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Furosemida - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Furosemida

Classe terapêutica : Diuréticos da ansa.

Apresentação : 20 mg /2 ml Solução injetável

Indicação :

A furosemida é um diurético potente de incio de ação relativamente rpido, ou seja,inibe a reabsorção dos ies Na+, K+ e 2Cl- aumentando a secreção de urina e, dessemodo, causa a diminuição do volume do sangue e consequentemente a diminuição dapressão arterial.
A eficácia antihipertensora da furosemida também atribuvel a uma redução naresposta do mêsculo liso vascular ao estémulo constritor.

Foi-lhe receitada a furosemida pela seguinte razo, a qual poderá ser explicada pelo seumédico:
- Se tem edemas devidos a cardiopatias e hepatopatias (ascite);
- Se tem edemas de origem renal (no caso de sndroma nefrítico deve-se tratar a doençade base);
- Se tem edemas ocasionados por queimaduras;
- Se tem insuficiência cardíaca aguda, e particularmente edema pulmonar;
- No caso de crises hipertensivas, conjuntamente com outras medidas terapêuticas;
- Para apoio diurese forçada no caso de intoxicações.

Antes de TomarFUROSEMIDA RATIOPHARM 20 MG/2 ml SOLUção

injetável

Não tome Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetável:

- Se tem insuficiência renal com anúria que não respondem a furosemida;
- Em caso de coma hepático e pré-coma associado a encefalopatia hepática;
- Em caso de hipocAlémia grave, hiponatrmia grave, hipovolmia com ou semhipotensão ou desidratação;
- Se apresenta hipersensibilidade às sulfonamidas (alergia) s sulfonamidas (ex:antibióticossulfonamédicos ou sulfonilureias) e/ou furosemida ou a qualquer doscomponentes do medicamento.

Tome especial cuidado com Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetável:

- Em caso de obstrução parcial do dbito urinário;
- Em caso de hipotensão ou de risco particular de pressão arterial baixa pronunciada
(ex.: doentes com estenose significativa das artrias coronárias ou das veias superioresdo crebro);
- Se tem diabetes mellitus manifesta ou latente (controle regular da glicmia);
- Se tem gota e hiperuricmia (controle regular do ácido rico no sangue);
- Em caso de síndrome hepatorrenal (insuficiência renal funcional associada comdoença hepática grave);
- Em caso de hipoproteinmia (ex.: associada com síndrome nefrítico o efeito dafurosemida pode ser diminuído e a sua ototoxicidade potenciada);
- Em caso de alterações na glicemia e testes de tolerância;
- Se apresentar alterações electrolticas (ex.: hipocalimia, hiponatrmia);
- Se apresentar alterações de fluidos, desidratação, redução do volume sanguíneo comcolapso circulatério e possibilidade de Ocorrência de tromboses e emboliasparticularmente em idosos com excesso de utilização;
- Se tem doença hepática (cirrose e ascite);
- Em caso de ototoxicidade;
- Em caso de utilização em altas doses;
- Em caso de utilização na doença renal grave e progressiva;
- Em caso de utilização com sorbitol;
- Em caso de utilização no lpus eritematoso;
- Em caso de utilização de medicamentos que prolongam o intervalo QT.

A monitorização regular do sódio, potássio e creatinina séricos geralmenterecomendada durante a terapêutica com furosemida, particularmente em doentes comalto risco de desenvolverem desequilíbrios electrolticos ou em casos de perdas defludo significativas (p.ex.: devido a vômitos ou diarreia). Hipovolmia ou desidrataçãoassim como qualquer perturbação do equilíbrio electroltico ácido básico devem sercorrigidos.

Ao tomar Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetável com outros medicamentos
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentementeoutros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Foram descritas as seguintes Interações Medicamentosas::

Hidrato de cloral

Em casos isolados a administração intravenosa da furosemida num espao de 24 horasapós a administração de hidrato de cloral pode levar à Ocorrência de rubor,hipersudorese, ansiedade, náusea, aumento da pressão arterial e taquicardia.
Consequentemente, a utilização concomitante de furosemida e hidrato de cloral não recomendada.

