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Cloroquina - Bula

Bula do medicamento usado no tratamento da malária, nos anos 80, substituída por outros fármacos, após o vírus ter-se tornado resistente à sua ação.

Princípio ativo : difosfato de cloroquina

Classe Terapêutica: Antiartríticos.

Apresentação : Caixa com 60 e 200 comprimidos. Caixa contendo 50 ampolas de 3 ml.

Indicação : Tratamento da artrite reumatoide, supressão do lúpus eritematoso e porfiria cutânea tardia, em todas as formas de malária (ter benigna, ter maligna e quart). Indicado ainda no tratamento da giardíase e hepatite amebiana.

Efeito Colateral :

As reações adversas incluem cefaleia, vômitos, prurido, diarreia, urticária, erupções purpúricas na pele. Efeitos mais severos incluem raros episódios psicóticos, convulsões, hipertensão e colapso cardiovascular, depressão, arritmias, choque, distúrbios visuais, mudanças no ECG, visão dupla.

Precauções :

Não deve ser usado durante a gravidez, exceto nos casos em que o tratamento justifique o risco. Em crianças a superdosagem pode ser fatal. Em tratamento prolongado é aconselhado a realização de minucioso exame de fundo de olho a cada 6 meses, evitando-se a instalação de retinopatia grave e irreversível. O uso em idosos (acima de 65 anos) requer rigoroso acompanhamento médico. - Interações Medicamentosas:: pode causar trombocitopenia aos tratados com heparina; álcool ou medicamentos hepatotóxicos podem aumentar a Incidência de hepatotoxicidade; antiácidos base de trissilicato de magnésio e produtos contendo caulim + pectina podem reduzir sua absorção; fenilbutazona ou ouro podem causar dermatite; penicilina pode aumentar o potencial para graves reações adversas hematológicas, renais ou epidérmicas.

Fórmula :

Cada comprimido contém: difosfato de cloroquina 250,0 mg; excipientes: estearato de magnésio, lactose super tablete, P.V.P - K30, álcool etílico, amido de milho, goma arábica e talco. Cada ampola contém (3 ml): dicloridrato de cloroquina 150,0 mg; excipientes: citrato de sódio, metabissulfito de sódio e água para injeção.

Contra indicação :

Insuficiência hepática avançada e casos de discrasias sanguíneas.

Modo de Usar :

Comprimido: na artrite reumatoide ou no lúpus eritematoso: de ação cumulativa, s patenteia resultados terapêuticos após uso durante 3 a 4 semanas. Dose inicial: 1 a 2 comprimidos, de preferência s refeições durante 1 a 4 meses. Dose de manutenção: 1 comprimido por dia ou em dias alternados a juízo clínico. Na malária: adultos: dose inicial: 4 comprimidos: 6 a 8 horas depois, 2 comprimidos; no segundo e terceiro dias subsequentes, 2 comprimidos.

Crianças: 0 a 1 ano: 1 comprimido seguido de outro 6 horas depois. Total 0,50 g. De 2 a 5 anos: dose inicial: 2 comprimidos, outro comprimido 8 horas mais tarde. Total 0,75 g. De 6 a 10 anos: 2 comprimidos seguidos de 2 doses de 1 comprimido com intervalos de 8 horas. Total 1,0 g. De 11 a 15 anos: 3 comprimidos como dose inicial, seguidos de 1 comprimidos 8 horas depois, e outro mais nas subsequentes 24 horas. Total: 1,25 g.

Como tratamento supressivo: 2 comprimidos 1 vez por semana. Na giardíase: adultos: primeiro dia: 4 comprimidos, 1 de 4 em 4 horas; segundo dia: 3 comprimidos, 1 de 6 em 6 horas. Crianças até 1 ano: 1/2 comprimido durante 3 dias. De 1 a 3 anos: 1 comprimido durante 3 dias. De 3 a 6 anos: 1 1/2 comprimido durante 3 dias; de 6 a 8 anos: 2 comprimidos durante 3 dias; de 8 a 10 anos: 2 1/2 comprimidos durante 3 dias; de 11 em diante: a mesma dose de adultos. Na hepatite amebiana e no abscesso amebiano: adultos: 4 comprimidos nos 3 primeiros dias, seguidos de 2 comprimidos diários durante 2 a 3 semanas.

Crianças: doses proporcionais idade. Nas formas mais atenuadas de hepatite ou quando associado ao Wintodon, 2 comprimidos por via oral diariamente, durante 2 a 3 semanas. Injetável: deve ser administrado via intramuscular, para o tratamento de crises agudas de malária Adultos: a dose de 200 mg a cada 6 horas por 3 dias; crianças: 2 a 3 mg/kg inicialmente repetida, se necessário, a intervalos de 6 horas (máximo 5 mg/kg/24 horas).

A via intramuscular somente deve ser usada em crianças quando absolutamente necessário; a injeção deve ser diluída e administrada muito lentamente. Esta via deve ser substituída, tanto em adultos quanto em crianças logo que possível pela via oral.

Superdosagem: o estômago deve ser esvaziado por vômito ou por aspiração e lavagem. A respiração pode requerer assistência e líquidos intravenosos e vasopressores podem ser dados para hipotensão. Cloreto de amônio em dose cerca de 12 gramas diariamente pela boca pode ser dado para a insuficiência da excreção renal. Injeção de lactato de sódio tem sido dado intravenosamente para combater o efeito depressor da cloroquina no coração.

Fabricante :

Laboratório Kinder S/A

Av Brasil, 5960 - Parque São João,
Anápolis, GO - CEP: 75126-207

Medicamentos do mesmo fabricante :

Cloroquina, Duampin, Folderm, Kandril, Kindcalcio, Kindelmin, Kindpasm,Nebiox, Nutrogaba, Povi Derm, Pulkrin, Rubifort,Vermizol.


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A automedicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.