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Clopsina - Bula

Esta bula é um registro histórico do medicamento descrito abaixo, meramente informativo e destinado ao público em geral.

Princípio ativo : Cloridrato de Clorpromazina.

Classe terapêutica : Neurolptico.

Apresentação :

Clopsina 25 mg: caixa contendo 20 e 200 comprimidos.
Clopsina 100 mg: caixa contendo 20 e 200 comprimidos.
Clopsina gotas 4%: caixa contendo frasco gotejador com 20 ml.

Indicação : CLOPSINA é indicado em quadros psiquitricos agudos ou no controle de psicoses de longa evolução.
Nas manifestações de ansiedade e agitação, soluos incoercveis, náuseas e vômitos e neurotoxicoses infantis. CLOPSINA também pode ser associada barbitúricos no tratamento do tátano.
Como medicação pré-anestásica, na analgesia obstátrica e no tratamento da eclmpsia.
CLOPSINA É indicado nos casos em que houver necessidade de uma ação neurolptica, vagoltica, simpatoltica, sedativa ou antiemática.

Efeito Colateral :

CLOPSINA É um fármaco bem tolerado, apresentando baixa Incidência de efeitos colaterais. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios, desaparecendo com a continuidade do tratamento ou a redução da dose.
Se ocorrerem reações adversas neurológicas ou psquicas graves, a administração de CLOPSINA Deverá ser suspensa e o médico informado imediatamente.
Os pacientes idosos são particularmente sucetíveis aos efeitos anticolinrgicos, neurológicos, psquicos e cardiovasculares. A capacidade desses pacientes em metabolizar e eliminar fármacos pode estar diminuída, levando ao aumento da concentração plasmática.
Pode ocorrer sedação, sonolência, discinesias precoces (torcicolo espasmédico, crises oculgiras, trismo, que melhoram com a administração de antiparkinsonianos anticolinrgicos), síndrome extrapiramidal (que melhora com a administração de antiparkinsonianos anticolinrgicos), discinesias tardias, que podem ser observadas durante tratamento prolongado (nestes casos os antiparkinsonianos não agem ou podem piorar o quadro), hipotensão ortostática, efeitos atropúnicos (secura da boca, obstipação intestinal, retenção urinária), prolongamento do intervalo QT, impotncia, frigidez, amenorria, galactorria, ginecomastia, hiperprolactinemia, reações cutâneas como fotodermias e pigmentação da pele, aumento de peso, dePósito pigmentar no segmento anterior do olho, excepcionalmente leucopenia ou agranulocitose (portanto, recomenda-se o controle hematológico nos três ou quatro primeiros meses de tratamento).
Raramente foram relatados priapismo, icterícia colestática e lesão hepática, principalmente do tipo colestática ou mista.

Precauções :

Pacientes em tratamento com antidiabéticos e que utilizam doses elevadas de clorpromazina (100 mg ao dia) devem ser informados sobre a possibilidade de elevação da glicemia. Nestes casos recomenda-se a medição (leitura visual com fitas reagentes) diária da glicose sanguínea e avaliação laboratorial hematológica e urinária periodicamente. Se necessário, ajustar a posologia do antidiabético.
Em caso de hipertermia deve-se suspender o tratamento, pois este sinal pode ser um dos elementos da síndrome maligna (palidez, hipertermia e distúrbios vegetativos) que tem sido descrita com o uso de neurolpticos.
Nos primeiros dias de tratamento, principalmente em hipertensos e hipotensos, recomenda-se que os pacientes deitem-se meia hora em posição horizontal, sem travesseiro, logo após a administração do medicamento.

Fórmula :

CLOPSINA 25 mg
Cloridrato de clorpromazina 25 mg; excipiente q.s.p. 1 comprimido.
CLOPSINA 100 mg
Cloridrato de clorpromazina 100 mg; excipiente q.s.p. 1 comprimido
CLOPSINA GOTAS 4%
Cloridrato de clorpromazina 40 mg; excipiente q.s.p. 1 ml.

Contra indicação :

Em casos de hipersensibilidade ao cloridrato de clorpromazina ou a qualquer componente da fórmula.
Absolutas: glaucoma de ângulo fechado. Em pacientes com risco de retenção urinária, ligado a problemas uretroprostáticos. Uso concomitante com levodopa.
Outras Contra Indicações de CLOPSINA são: comas barbitúricos e etlicos, sensibilidade às fenotiazinas, doença cardiovascular grave, depressão do sistema nervoso central.
Constituem-se em contra-Indicaçõesrelativas da CLOPSINA o uso concomitante com bebidas alcolicas, lítio e sultoprida.
A relação risco-benefício Deverá ser avaliada nos casos de discrasias sanguíneas, cncer de mama, distúrbios hepáticos e renais, doença de Parkinson, distúrbios convulsivos, úlcera péptica.
CLOPSINA Deverá ser administrado com cautela em pacientes idosos e/ou debilitados.

