Site Bulário Brasil
Procure o medicamento pelo nome comercial. Vários tipos de calculadoras médicas Procure o medicamento pelo princípio ativo Procure o medicamento pela classe terapêutica Mande-nos um e-mail

Adalat

Bula do Fármaco que atua como bloqueador dos canais de cálcio indicado como vasodilatador, na hipertensão arterial sistêmica e pulmonar, angina de peito.

Princípio ativo : nifedipina.

Classe Terapêutica: bloqueador dos canais de cálcio.

Apresentação : Frasco com 60 cápsulas de 10 mg.

Indicação :

Hipertensão arterial: Como coadjuvante no tratamento da crise hipertensiva (urgências e emergências).

Hipertensão arterial essencial, estágios 1 a 4 do J.N.C.V. (leve, moderada e grave), hipertensão arterial secundária, como coadjuvante do tratamento etiológico (feocromocitoma, aldosteronismo primário, estenose da artéria renal).

Doença arterial coronariana: Angina do peito crônica estável (angina de esforço); angina do peito vasoespástica (angina de Princialmente e(ou) angina variante).

Contra indicação :

Infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca, angina instável, angina pós-infarto, hipersensibilidade à nifedipina, gravidez, lactação e hipotensão.

Modo de Usar :

Arteriopatia coronariana: Angina do peito crônica estável (angina de esforço): 1 cápsula de ADALAT 3 x ao dia (3 x 10 mg/dia).

Angina vasoespástica (de Princialmente ou variante): 1 cápsula de ADALAT 3 x ao dia (3 x 10 mg/dia). Se após aproximadamente 14 dias o resultado terapêutico for inadequado, a dose pode ser aumentada individualmente.

Hipertensão: 1 cápsula de ADALAT 3 x ao dia (3 x 10 mg/dia). Crise hipertensiva: 1 cápsula de ADALAT 10 mg como dose única. Se o efeito for insuficiente, dependendo do comportamento da pressão arterial, pode-se administrar 1 cápsula adicional após 30 minutos. Se os intervalos forem curtos e(ou) as doses maiores, podem provocar hipotensão grave.

Efeito Colateral :

Reações adversas ocorrem predominantemente no início do tratamento e em geral são leves e transitórias. cefaleia, rubor facial e sensação de calor podem ocorrer ocasionalmente.

Em casos isolados: náuseas e diarreia; tontura; cansaço; reações dérmicas (prurido, urticária, rash cutâneo e, mais raramente, dermatite esfoliativa); parestesia, hipotensão grave, taquicardia e palpitações têm sido observadas, principalmente depois de altas doses.

Edema de membros inferiores desenvolve-se ocasionalmente como resultado da dilatação seletiva dos vasos arteriais. Hiperplasia gengival e ginecomastia, principalmente em idosos, podem ocorrer em casos extremamente raros durante terapêutica prolongada, porém regridem completamente após interrupção do tratamento. Dores torácicas, por vezes tipo anginosa, podem desenvolver-se em casos extremamente raros, aproximadamente 30 minutos após a administração de ADALAT. Nestes casos, o médico deve ser consultado.

Também é raro observar-se alterações da função hepática (colestase intra-hepática e elevação das transaminases), que regridem com a interrupção do tratamento. Em casos isolados tem-se observado hiperglicemia inicial. Nos pacientes em diálise, com hipertensão maligna e hipovolemia, pode ocorrer queda significativa da pressão arterial, como resultado da vasodilatação. Mialgia, tremor das extremidades, alteração da percepção visual (ligeira e transitória) podem ocorrer em casos isolados, particularmente após altas doses.

Pacientes sob terapia com esta droga devem submeter-se a avaliações médicas regulares. Reações à droga, que variam em intensidade de indivíduo para indivíduo, podem reduzir a capacidade de dirigir ou de controlar máquinas. Isto pode ocorrer mormente no início do tratamento, na mudança de medicação ou sob ingestão alcoólica simultânea.

Advertências e Precações:

Pacientes com níveis de pressão arterial muito baixos (pressão sistólica inferior a 90 mmHg), ou com estenose aórtica grave, necessitam de cuidados adicionais.

Como com outras substâncias vasoativas, podem ocorrer muito raramente ataques anginosos no início do tratamento com nifedipina. Têm-se documentado casos isolados de infarto do miocárdio, ainda que não seja possível diferenciá-lo da história natural da doença aterosclerótica coronariana.

Superdosagem :

Os seguintes sintomas são observados nos casos de intoxicação grave por nifedipina: alterações da consciência até coma, hipotensão, taquicardia, bradicardia ou arritmias, hiperglicemia, acidose metabólica, hipoxia e choque cardiogênico com edema pulmonar. No tratamento, a eliminação da droga e o restabelecimento das condições cardiovasculares são prioritários.

No caso de ingestão oral, a lavagem gástrica está indicada com ou sem irrigação do intestino delgado. Este procedimento é particularmente importante na formulação de liberação lenta. A hipotensão resultante do choque cardiogênico e da vasodilatação arterial pode ser tratada com cálcio, 10 a 20 ml de solução de gluconato de cálcio a 10%, EV, administrados lentamente e repetidos se preciso.

Drogas como isoprenalina, dopamina ou noradrenalina podem ser administradas quando necessário.