Medicamentos antihipertensivos
O efeito hipotensor de certos medicamentos antihipertensores (diuréticos ou outrosfármacos com efeito de baixar a pressão arterial) pode ser incrementado com autilização concomitante da furosemida.

Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECA?s) e Antagonista da
Angiotensina II
Os efeitos hipotensores e/ou renais são potenciados pela hipovolmia, pelo que,segundo os casos, se torna necessário diminuir a dose ou interromper a administração defurosemida, durante os três dias que antecedem o inicio do tratamento ou em alternativainiciar a administração concomitante de um IECA em doses reduzidas.

Os doentes a quem sejam administrados diuréticos podem sofrer hipotensão edeterioração da função renal, incluindo casos de insuficiência renal, especialmenteaquando da administração concomitante pela primeira vez, ou pela primeira vez emdoses elevadas de um IECA ou de um antagonista receptor da angiotensina II.

Tiazidas
Como resultado da interação entre a furosemida e as tiazidas ocorre um efeitosinrgico da diurese.

Medicamentos antidiabéticos
Pode ocorrer um decrscimo na tolerância glucose, uma vez que a furosemida podediminuir a ação deste tipo de medicamentos.

Metformina
Os níveis sanguíneos de metformina podem ser aumentados pela furosemida.
Inversamente a metformina pode causar uma diminuição nas concentrações dafurosemida.

Colestiramina e colestipol
Este tipo de fármacos pode reduzir a biodisponibilidade da furosemida.

Glicosdeos cardíacos (ex.: digoxina)
No tratamento simultâneo com glicosdeos cardíacos deve ter-se em atenção que odfice de potássio induzido pela administração da furosemida pode aumentar asensibilidade do miocárdio ao digitlico, pelo que os níveis de potássio devem sermonitorizados.

Fibratos
Os níveis séricos de furosemida e de derivados do ácido fbrico (como por exemplo aclofibrato e o fenofibrato) podem estar aumentados durante a administração

concomitante (particularmente em caso de hipoalbuminemia). Deve monitorizar-se oaumento do seu efeito/toxicidade.

Anti-inflamatórios não esteroides
Os anti-inflamatórios não esteroides (por exemplo a indometacina e o ácidoacetilsalicílico) podem diminuir a ação da furosemida, com a consequente redução doseu efeito diurético, natriurético e anti-hipertensor, e provocar insuficiência renal napresença de hipovolmia.

fármacos ototxicos (ex.: aminoglicosdeos, cis-platina)
A furosemida pode intensificar o efeito ototxico de certos fármacos como por exemploda cisplatina ou de antibióticos aminoglicosdeos como por exemplo a kanamicina,gentamicina e tobramicina, em particular no caso de doentes com disfunção renal. Umavez que poderão correr danos irreversíveis, este tipo de medicamentos devem apenas serutilizados concomitantemente com a furosemida se existirem razes clínicas de pesoque o justifiquem.

fármacos nefrotxicos (ex.: polimixinas, aminoglicosdeos, cisplatina)
A furosemida pode intensificar o efeito nefrotxico de certos medicamentos, como porexemplo de certos antibióticos como a cefaloridina, cefaloxina, as polimixinas e osaminoglicosdeos.

Antibióticos como cefalosporinas pode ocorrer dano renal em doentes a receberemtratamento com a furosemida e doses elevadas de certas cefalosporinas.

A hipocalemia provocada em associação com as quinolonas pode potenciar oprolongamento do intervalo QT.

Existe um risco de efeito citotxico no caso de Administração concomitante de cisplatinae furosemida. Para Além disso, a nefrotoxicidade da cisplatina pode ser aumentada se afurosemida não for administrada em doses baixas (por exemplo 40 mg em doentes comfunção renal normal) e com um equilíbrio hídrico positivo, quando utilizada paraalcançar a diurese forçada durante o tratamento com cisplatina.

fármacos que sofrem secreção tubular significativa
A probenecida, o metotrexato e outros medicamentos que, tal como a furosemidasofrem secreção tubular renal significativa podem reduzir o efeito da furosemida.

