fabricante :

Eli Lilly do Brasil Ltda.

Endereço: Av. Morumbi, 8264 - Brooklin, São Paulo - SP, 04703-002
Telefone:(11) 2144-6911

Sac: 0800 723 6666 - Cx. postal 21.313.6

Medicamentos do mesmo fabricante :

Adcrica, Axid, Ceclor af, Celance, Dimefor, Dobutrex, Dreniformio, Drenison n, Drenison, Dynabac, Ergotrate, Glucagon, Humatrope, Humulin, Ilosone, Kefadim, Keflex, Merthiolate, Oncovin, Prozac 20, Prozac, Vancocina, Velban, Zyprexa


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A auto-medicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.


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