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Eupressin h - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : maleato de enalapril

Apresentação : Embalagem com 30 comprimidos.

Indicação : É indicado no tratamento da hipertensão arterial em pacientes nos quais a terapêutica combinada é adequada.

Efeito Colateral :

Eupressin-H usualmente bem tolerado. Em estudos clínicos, os efeitos colaterais foram usualmente leves e transitórios e, na maioria das vezes, não requereram a interrupção da terapia. O efeito clínico mais comum foi tontura, que geralmente respondeu diminuição da posologia e raramente levou interrupção terapêutica. Outros efeitos colaterais menos frequentes foram cefaleia, fraqueza, cãimbras musculares e astenia. Ainda menos comuns foram os seguintes eventos listados por sistema: cardiovascular: sncope, hipotensão não ortostática, taquicardia, dor torácica, palpitações. Gastrintestinal: diarreia, vômitos, dispepsia, dor abdominal, flatulência, constipação, náusea. Psiquitrico: insônia, sonolência, parestesia, vertigem, nervosismo. Respiratério: dispnéia, tosse. Outros: diminuição da libido, exantema, boca seca, gota, hiperidrose, zumbido, prurido, artralgia, impotncia, erupção cutânea. Hipersensibilidade/edema angioneurtico: edema angioneurtico de face, extremidades, lbios, lngua, glote e/ou laringe tém sido reportado raramente. Efeitos laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais padres raramente estiveram associadas com a administração de Eupressin-H. Foram notadas ocasionalmente hiperglicemia, hiperuricemia, hipocalemia e hipopotassemia. também foram vistos aumentos da uria e creatinina do sangue e elevações das enzimas hepáticas e/ou bilirrubinas séricas. Todos foram geralmente reversíveis com a descontinuação de Eupressin-H. Ocorreu também hipercalemia e reduções da hemoglobina, hematécrito e dos leuccitos.

Precauções :