Bloqueadores ganglionares e bloqueadores adrenérgicos perifricos
Os efeitos destes agentes podem ser incrementados pela administração concomitante defurosemida.

Fenobarbital e fenitona
Estes fármacos podem reduzir a resposta diurética furosemida.

Salicilatos
Doses elevadas de salicilatos administradas concomitantemente com a furosemidapodem aumentar a predisposição para a toxicidade salicílica devido a uma excreçãorenal diminuída ou uma função renal alterada.

Succinilcolina
A succinilcolina pode ver a sua ação potenciada pela furosemida.

Sucralfato
Este fármaco pode limitar a absorção da furosemida, verificando-se uma diminuiçãosignificativa dos seus efeitos. a administração oral deve ser efectuada com um espaode duas horas entre os fármacos em questáo.

Tubocurarina
O efeito relaxante muscular esqueltico destes agentes pode ser atenuado pelafurosemida.

lítio
A excreção do lítio reduzida pela furosemida, levando a um aumento do efeitocardiotxico e neurotxico do lítio. Consequentemente recomendável que os níveis delítio sejam monitorizados cuidadosamente em doentes a receber tratamento com estaassociação.

Glucocorticóides
Na associação com glucocorticóides deve considerar-se a hipopotassmia por estassubstâncias e o seu agravamento quando do uso de laxantes. Dado as alterações daaudição poderem ser irreversíveis a combinação só deve usar-se no caso de indicação vital.

Teofilina
Os efeitos da teofilina ou relaxantes musculares do tipo curare podem ficar aumentados.

Gravidez e aleitamento
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.
A furosemida, substância ativa da Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml soluçãoinjetável, atravessa a barreira placentária. Durante a gravidez a Furosemida
Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetável só deve ser utilizada quando absolutamenteindicada no tratamento de edemas de origem cardíaca, hepática e renal, e unicamentedurante um curto perãodo de tempo; não deve ser usada na terapêutica da hipertensãoarterial gravódica devido ao risco de isqumia fetoplacentar e consequente hipotrofiafetal. O tratamento com a Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetáveldurante a gravidez requer a monitorização do crescimento fetal.

Durante o aleitamento, deve ter-se em conta que a furosemida passa ao leite materno,podendo inibir o aleitamento. Em tais casos, a doente deve suspender o aleitamento.

Condução de veículos e utilização de máquinas
Os doentes reagem individualmente ao tratamento com furosemida, podendo serafectada a capacidade de condução automável e da utilização de máquinas. Este risco maior no incio do tratamento, nas mudanças de medicamento e com a ingestão de
álcool.

Informaçães importantes sobre alguns componentes de Furosemida Ratiopharm 20mg/2 ml solução injetável

Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por dose, ou seja, praticamente ?isento de sódio?.

Modo de Usar: FUROSEMIDA RATIOPHARM 20 MG/2 ml SOLUção

injetável

Tomar sempre Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetável de acordo com asinstruções do médico. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

Indicação do momento mais favorvel é Administração do medicamento
Não aplicvel.

Geral

A dose a utilizar deve ser a mais baixa suficiente para alcançar o efeito desejado.

A furosemida é administrada por via intravenosa apenas quando a administração oralnão exequvel ou eficaz (por exemplo no caso de absorção intestinal diminuída) ou sefor necessário um efeito rpido. No caso de ser utilizada a terapêutica intravenosaaconselha-se a passagem via oral assim que for possível.

Para obter uma maior eficácia e evitar contra-regulação, geralmente de preferir umaperfusão de furosemida em vez de injecções de blus repetidas,

A Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetável está particularmente indicadanos casos de transtornos de absorção intestinal, ou quando se necessita uma eliminaçãorápida de edemas.

Se não houver indicação médica em contrrio recomenda-se, como posologia inicial,para adultos e adolescentes com mais de 15 anos, 20 a 40 mg (1 ou 2 ampolas) por viai.m. ou i.v.; a dose máxima varia segundo a resposta individual.