Interação Medicamentosa :

Associações contra-indicadas
Levodopa: pode ocorrer o antagonismo recproco da levodopa com a clorpromazina. em caso de síndrome extrapiramidal induzida pela clorpromazina, não tratar o paciente com levodopa, pois os receptores dopaminrgicos são bloqueados pela clorpromazina. neste caso deve-se utilizar um anticolinrgico.
Em pacientes parkinsonianos em tratamento com levodopa, se houver a necessidade da utilização da clorpromazina, recomendável a suspensão da terapia com levodopa, pois pode ocorrer o agravamento das alterações psicóticas e a levodopa pode não agir sobre os receptores bloqueados pela clorpromazina.
Associações desaconselhadas
lítio: síndrome confusional, hipertonia, hiper-reflexia, provavelmente devido ao aumento rpido da litemia.
Sultoprida: risco aumentado de alterações do ritmo ventricular por adição dos efeitos eletrofisiológicos.
Bebidas alcolicas: os efeitos sedativos da clorpromazina são acentuados por bebidas alcolicas.
Associações que devem ser consideradas
Guanetidina: a administração associada com a clorpromazina pode diminuir a ação anti-hipertensiva da guanetidina. nestes casos pode ser necessário o ajuste da dose da guanetidina.
Anti-hipertensivos: a administração com a clorpromazina pode elevar o efeito hipotensor com conseqente aumento de Ocorrência de hipotensão ortostática.
Antidiabéticos: doses elevadas de clorpromazina (100 mg ao dia, ou mais) pode elevar a glicemia. nestes casos pode ser necessário o ajuste da dose do antidiabético.
Antiácidos contendo hidróxido de alumínio e magnésio: a administração pode reduzir a absorção da clorpromazina. portanto, recomenda-se aguardar, no mínimo, 2 horas entre as administrações do cloridrato de clorpromazina e antiácidos que contenham hidróxido de alumínio e magnésio.
Agentes anticolinrgicos (atropina, biperideno, disopiramida, fenotiazúnicos, antiparkinsonianos, Anti-histamínicos, antidepressivos tricclicos): a clorpromazina pode potencializar a ação anticolinrgica, causando efeitos atropúnicos indesejáveis, como retenção urinária, constipação intestinal, visão turva, secura da boca.
Depressores do sistema nervoso central (antidepressivos, derivados morfúnicos, Anti-histamínicos, benzodiazepúnicos, barbitúricos, anestásicos): a clorpromazina pode potencializar os efeitos antidepressores dos fármacos. pode ser necessário o ajuste da dose dos fármacos, quando a associação com a clorpromazina for necessária.
- posologia e Administração
A posologia e o modo de Administração devem ser determinados individualmente e adaptados de acordo com a condição clínica de cada paciente. o objetivo deve ser o de atingir um timo efeito terapêutico, mantendo-se as menores doses possíveis. a posologia deve ser aumentada gradativamente, principalmente se o paciente for idoso, criança ou adolescente, os quais, geralmente, apresentam uma resposta mais acentuada a clorpromazina.
Adultos: o cloridrato de clorpromazina tem uma grande margem de segurança, podendo a dose variar de 25 a 1600 mg ao dia, dependendo da necessidade do paciente. deve-se iniciar o tratamento com doses baixas, 25 a 100 mg, repetindo de 3 a 4 vezes ao dia, se necessário, até atingir uma dose adequada para o controle da sintomatologia. a dose diária não deve exceder a 2 g de clorpromazina. a maioria dos pacientes responde dose diária de 0,5 a 1 g de clorpromazina.
Em pacientes idosos ou debilitados, doses mais baixas são geralmente suficientes para o controle dos sintomas.
Crianças (acima de 2 anosde idade): iniciar o tratamento utilizando uma dose diária de 1 mg de clorpromazina por quilo de peso, dividida em 2 ou 3 tomadas. deve-se iniciar o tratamento com doses baixas até atingir uma dose adequada para o controle da sintomatologia. a dose diária máxima não deve exceder a 40 mg de clorpromazina para crianças abaixo de 5 anos de idade, ou 75 mg em crianças de 5 anos de idade ou acima.
- instruções de uso
Os comprimidos de clopsina podem ser administrados com ou sem alimentos, com água, leite, suco de frutas, refrigerantes ou durante as refeições.

Superdosagem :

Os principais sintomas de intoxicação aguda por clorpromazina são depressão do sistema nervoso central, hipotensão e sintomas extrapiramidais. recomenda-se nestes casos lavagem gástrica precoce, evitando-se a indução mese, Administração de antiparkinsonianos para os sintomas extrapiramidais e estimulantes respiratérios (anfetamina, cafena com benzoato de sódio), caso haja depressão respiratéria.

Fabricante :

UCI FARMA

Rua do Cruzeiro, 374
São Bernardo do Campo/SP - CEP: 09725-310
Tel: (011)414-2022
Fax: (011)448-5253

SAC 0800 191 291

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Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A auto-medicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.

Emagrecimento e Aumento de Massa Muscular