Hipotensão e desequilíbrio hidroeletrolítico: como com qualquer terapêutica anti-hipertensiva, pode ocorrer hipotensão em alguns pacientes. Os pacientes devem ser observados quanto aos sinais clínicos de desequilíbrio hidroeletrolítico, por exemplo: depleção de volume, hiponatremia, alcalose hipoclorêmica, hipomagnesemia ou hipocalemia, que podem ocorrer durante diarreia ou vômitos. Determinações periódicas de eletrôlitos séricos devem ser efetuadas a intervalos apropriados nestes pacientes. Deve ser dada particular atenção quando a terapia for administrada a pacientes com cardiopatia isquêmica ou doença vascular cerebral, pois uma redução excessiva na pressão arterial poderia resultar em infarto do miocárdio ou A.V.C. Se ocorrer hipotensão, o paciente deve ser colocado em posição supina, e, se necessário, deve receber infusão de solução salina normal. Hipotensão transitéria não É Contra indicação a doses posteriores. após restabelecimento da PA e do volume sanguíneo efetivo, a reinstituição da terapêutica a doses reduzidas pode ser possível, ou pode-se optar pelo uso apropriado de qualquer dos componentes isoladamente. Deterioração da função renal: os tiazdicos não são os diuréticos apropriados para uso em pacientes com função renal deteriorada e não são eficazes com valores de clearance de creatinina abaixo de 30 ml/min. (isto , insuficiência renal moderada ou severa). Eupressin-H não deve ser administrado a pacientes com insuficiência renal (clearance de creatinina 80 ml/min.) até que a titulação dos componentes individuais tenha estabelecido a necessidade das doses a serem utilizadas com a combinação. Alguns pacientes hipertensos, sem aparente dano renal, tém desenvolvido aumentos discretos e transitórios de uria e creatinina séricas, quando submetidos terapêutica combinada de enalapril e diurético. Se isto ocorrer durante o tratamento com Eupressin-H, a combinação deve ser interrompida. Pode-se reiniciar o tratamento com doses menores ou optar por um dos componentes isoladamente. Em alguns pacientes, com estenose bilateral da artria renal ou estenose de uma artria renal em rim único, tém sido relatados aumentos de uria e creatinina séricas com o uso de inibidores de enzima de conversão. Estes aumentos são geralmente reversíveis após interrupção da terapêutica. Hepatopatias: as tiazidas devem ser utilizadas com cautela em pacientes com disfunção hepática e hepatopatias progressivas, pois pequenas alterações do balanão hídrico e eletrolítico podem precipitar o coma hepático. Cirurgia/Anestesia: em pacientes que se submetem a cirurgias de grande porte ou durante anestesia com agentes que produzam hipotensão, enalapril pode bloquear a formação de angiotensina II secundária liberação compensatéria de renina. Se ocorrer hipotensão atribuda a este mecanismo, a correção pode ser feita através da expansão de volume. As tiazidas podem aumentar a resposta tubocurarina. Efeitos metabólicos e endócrinos: as tiazidas podem prejudicar a tolerância glicose. Podem ser necessários ajustes na posologia de agentes hipoglicemiantes, incluindo insulina. As tiazidas podem diminuir a excreção urinária de cálcio e causar elevações leves e intermitentes de cálcio srico, hipercalemia importante pode ser evidência de hiperparatireoidismo subclínico. A terapêutica com tiazdicos deve ser interrompida antes da realização de testes de função paratireoideana. A terapêutica com tiazdicos pode precipitar hiperuricemia e/ou gota em certos pacientes. Entretanto, enalapril pode aumentar o ácido rico urinário e, portanto, atenuar o efeito hiperuricemiante da hidroclorotiazida. Hipersensibilidade/Edema angioneurtico: edema angioneurtico de face, extremidades, lbios, glote e/ou laringe tem sido relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da enzima de conversão, incluindo maleato de enalapril. Em tais casos, o maleato de enalapril deve ser interrompido imediatamente e o paciente deve ser observado atentamente até o desaparecimento do edema. Nos casos em que o edema tenha sido confinado face e lbios, a condição normalmente se resolve sem tratamento, entretanto, Anti-histamínicos tém sido teis no alívio dos sintomas. O edema angioneurtico associado a edema de laringe pode ser fatal. Quando existe envolvimento de lngua, glote ou laringe, de modo a produzir obstrução das vias aéreas, deve-se administrar imediatamente solução de epinefrina subcutânea 1:1000 (0,3 a 0,5 ml) e instituir outras terapêuticas apropriadas. Em pacientes recebendo tiazdicos, reações de sensibilidade podem ocorrer com ou sem história de alergia ou asma brônquica. Exacerbação ou atividade de lupo eritematoso sistémico tem sido relatado com o uso de tiazdicos. Recomenda-se abster se do uso de bebidas alcolicas, uma vez que o álcool pode potencializar o efeito do medicamento. Uso na gravidez: não há estudos adequados e bem controlados com o Eupressin-H em grávidas. O uso rotineiro de diuréticos em mulheres grávidas saudveis não é aconselhável e exPóe a me e feto a danos desnecessários. Os diuréticos não previnem o desenvolvimento de toxemia gravódica e não existem evidências satisfatérias de que eles sejam teis no tratamento da toxemia. As tiazidas atravessam a barreira placentária e aparecem no sangue do cordão umbilical. Portanto, o uso de produtos contendo tiazdicos durante ou na suspeita de gravidez requer que os benefícios da droga sejam pesados em relação aos possveis danos ao feto. Deve-se considerar a descontinuação do tratamento. Estes danos incluem icterícia fetal ou neonatal, trombocitopenia e possivelmente outras reações adversas que tém ocorrido em adultos; pode causar a morte do feto. Enalapril cruza a barreira placentária e aparece no sangue do cordão umbilical. há risco potencial de hipotensão fetal, redução do peso ao nascer e diminuição da perfusão renal ou anúria no feto, a partir da exposição in étero aos inibidores da ECA. Todo neonato exposto a enalapril in étero deve ser observado cuidadosamente quanto ao dbito urinário e pressão arterial. Se necessário, deve-se iniciar tratamento clínico adequado, incluindo Administração de fluidos ou dilise para remover o enalapril da circulação. O uso de inibidores da ECA durante o estágio final da gestação não , pois, geralmente recomendado. Lactação: não se sabe se o enalaprilato secretado no leite materno. Sabe-se que as tiazidas aparecem no leite humano. Se o uso da droga for absolutamente essencial, a paciente deve parar de amamentar. Uso pediátrico: a eficácia e segurança em crianças não foram estabelecidas. Uso em idosos: em estudos clínicos, a eficácia e tolerabilidade do maleato de enalapril e hidroclorotiazida, administrados concomitantemente, foram semelhantes em hipertensos jovens e idosos. Interações Medicamentosas:: potássio srico: o efeito espoliador de potássio dos diuréticos tiazdicos geralmente atenuado pelo efeito poupador de potássio do enalapril. Os níveis de potássio srico geralmente se mantém dentro dos limites normais. O uso de suplementação de potássio, agentes poupadores de potássio, ou substitutos do sal de cozinha contendo potássio, principalmente em pacientes com função renal deteriorada, pode induzir a aumentos significantes do potássio srico. lítio: o lítio geralmente não deve ser administrado com diuréticos. Os diuréticos reduzem o clearance renal do lítio e levam a alto risco de toxicidade. As informaçães das preparações de lítio devem ser consultadas antes do seu uso. Outros agentes anti-hipertensivos: a combinação do maleato de enalapril com bloqueadores beta-adrenérgicos, metildopa ou bloqueadores dos canais de cálcio tém demonstrado aumento de eficácia no controle pressrico. Ganglioplógicos e bloqueadores adrenérgicos combinados com enalapril só devem ser administrados sob rigorosa observação. álcool, barbitúricos ou narcticos: pode ocorrer potencialização da hipotensão ortostática. Aminas vasopressoras (por exemplo: adrenalina): possível diminuição na resposta s aminas vasopressoras, mas não o suficiente para impedir seu uso. antiinflamatórios não esteroides: em alguns pacientes, a administração de antiinflamatórios não esteroides pode reduzir os efeitos diuréticos, natriuréticos e anti-hipertensivos dos diuréticos.