Nas crianças: As dosagens devem ser reduzidas em relação ao peso corporal, sendo adose recomendada de 0,5 a 1 mg/kg de peso por dia até um máximo de 20 mg/dia.

A administração i.v. deve ser lenta, não ultrapassar a velocidade de 4 mg por minuto enunca em conjunto com outros medicamentos na mesma seringa.

Em doentes com perturbação grave da unção renal, recomenda-se uma taxa de perfusãonão superior a 2,5 mg/minuto.

A administração i.m. deve-se limitar a casos excepcionais em que nem a via oral nem ai.v. É possível. De notar que a injecção i.m. não é adequada para o tratamento desituações agudas tais como o edema pulmonar.

Nos idosos: Via oral ou via i.v.: dose inicial de 20 mg/dia aumentando de forma gradualaté resposta desejada.

Recomendações de dosagem particulares

A dosagem para adultos, geralmente, baseada nas seguintes orientações:

Edemas associados insuficiência cardíaca congestiva crônica
A dose oral inicial recomendada é de 20 mg a 80 mg diariamente. Esta dose poderá serajustada conforme necessário de acordo com a resposta. recomendável que a dose diária seja administrada em duas ou três doses individualizadas

Edemas associados insuficiência cardíaca congestiva aguda
A dose inicial recomendada é de 20 a 40 mg administrados por blus intravenoso. Adose pode ser ajustada se necessário de acordo com a resposta obtida.

Edemas associados insuficiência renal crônica
A resposta natriurética furosemida depende de inmeros factores, incluindo dagravidade da insuficiência renal e do equilíbrio de sódio, e, consequentemente o efeitode uma dose não pode ser previsto de uma forma precisa. Em doente com insuficiênciarenal crônica, a dose deve ser titulada cuidadosamente de forma a que a drenagem doedema seja gradual. No caso de adultos, isto significa que a dose pode conduzir a umaperda de aproximadamente 2 kg de peso corporal (aproximadamente 280 mmol Na+)por dia.

A dose oral inicial recomendada é de 40 mg a 80 mg por dia. Em caso de necessidade adosagem pode ser adequada de acordo com a resposta. A dose diária total pode seradministrada em dose única ou em duas doses individualizadas.

Em doentes dialisados, a dose oral usual de manutenção de 250 mg a 1500 mg diários.

No caso de tratamento intravenoso, a dose de furosemida pode ser determinadacomeando com uma perfusão intravenosa contínua de 0,1 mg por minuto, aumentandodepois gradualmente a taxa a cada meia hora de acordo com a resposta.

Manutenção da excreção de fludo no caso de insuficiência renal aguda
A hipovolmia, hipotensão e desequilíbrios electrolticos e ácido-base terão de sercorrigidos antes de iniciar o tratamento com furosemida. recomendável que atransferncia da via de Administração intravenosa para via oral seja efectuada o maisrapidamente possível.

A dose inicial recomendada é de 40 mg administrada na forma de injecção intravenosa.
Se tal dosagem não conduzir ao aumento desejado na excreção de fludo, a furosemidapode ser administrada em perfusão intravenosa contínua, comeando com uma taxa deperfusão de 50 mg a 100 mg por hora.

Edema associado ao síndrome nefrítico
A dose inicial recomendada é de 40 mg a 80 mg administrados diariamente. Esta dosepode ser ajustada conforme necessário, de acordo com a resposta. A dose diária totalpode ser administrada em dose única ou em vrias doses fraccionadas.

hipertensão

A furosemida pode ser utilizada em monoterapia ou em conjunto com outrosantihipertensores.
A dose de manutenção habitual de 20 mg a 40 mg diários. Em caso de hipertensãoassociada a insuficiência renal crônica, poderá ser necessária uma dose superior.

Crises hipertensivas
A dose inicial recomendada é de 20 mg a 40 mg administrada em injecção por blusintravenoso. Esta dose pode ser ajustada conforme necessário de acordo com a respostaobtida.