Fórmula :

Cada cápsula contém 10 mg de nifedipina.

Interação Medicamentosa :

O efeito anti-hipertensivo de ADALAT pode ser potencializado por outras drogas anti-hipertensivas. Monitorização cuidadosa do paciente está indicada quando da administração simultânea de nifedipina e betabloqueadores, pois importante hipotensão pode ocorrer; também é conhecido o fato de que pode desenvolver insuficiência cardíaca em casos isolados.

O uso associado de nifedipina e digoxina pode levar ao aumento do nível plasmático de digoxina. Se necessário, a dose do glicosídeo deve ser reduzida. Observou-se, no uso concomitante de nifedipina e quinidina, uma queda no nível de quinidina, assim como, após a interrupção da nifedipina, um aumento do nível plasmático de quinidina.

Portanto, no caso de adição ou interrupção da nifedipina no tratamento com quinidina, a concentração desta deve ser monitorizada e o ajuste da dose pode ser necessário. A cimetidina e, em menor extensão, a ranitidina aumentam o nível plasmático da nifedipina, o que potencializa o seu efeito anti-hipertensivo.

A ingestão concomitante de suco de laranja inibe o metabolismo oxidativo da nifedipina, aumentando as concentrações plasmáticas, que podem causar maior efeito hipotensor.

Fabricante : Biosintética Farmacêutica Ltda.

Endereço: Av. das Nações Unidas, 22428 - Jurubatuba, São Paulo - SP
Telefone:(11) 5546-6822 - SAC: 0800-7016900

CNPJ nº 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira

Medicamentos do mesmo fabricante :

Adalat oros, anangor., ansentron, arovit., avalox., baycuten-n, bayro-gel, benerva, bepantol, biocarbo, biometrox, biopaxel, biorrub, bioxifeno, bonar, brozepax, canesten, cipro, copaxone, corus 50 mg, corus h, corus h, deprilan 5 mg, dermomax, disgren, dysport, ephynal, eupressin, eupressin, ezulen, filgrastima, fluticaps, formocaps, gino-canesten 1, gino canesten 3, leucovorina, lipobay, lisinopril, litiocar, loratadina, micetal, minor, miodaron, naproxeno, nicolan, nifelat, nootron, oceral, omeprazol, ondansetron, one-a-day 50, osteocalcic, osteotrat, oxcord, paclitaxel, pantopept, paracetamol, prevax, progresse, revangel, ribavirina, rupafin, saridon, sinergen, somatrop, supradyn, vincetron.


Advertências :

Leia atentamente a bula antes de tomar qualquer medicamento.

Caso tenha alguma dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para você e não deve ser dado a outras pessoas; o medicamento pode prejudicial, mesmo a pessoas que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar qualquer efeito secundário não mencionados nesta bula, informe o seu médico ou farmacêutico.

Esta bula pode ser utilizada apenas como uma referência secundária e informativa, pois trata-se de um registro histórico deste medicamento, portanto apenas a bula que acompanha o medicamento está atualizada de acordo com a versão comercializada. Sendo assim este texto não pode substituir a leitura da bula original.

O ministério da saúde adverte:

A auto-medicação pode fazer mal à sua saúde, lembre-se, a informação é o melhor remédio

Como descartar os medicamentos :

Todo medicamento, por conter diversas substâncias químicas, podem representar perigo ao meio ambiente e as pessoas, caso descartados incorretamente.

Nunca despeje líquidos no ralo ou em vasos sanitários, pois podem contaminar águas, mesmo no caso de cidades que contem com usinas de tratamento.

Os medicamentos são produtos que de maneira nenhuma devem ser consumidos fora do prazo de validade.

Informe-se sobre os locais que fazem a coleta adequada dos medicamentos vencidos. O sistema é parecido com o descarte de eletrônicos. Os laboratórios e postos de saúde são responsáveis pelo descarte apropriado para os remédios e algumas farmácias também recolhem os produtos.

Ampolas, seringas, agulhas e frascos de vidro danificados devem ser entregues à farmácia em uma sacola diferente daquela que contém restos de remédios

As embalagens dos medicamentos não devem ser reaproveitadas para o armazenamento de outras substâncias de consumo devido à potencial contaminação residual.

Como conservar seus medicamentos da melhor forma :

Mantenha o produto na embalagem original, tampado, guardado em lugar fresco e seco, ao abrigo da luz, de radiações e de calor excessivo.

No caso de cápsulas, não retire o sachê de sílica do interior da embalagem.

Mantenha-o longe do alcance de crianças.

Manuseie-o com as mãos limpas.

Se a embalagem contiver a etiqueta “Fórmula Fracionada”, siga a orientação descrita na etiqueta

O peso/volume do produto corresponde aquele discriminado no rótulo. A capacidade da embalagem pode ser maior do que seu conteúdo

Limpeza: essencial em qualquer situação. Mantenha os medicamentos livres de pó, partículas e mofo.

Medicamentos devem ser armazenados isoladamente de cosméticos, produtos de limpeza, perfumaria, etc.

Os medicamentos devem ser guardados em salas protegidas da entrada de insetos, roedores e aves.

Caso observe alteração de cor, odor, ou consistência, procure seu farmacêutico.


Curso Master O Cara da Foto