Fórmula :

Cada comprimido de 10/25 mg contém: maleato de enalapril 10 mg, hidroclorotiazida 25 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido de 20/12,5 mg contém: maleato de enalapril 20 mg, hidroclorotiazida 12,5 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido.

Contra indicação :

Anúria. Hipersensibilidade a qualquer componente deste produto ou a outras drogas derivadas das sulfonamidas.

Modo de Usar :

Eupressin-H é apresentado como comprimidos para administração oral. A posologia de Eupressin-H deve ser determinada primariamente pela experiência com o maleato de enalapril. A dose de cada paciente deve ser individualizada. A dose de Eupressin-H 10/25 mg ou de Eupressin-H 20/12,5 mg Deverá ser determinada pela titulação de cada componente individualmente. Deve ser levado em conta que os pacientes em tratamento anti-hipertensivo combinado usualmente não necessitam doses de hidroclorotiazida maior que 50 mg/dia ou de enalapril maior que 40 mg/dia. Portanto a dose de Eupressin-H em qualquer de suas duas formas de Apresentação : não deve ultrapassar 2 comprimidos ao dia. hipertensão arterial: em hipertensão, a dose usual é 1 comprimido de 10/25 mg ou 20/12,5 mg, conforme o caso, administrado 1 vez ao dia. Se necessário, a posologia pode ser aumentada para 2 comprimidos, administrados 1 vez ao dia. Terapia diurética anterior: pode ocorrer hipotensão sintomática após a dose inicial de Eupressin-H; isto é mais provável em pacientes que estáo depletados de sal ou volume, como resultado de terapia diurética anteriormente utilizada. Esta deve ser descontinuada 2 a 3 dias antes do incio do uso de Eupressin-H. Posologia na insuficiência renal: os tiazdicos não são diuréticos apropriados para uso em pacientes com insuficiência renal e não são eficazes com valores de clearance de creatinina abaixo de 30 ml/min. (isto , insuficiência renal moderada ou severa). Em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 80 ml/min., Eupressin-H deve ser usado apenas após titulação dos componentes individuais. A dose recomendada de maleato de enalapril, quando utilizado isoladamente, em insuficiência renal de 5 a 10 mg. Superdosagem: o tratamento da superdosagem sintomático e de suporte. Deve-se suspender a terapia com Eupressin-H e observar o paciente cuidadosamente.

Fabricante :

Fabricante : s Biosintética Ltda.

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Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A auto-medicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.

Emagrecimento e Aumento de Massa Muscular