Edema associado a doença hepática
A furosemida utilizada para complementar o tratamento com antagonistas dealdosterona nos casos em que o tratamento com estes agentes em monoterapia não suficiente. De forma a evitar complicações tais como a intolerância ortostática oudesequilíbrios electrolticos ou ácido-base, a dose deve ser titulada cuidadosamente paraque a perda inicial de líquido seja gradual. No caso de adultos, tal significa a dose queconduz a uma perda aproximadamente de 0,5 kg de peso corporal por dia.

A dose oral inicial recomendada é de 20 mg a 80 mg diários. Esta dose pode serajustada conforme necessário de acordo com a resposta obtida. Esta dose diária pode seradministrada em dose única ou em vrias doses fraccionadas. No caso de o tratamentointravenoso ser absolutamente necessário, a dose unitéria inicial de 20 mg a 40 mg.

Apoio diurese forçada no caso de intoxicações
Para Além de soluções polielectrolticas também administrada furosemida por viaintravenosa. A dose dependente da resposta furosemida. As perdas de fluidos eelectrólitos podem ser corrigidas antes e durante o tratamento. Em caso de intoxicação por substâncias cidas ou alcalinas, a eliminação pode ser incrementadarespectivamente através da alcalinização ou acidificação da urina.

A dose inicial recomendada é de 20 mg a 40 mg administrados por via intravenosa.

Duração do tratamento mdio
De acordo com indicação do médico assistente

Se tomar mais Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetável do que deveria
O quadro clínico no caso de uma sobredosagem aguda ou crônica dependeprimeiramente da extensão e consequncias da perda de electrólitos e de fluidos (ex.:hipovolmia, desidratação, hemo-concentração, arritmia cardíaca ? incluindo bloqueio
A-V e fibrilhação ventricular).

A) Sintomas:
- diurese excessiva com o consequente perigo de desidratação e, em caso deAdministração prolongada, hipocAlémia. A perda de água e electrólitos pode levar a umestado delirante.

b) Tratamento
- substituição de líquidos e correcção do equilíbrio electroltico; monitorização dasfunções metabólicas e, nos doentes com disria manter o fluxo urinário.

Aos primeiros sinais de choque (suores, náusea, cianose) interromper de imediato ainjecção (deixando a agulha na veia), colocar o doente com a cabeça baixa e permitir alivre respiração.

Tratamento medicamentoso:
Diluir 1 ml de uma solução de adrenalina 1:1000 em 10 ml e injectar lentamente 1 ml
(correspondente a 0,1 mg de adrenalina) desta solução controlando o pulso e tensão,observando em especial a Ocorrência de eventuais arritmias. Pode repetir-se a administração de adrenalina se necessário.

Injectar em seguida um glucocorticóide por via intravenosa (por. ex.: 250 1000 mg demetilprednisolona), repetindo se necessário;
Adaptar as doses acima referidas para crianças de acordo com o peso corporal

Corrigir a hipovolmia pelos meios disponíveis e completar com respiração artificial,oxignio e antihistamúnicos.

Caso se tenha esquecido de utilizar Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml soluçãoinjetável
Não aplicvel.
Se parar de utilizar de Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetável
Não aplicvel

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médicoou farmacêutico.

4. Efeitos secundários POSSVEIS

Como todos os medicamentos, Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml solução injetável,pode causar efeitos secundários em algumas pessoas.

Endócrinos e metabólicos
Alterações do equilíbrio hidroelectroltico (hipocAlémia, hiponatrmia e alcalosemetabólica) depois de um tratamento prolongado ou quando se administram doseselevadas. Os salurticos podem causar depleção do potássio, especialmente apósinsuficiência de potássio na alimentação. Para Além disso, doenças como a cirrosehepática podem causar predisposição a estados de deficiência em potássio. Nestes casos,
necessário vigilância adequada e terapêutica de substituição. Certos doentes podemapresentar elevação da uricmia que pode causar ataques de gota em doentespredispostos. A furosemida, devido em parte hipocAlémia, pode reduzir a tolerânciaaos hidratos de carbono e assim agravar um diabetes mellitus ou tornar manifesta umadiabetes latente.têm sido referenciados casos isolados de pancreatite agudaprovavelmente devidos a tratamento de vrias semanas com salurticos, nalguns casoscom furosemida. Uma alcalose metabólica preexistente (p.ex. na cirrose hepáticadescompensada) pode agravar-se com a furosemida.

