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Deprilan 5 mg - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo: cloridrato deselegilina

Apresentação: Embalagem com 20 comprimidos.

Indicação: Tratamento da doença de Parkinson em associação com a levodopa, nos pacientes que não respondem satisfatoriamente terapêutica inicial. Pode também o Deprilan ser associado a inibidores da levodopa-decarboxilase.

Efeito Colateral:

Observação: esta seção foi escrita para ilustração de efeitos observados com drogas associadas, não refletindo reações descritas com o uso de Deprilan. O nmero de pacientes que receberam a selegilina em estudos prospectivos monitorizados, em fase III, é ainda pequeno. Enquanto outras fontes de dados sobre a selegilina estáo disponíveis (bibliografia, reportes de fase IV), os mesmos não fornecem o tipo de informação necessária para estimar-se o ndice de reações adversas, sendo que inclusive muitos dos efeitos reportados foram tópicos do uso da levodopa. Mais do que isto, não puderam ser estabelecidas a importncia e a gravidade de vrias reações observadas. No entanto, algo resultou de todos esses experimentos, ou seja, se uma reação causou ou não a descontinuação do estudo. Em estudos prospectivos de fase III, em ordem decrescente, foram estas as reações que levaram os pacientes a descontinuar o tratamento com a selegilina: náuseas, alucinações, confusão mental, depressão, perda de equilíbrio, insônia, hipotensão ortostática, aumento dos movimentos involuntários, agitação psicomotora, arritmias, bradicinesia, coria, hipertensão, angina pectoris nova ou aumentada e sncope. Foram mencionados apenas uma vez como causa de abandono de tratamento: edema de tornozelos, ansiedade, queimação da boca/dos lbios, obstipação, sonolência/letargia, distonia, excesso de transpiração, sensação de frio intenso, sangramento gastrintestinal, queda de cabelo, aumento do tremor, nervosismo, fraqueza e perda de peso. Considerando-se todos os ensaios prospectivos monitorizados, envolvendo 920 pacientes, foram observados os seguintes efeitos adversos da selegilina: sistema nervoso central: motor/coordenação/extrapiramidal: tremor acentuado, coria, perda de equilíbrio, agitação, blefarospasmo, bradicinesia acentuada, esgares faciais, quedas, pernas pesadas, tiques musculares, contrações mioclínicas, torcicolo, discinesia tardia, sintomas distânicos, movimentos involuntários, cãimbras musculares, apraxias, festinação, sensação de frio intenso. Estado mental/comportamento/psiquismo: alucinações, vertigem, confusão mental, ansiedade, depressão, sonolência, alterações do humor e comportamento, pesadelos, cansaço, desorientação, distúrbios de memria, energia anormal, euforia transitéria, sensação de vazio, letargia/mal-estar, apatia, hiperestimulação, mudança de personalidade, distúrbios do sono, agitação, fraqueza, irritabilidade. Dor/alterações de sensibilidade: cefaleia, lombalgia, dor nas pernas, tinnitus, migrnea, dor supra-orbital, queimação na garganta, dor generalizada, calafrios, entorpecimento de artelhos ou dedos, distúrbios do paladar. Sistema nervoso autnomo: boca seca, vista embaada, disfunções sexuais.

Precauções:

Na associação com a levodopa, observar um possível aparecimento de efeitos secundários prprios da dopaterapia e procurar ajustar a posologia. - Uso na gravidez: não se foi determinado se a selegilina apresenta efeitos teratogúnicos, não se altera a capacidade reprodutora da mulher, não devendo ser administrada durante a gravidez. - Uso na lactação: não se tem conhecimento se a selegilina excretada no leite materno, portanto, Deprilan não deve ser utilizado durante o perãodo de lactação. - Interações Medicamentosas:: do ponto de vista da selegilina, não há Interações Medicamentosas: conhecidas. Procurar ficar atento às Interações da levodopa com: inibidores da monoaminoxidase (MAO) não seletivos, resultando hipertensão paroxstica. Esta interação parece menos provável quando se associa a levodopa com dopa-decarboxilase. Reserpina e similares, resultando inibição dos efeitos da levodopa. Pridoxina (vitamina B6), resultando também inibição dos efeitos da levodopa. Neurolpticos, por antagonismo recproco (se necessário, utilizar-se aquele que tiver menor efeito extrapiramidal). Papaverina, também antagonista. Antiácidos, por diminurem a absorção da levodopa.

Fórmula:

Cada comprimido contém: cloridrato deselegilina 5 mg, excipiente q.s.p. 1 comprimido.

Contra indicação:

Hipersensibilidade selegilina. Gravidez e aleitamento. Relativamente contra-indicada a selegilina em casos de síndromes extrapiramidais do tipo corico.

Modo de Usar:

Deve-se iniciar a administração de Deprilan na base de meio comprimido no café da manhã ou 2,5 mg de selegilina, durante 2 dias; posteriormente, mais meio comprimido no jantar, por mais 2 dias. Pode-se chegar até um comprimido a cada 12 horas, buscando-se a dose tima. No caso de associação com a levodopa, deve-se baixar gradativamente a dose deste fármaco em cerca de 30%, procurando-se atingir 10% de redução de levodopa a cada 3 a 4 dias. Superdosagem: não se consegue atingir uma dose tóxica de selegilina nas condições usuais de emprego da droga. Não existem casos conhecidos de superdosagem. Caracteristicamente, os sinais e sintomas de uma superdosagem com inibidores não seletivos da monoaminoxidase não aparecem de imediato. Podem ocorrer intervalos de até 12 horas, entre a ingestão da droga e o aparecimento das reações de superdosagem. Deve-se notar que a maior intensidade da sintomatologia não é atingida no mesmo dia da ingestão. já foram reportados bitos devidos superdosagem. Recomenda-se fortemente a internação do paciente em UTI e sua monitorização contínua por 48 horas nesta eventualidade. O quadro clínico de uma superdosagem de um inibidor não seletivo da MAO varia consideravelmente, sendo que sua gravidade em função da quantidade de droga consumida. estáo envolvidos em primeiro plano o Sistema Nervoso Central e o Cardiovascular. são os seguintes os sinais e sintomas derivados de uma superdosagem por agentes inibidores inespecíficos da MAO: sonolência, vertigem, desmaios, irritabilidade, hiperatividade, agitação, cefaleia severa, alucinações, trismos, opistátono, convulsões e coma; pulso rpido e irregular, hipertensão, hipotensão, colapso vascular, dor precordial, depressão respiratéria, insuficiência respiratéria, hiperpirexia, diaforese, frio, pele viscosa.

Fabricante:

Fabricante: s Biosintética Ltda.

Medicamentos do mesmo fabricante:

adalat_oros., anangor., ansentron, arovit., avalox., baycuten-n, bayro-gel, benerva, bepantol, biocarbo, biometrox, biopaxel, biorrub, bioxifeno, bonar, brozepax, canesten, cipro, copaxone, corus_50_mg, corus_h, corus-h, deprilan_5_mg, dermomax, disgren, dysport, ephynal, eupressin, eupressin, ezulen, filgrastima, fluticaps, formocaps, gino-canesten_1, gino-canesten_3, leucovorina, lipobay, lisinopril, litiocar, loratadina, micetal, minor, miodaron, naproxeno, nicolan, nifelat, nootron, oceral, omeprazol, ondansetron, one-a-day_50, osteocalcic, osteotrat, oxcord, paclitaxel, pantopept, paracetamol, prevax, progresse, revangel, ribavirina, rupafin, saridon, sinergen, somatrop, supradyn, vincetron


Advertências:

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos:

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma:

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.