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Divelol - para que serve

Bula do bloqueador alfa e beta-adrenérgico, indicado no tratamento da insuficiência cardíaca leve ou moderada.

Princípio ativo : Carvedilol.

Classe Terapêutica: Cardiovascular.

Apresentação : Caixas com 28 comprimidos de 6,25 mg, 12,5 mg e 25 mg de carvedilol.

Indicação : Insuficiência cardíaca leve ou moderada (classe II ou III NYHA) de origem isquêmica ou miocárdica, em associação com digitálicos, diuréticos ou inibidores da ECA; hipertensão arterial, isoladamente ou associado a outros agentes, particularmente diuréticos do tipo tiazídicos.

Efeito Colateral :

Dos eventos adversos evidenciados, geralmente durante os primeiros trinta dias, apenas tontura, bradicardia, hipotensão e hipotensão postural, relacionados ao aumento das doses na fase de titulação.

Precauções :

A descontinuação do tratamento deve ser feita gradualmente, ao longo de uma a duas semanas. Como em estudos clínicos ocorreu bradicardia em 2% dos pacientes, se a frequência cardíaca reduzir-se a menos de 55 batimentos/minuto, a dose deve ser diminuída; a Ocorrência de hipotensão postural ou síncope foi maior durante os 30 primeiros dias de tratamento, o que torna conveniente orientar os pacientes a evitarem, no incio da terapêutica, situações como dirigir ou realizar tarefas perigosas.

Se houver piora da insuficiência cardíaca durante a fase de titulação da dose, aumentar a dose do diurético e manter (ocasionalmente diminuir ou até mesmo descontinuar temporariamente) a dose do DIVELOL, até que retorne a estabilidade clínica; após o que, continuar o processo de titulação.

Em portadores de broncoespasmo não alérgico (tipo bronquite crônica ou enfisema) pode ser administrado com cautela, utilizando-se a menor dose eficaz possível para minimizar os efeitos do betabloqueio. Pode potencializar os efeitos da clonidina sobre a pressão arterial e frequência cardíaca; se necessário interromper essa eventual associação, o DIVELOL deve ser descontinuado antes e, posteriormente, a clonidina, também de forma gradual.

Com bloqueadores dos canais do cálcio podem ocorrer alterações na pressão arterial e no ECG, fatores estes que devem ser, por isso, monitorizados. Como qualquer betabloqueador, pode aumentar o efeito da insulina e hipoglicemiantes orais, o que torna conveniente monitorização regular da glicose sanguínea. Não existem estudos adequados ou bem controlados em grávidas; desta forma, tanto na gravidez quanto na lactação, DIVELOL só deve ser administrado considerando-se o fator risco benefício.

Advertências

Embora DIVELOL possa ser administrado a hipertensos, portadores também, de insuficiência cardíaca controlada com digital, diuréticos e/ou inibidores da ECA, preciso se ter em conta o fato de que tanto DIVELOL como a digital reduzem a condução AV. Como já foi observado, embora raramente, lesão hepática após carvedilol, portadores de lesão hepática, cirrose ou icterícia não devem receber DIVELOL.

Como todos os betabloqueadores, pode agravar ou precipitar os sintomas de insuficiência arterial em portadores de doença vascular periférica. Se necessário continuar o tratamento com DIVELOL em pacientes cirúrgicos, cuidado especial Deverá ser tomado se forem receber anestésicos tais como éter, ciclopropano ou tricloroetileno, já que estes deprimem a função miocárdica.

Como todos os betabloqueadores não seletivos, pode potencializar a hipoglicemia induzida por insulina e retardar a recuperação dos níveis séricos de glicose. Podendo mascarar os sintomas clínicos de hipertiroidismo, a sua suspensão abrupta pode exacerbar os seus sintomas ou precipitar uma crise tiroidiana.

Fórmula :

Carvedilol, em comprimidos de 6,25 mg, 12,5 mg e 25,0 mg.