Cardiovasculares

Em particular no incio do tratamento em doentes idosos, a diurese muito intensa podeconduzir a perturbações circulatérias, tais como hipotensão ortostática, hipotensãoaguda, sensação de peso na cabeça, tonturas, colapso circulatério, artrite crônica,tromboflebite ou morte sbita (com Administração I.M. ou I.V.)

Sistema Nervoso Central
Parestesias, vertigens, febre, visão turva, tonturas, sonolência, confusão mental,sensação de peso na cabeça, secura da boca, perturbações da visão com sintomas dehipovolmia, que, em casos extremos, pode conduzir a desidratação.

Sistema mêsculo-Esqueltico
cãibras nos mêsculos das pernas, astenia. A furosemida pode baixar o cálcio srico (emcasos muitos graves tem-se observado tetania).

Sistema Gastrointestinal
são raros os transtornos gastrointestinais como náuseas, vômitos, diarreia, anorexia,irritação gástrica e oral, obstipação.

hepáticos
icterícia colestática intrahepática, hepatite isquêmica, aumento das transaminaseshepáticas ou pancreatite aguda, podem ocorrer.

Sistema Renal
Sintomas de retenção urinária (em caso de hidronefrose, hipertrofia prostática e estenosearterial), vasculite, glicosria, aumento transitório da taxa sérica de creatinina e ureia.
Nefrite intersticial (raro). Nos prematuros pode surgir nefrocalcinose, por deposição desais de cálcio no tecido renal.

Se a furosemida é administrada em crianças prematuras durante as primeiras semanas devida pode aumentar o risco de persistância patente de ductus arteriosus.

Sistema Auditivo
Os transtornos auditivos devidos furosemida são raros e geralmente reversíveis; aIncidência maior no caso de Administração parentérica rápida, particularmente emdoentes com insuficiência renal. Podem ocorrer tinidos (transitórios).

Hematológicos
Alteração do hemograma (leucoPónia, agranulocitose, trombofilia, anemia hemoltica,trombocitoPónia). A trombocitoPónia pode tornar-se manifesta, em particular como umaumento da tendência para hemorragias; o médico deve ser consultado neste caso. Otratamento com furosemida pode provocar aumento do colesterol e triglicridos nosangue. Anemia aplástica (raro)

reações membranosas ou da pele
urticária, rash ou lesões bulhosas, eritema multiforme, dermatite exfoliativa e púrpura.

Diversos

Anafilaxia (raro); exacerbação ou ativação do lpus eritematoso sistémico. Parestesiase fotossensibilidade podem ocorrer. após injecção IM reações locais tais como dorpodem ocorrer.

Se detectar qualquer efeito secundário é aconselhável comunic-lo ao seu médico oufarmacêutico.

5. COMO CONSERVAR FUROSEMIDA RATIOPHARM 20 MG/2 ml SOLUção

injetável

Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Conservar na embalagem de origem.
Não refrigerar.
Não utilize Furosemida Ratiopharm 20 mg/2 ml Solução injetável após o prazo devalidade impresso na embalagem exterior, após "Val.". O prazo de validade correspondeao últim dia do mês indicado.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou lixo doméstico. Pergunteao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita. Estasmedidas irão ajudar a proteger o ambiente.

6. Outras informações

- A substância ativa é furosemida.
- Os outros componentes são: Cloreto de sódio, Hidróxido de sódio, água parapreparações injetáveis.

Embalagens de 5 ampolas de 2 ml de solução injetável contendo 20 mg de furosemidadestinados é Administração intravenosa ou intramuscular.

Ratiopharm, Comércio e Indústria de Produtos Farmacêuticos Lda
Rua Quinta do Pinheiro
Edifício Tejo, 6º Piso
2790-143 Carnaxide
Portugal

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Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.