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Diprox - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Lansoprazol.

Apresentação : Cápsulas de liberação retardada: Embalagem com 7 cápsulas.

Indicação : Para cicatrização e alívio sintomático de esofagite de refluxo (incluindo úlcera de Barrett e casos de resposta insatisfatéria a antagonistas de receptores histamúnicos H2), de úlcera duodenal e de úlcera gástrica., em tratamento de curto prazo (ver Posologia). Para tratamento a longo prazo (ver Posologia) de pacientes hipersecretores, portadores ou não de sindromede Zollinger-Ellison. Dados clínicos atuais indicaram que lansoprazol foi seguro e eficaz nessas desordens em tratamentos de até 2,6 anos de duração.

Precauções :

As cápsulas de liberação retardada devem ser ingeridas pela manhã, em jejum. Os pacientes devem ser advertidos para que não abram ou mastiguem es cápsulas; elas devem ser deglutidas inteiras, para preservar a cobertura entárica dos grnulos. Por ser eliminado predominantemente por via biliar, o perfil farmacocinético do lansoprazol pode ser modificado por insuficiência hepática moderada a severa, bem como em idosos (ver uso em idosos). Deve-se ter cautela no prescrição de lansoprazol a pacientes idosos com disfunção hepática. Uso na gravidez: Estudos em animais não mostraram potencial teratogúnico para lansoprazol. Entretanto, não existem estudos adequados ou bem-controlados na gestação humana. Lansoprazol somente deve ser administrado durante a gravidez se, em criteriosa avaliação médica, os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais para o feto. Uso na amamentação: Não É conhecido se lansoprazol excretado pelo leite materno. Como Vários fármacos são excretados pelo leite materno, deve-se ter cautela na administração de lansoprazol a mulheres no perãodo de amamentação. Uso em pediatria: Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças. Uso em idosos: Em idosos, tmx e AUC são o dobro daqueles em voluntários jovens. A posologia inicial não necessita ser modificada em idosos, mas doses subseqentes superiores a 30 mg ao dia não devem ser administradas, a menos que supressão adicional da secreção cida gástrica seja necessária. Deve-se ter cautela quando o fármaco for administrado a idosos com disfunção hepática.

Fórmula :

Cada cápsula de liberação retardada contém: Lansoprazol 30 mg; Excipientes: Carbonato de magnésio, sacarose, amido de milho, hidroxipropilcelulose, copolómero do ácido metacrílico, talco, polietilenoglicol 6.000, dióxido de titânio, polissorbeto 80, dióxido de silício coloidal. q.s.p. cápsula.

Contra indicação :

Em hipersensibilidade conhecida ao lansoprazol.

Modo de Usar :

Tratamento de esofagite de refluxo, incluindo úlcera de Barrett: 30 mg ao dia, por quatro a oito semanas. Tratamento de úlcera duodenal: 30 mg ao dia, por duas a quatro semanas. Tratamento de úlcera gástrica: 30 mg ao dia, por quatro a oito semanas. Tratamento da síndrome de Zollinger-Ellison: Dose inicial de 60 mg ao dia, por três a seis dias. A dose deve ser então titulada ascendentemente até conseguir-se um paciente assintomático com secreção cida basal inferior a 10 mEq/h em pacientes com síndrome de Zollinger-Ellison não-gastrectomizados e em hipersecretores sem a síndrome. Em pacientes com a síndrome, previamente gastrectomizados, a secreção cida basal recomendada como alvo igual ou inferior a 5 mEq/h. Se o paciente requerer 120 mg ou mais de lansoprazol ao dia, as doses devem ser divididas em duas tomadas equivalentes. Uma vez que o alvo seja atingido, o paciente deve ser monitorado, para determinar se a dose deve ser ajustada para mais ou para menos. As cápsulas de DIPROX devem ser ingeridas pela manhã, em jejum. No caso de duas tomadas diárias indicadas para doses de 120 mg ou mais, na síndrome de Zollinger-Ellison, a segunda tomada também deve ser em jejum. As cápsulas devem ser ingeridas inteiras; o paciente deve ser advertido para não abrir ou mastigar as cápsulas (ver Precauções). Não é necessário ajuste de dose para insuficiência renal. Não é necessário ajuste de dose inicial para idosos e portadores de disfunção hepática leve a moderada. Consulte Precauções e Uso em idosos para dosagem em idosos com disfunção hepática.
Laboratórios SINTOFARMA S/A.

Fabricante :

Laboratório Sintofarma S.A.

R. Sergipe , 120 , Consolação, São Paulo - SP

Algifen, Cardalin, Cispride, Diprox, Dolamin, Fenasil, Fenasten, Flunazol, Infiltran b12, Invex spray, Invex, Levocarnin 1g, Naricin, Rubrobion 500, Rubrobion, Sedobion, Sintofenac, Sucret, Uroplex, Valix


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.