Contra indicação :

Portadores de insuficiência cardíaca não compensada classe IV (NYHA), asma brônquica, tendência a broncoespasmo, bloqueio AV de segundo ou terceiro graus, doença do sínus (exceto em pacientes com marcapasso), choque cardiogênico ou bradicardia severa, hipersensibilidade droga, bem como não é recomendado a portadores de insuficiência hepática clinicamente manifesta.

Informações Técnicas

Agente bloqueador beta adrenérgico não seletivo, com atividade bloqueadora a-1 adrenérgica, sem atividade simpaticomimética intrínseca. Absorção rápida, sendo retardada quando a medicação for ingerida junto com a alimentação, o que reduz o risco de hipotensão ortostática, sem interferir, porém, na biodisponibilidade; meia-vida de 7 a 10 horas. Totalmente metabolizado; 98% da dose ingerida ligam-se s proteínas, sendo eliminada pelas fezes e, menos de 2% pela urina, na forma inalterada.

DIVELOL reduz o débito cardíaco, a taquicardia induzida por exercício e(ou) isoproterenol, bem como a taquicardia ortostática reflexa; atenua os efeitos da fenilefrina e reduz a resistência vascular periférica, geralmente dentro dos primeiros trinta minutos e, devido à sua ação a-1 bloqueadora, reduz a pressão arterial mais significativamente na posição ereta, da a possibilidade de ocorrer hipotensão postural; reduz a atividade da renina plasmática após quatro semanas e aumenta os níveis do peptídeo natriurético atrial.

Modo de Usar :

Insuficiência cardíaca congestiva: Dose individualizada e monitorizada durante a fase inicial, estabilizando antes a dosagem de digital, diuréticos e inibidores da ECA (se utilizados). Iniciar com 6,25 mg duas vezes ao dia por duas semanas; se bem tolerada, poderá ir sendo dobrada a cada duas semanas, até o nível mais alto tolerado pelo paciente ou a critério médico.

Dose máxima: 25 mg duas vezes ao dia para pacientes com menos de 85 kg e 50 mg duas vezes ao dia para aqueles com mais de 85 kg. hipertensão arterial: Dose individualizada, sendo inicialmente de 6,25 mg duas vezes ao dia, por uma a duas semanas, podendo ser aumentada, se bem tolerada, para 1,25 mg duas vezes ao dia e dobrada a cada uma a duas semanas, ou a critério médico; a dose diária máxima recomendada é de 50 mg e o efeito anti-hipertensivo é alcançado no período de uma a duas semanas.

Superdosagem :

A sua Ocorrência determina: hipotensão severa, bradicardia, insuficiência cardíaca, choque cardiogênico ou parada cardíaca; podem também ocorrer broncoespasmo, vômito, lapsos de consciência e convulsões generalizadas. Nessas situações, o tratamento com antídoto apropriado deve ser mantido por tempo suficientemente longo, considerando-se a meia-vida do carvedilol, que de 7 a 10 horas.

Fabricante : Laboratórios Baldacci Ltda.

Rua: Pedro de Toledo 520 - Vila Clementino, São Paulo, SP 04039-001

Telefones: 0800 13 3222 (SAC) - 55 11 5085-4444

E-mail: sac@lbaldacci.com.br

Medicamentos do mesmo fabricante :

Abrilar, Adoless, Amoxifar, Ampifar, Anlodibal, Annita, Ascarical, Azitrax gu, Azitrax, Balcor ev, Balcor, Balurol, Basilan, Capilarema, Cefuroxima baldacci 500, Colpistar, Divelol, Fibrinol, Gynomax, Inflanox, Inicox, Lozap 40 mg, Lozap, Materfolic, Matervit, Monocordil, Nutrical d, Omeprazol meprazento, Ornitargin, Otociriax, Pidomag, Probec, Prostem, Secni plus, Sinvascor, Stomet, Ultrafer, Umckan, Unizol, Viagra, Vueffe.


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.